Categoria: Família

Pesquisa: Acha que vai conseguir aumentar a sua produtividade?

A pergunta é singela, a resposta inteiramente subjectiva e, ainda assim, plena de validade e de interesse: “Acha que vai conseguir aumentar a sua produtividade?” Sim ou não? Avalie os prós e os contras, os condicionalismos da função ou do enquadramento familiar e profissional (ter emprego ou não, uma ideia de negócios, etc), a motivação, a situação do país, no fundo o que achar relevante e responda em consciência: acha que nos próximos tempos vai conseguir ser mais produtivo?

Produzir mais e melhor poderá ser a solução para sair da crise e, mesmo que se revele apenas um dos factores, é inegável que será um dos factores determinantes. Diga-nos a sua avaliação quanto à sua situação pessoal, vai conseguir gerar mais riqueza? Pde responder à pesquisa encontrando o inquérito na coluna central.

Quando tivermos um volume interessante de respostas faremos a análise. Participe!

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“São os gestores de FUNDOS DE INVESTIMENTO de acções capazes de antecipar os movimentos do mercado?”

Se há dias convidámos o leitor a espreitar alguns ensaios do Banco de Portugal, hoje damos destaque a um estudo muito recente publicado no sítio da CMVM (cujas conclusões não reflectem necessariamente a opinião formal do regulador como se sublinha no corpo do texto) que procura responder à pergunta do título deste artigo, no fundo saber se há algum ganho associado à gestão profissional de fundos de investimento (market timming) para os respectivos investidores nos fundos e, se sim, em que condições e em que fundos. Este estudo surge aliás, em linha com o que destacámos também recentemente no artigo “ETF: um “robot” que rende mais do que um gestor especializado?”.

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Se ler este artigo pode perder o apetite

Quem vos escreve é do tempo de um desenho animado pós-apocaliptico de origem japonesa (Conan – O Rapaz do Futuro) e recorda-se de, nessa terra dilacerada pela guerra nuclear a que por muito pouco a espécie humana sobrevivera, a cidade remanescente (Industria de seu nome) lançava os seus exploradores pela nova terra em busca de plástico, matéria-prima fundamental para produzir pão com o qual alimentava os urbanos sobreviventes.

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Você está condenado a ter de comprar um ‘smartphone’ (act. I)

Há poucos dia tentei substituir o meu segundo telemóvel por um outro similar (o outro que tenho é um smartphone), a motivação era meramente operacional, o primeiro, após longos anos de bom serviço avariou definitivamente. A tarefa revelou-se mais complexa do que esperava. Mais do que a restrição orçamental deparei com uma limitação de escolha face ao produto que pretendia: um telemóvel com características semelhantes ao defunto: teclado, chamadas, fotografias básicas, radio.

Entre o momento em que havia adquirido o agora moribundo aparelho e a actualidade, o mercado foi inundado de todo o tipo de touch phones uns mais smart que outros.

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MassiveMov – micro financimento de projectos via redes sociais

O tema do social lending tem sido, há vários anos, muito caro aqui no Economia e Finanças e hoje com o anúncio da inauguração do MassiveMov (que se apresenta como a 1ª Plataforma de Crowdfunding – Financiamento Cooperativo de Portugal), voltamos ao tema, agora numa versão que merece uma outra expressão anglo-saxónica o Crowd Funding (ver artigo na wikipédia).

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Banco de Portugal vigia depósitos a prazo

No dia em que se noticia que os “Bancos espanhóis prolongam “superdepósitos” e ignoram o Banco de Espanha”, recuperamos uma notícia recente sobre o Banco de Portugal na qual este indicava manter sobre vigilância as taxas de juro dos depósitos a prazo em vigor em Portugal e, em particular, aquelas cuja remuneração ultrapassasse os 3 pontos percentuais acima das euribor para o respectivo prazo.
Tomando por referência os valores médios da Euribor a 1, 3 e 12 meses relativas ao mês de Junho divulgadas pelo Banco de Portugal, verificamos que as taxas acima das quais a atenção do Banco de Portugal será maior terão de ultrapassar (TANB):

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Casas em hasta pública com valor mínimo indexado à avaliação bancária

Segundo o Jornal de Negócios, em Espanha, o governo legislou recentemente sobre um conjunto de medidas de protecção às famílias que perdem a sua casa, nomeadamente, por entrarem em incumprimento quanto às suas obrigações de crédito. Entre as deliberações efectuadas, destaca-se o facto de, chegando-se à situação de se entregar a casa ao banco e de esta ir para hasta pública, o valor mínimo de licitação não poder ser inferior a 60% da avaliação bancária pré-existente. Nesta decisão é apresentada como uma forma de restringir as situações de abuso e de desvalorização excessiva dos imóveis. Note-se que em Espanha (e estamos em crer que também em Portugal) estão em curso processo judiciais no sentido de se decidir se a entrega da casa por conta da dívida por pagar é bastante para se considerar a dívida ao banco como saldada.

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Lista de Feriados Católicos em Portugal – quase 2 em cada 3 feriados (act.III)

Até decisão em contrário, estes são os feriados religiosos em Portugal. Sabia que quase dois terços dos feriados em Portugal são feriados religiosos? São 7 em 14 ou 8 em 15 se contarmos os santos populares. Há ainda mais feriados religiosos regionais como a referida quinta-feira da ascensão celebrada em várias dezenas de concelhos ou a omitida segunda-feira de pascoela entre vários outros.

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E se o Imposto Especial começar a ser cobrado já em Julho?

Eis alguns comentários avulsos e despretenciosos sobre o novo imposto especial. Comecemos por dizer que há ainda grande incerteza quanto aos detalhes do novo imposto especial. Apenas se sabe que será excepcional e num montante equivalente a metade da parte do subsídio de natal que supera o valor do salário mínimo nacional, ou seja, metade de tudo o que seja recebido acima dos 485€.
Mas será cobrado efectivamente em Novembro ou será repartido ao longo dos seis meses completos que restam até ao fim do ano? E como se processará no caso de rendimentos que não advenham do trabalho por conta de outrem mas que serão sujeitos ao imposto? Sublinhe-se que o imposto especial irá incidir sobre todos os rendimentos englobados no IRS o que inclui os rendimentos de trabalhadores independentes. Em todo o caso, nenhuma das soluções será perfeita.
Centremo-nos nos trabalhadores por conta de outrem.

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