Tarifários Emel – zonas e preços do tarifário da EMEL

Atualizado em 2018. No sítio da EMEL encontra-se informação simples, intuitiva e clara sobre os tarifários EMEL para uso dos lugares de estacionamento pagos em Lisboa que são geridos, precisamente, pela EMEL.

 

Tarifários Emel

A cidade de Lisboa tem três zonas de estacionamento que contarão com tarifários diferenciados:

  • a zona vermelha será a mais cara e menos extensa tendo a limitação adicional de ser proibido estacionar mais de duas horas consecutivas;
  • a zona amarela que terá os preços intermédios e ocupará boa parte das áreas contiguas à zona vermelha e
  • a zona verde que ocupará zonas tipicamente mais residenciais e será a mais económica.

Os tarifários serão assim os que se seguem (clique na imagem para aumentar – fonte EMEL):

Novos tarifarios Emel

Novos tarifários Emel

Chamamos a atenção para a existência de um bilhete diário da EMEL para duas ruas específicas da cidade: a Rua Marquês de Fronteiro (ao El Corte Ingles) e a Avenida Brasília. Em ambos os casos é possível estacionar durante todo o dia por €3.
O mapa, segundo a EMEL, é este (clique na imagem para aumentar):

Mapa EMEL - Tarifários

Mapa EMEL – Tarifários

Note-se que a EMEL tem vindo a aumentar as zonas tarifadas ao longos dos últimos anos bem como a reordenar os lugares de estacionamento. Em algumas zonas da cidade, lugares que estavam afetos ao uso indiferenciado através do pagamento do parquímetro forma convertidos em lugares para uso exclusivo dos residentes, respondendo assim às solicitações dos fregueses.
Poderá descarregar/imprimir, clicar sobre toda esta e mais informação acedendo a esta ligação do EMEL (clique aqui).

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3 Comentários

  • Maria FernandesResponder

    E viva a cobrança coersiva!!! O que fizeram os senhores da EMEL? Arranjaram as ruas? Os passeios? Corrigiram os problemas das delimitações do lugares de estacionamento? Mas cobrar…. e BEM, está nos valores da CEE!!!
    Ainda bem que já não moro em Lisboa, é que a mesma está cada vez mais cosmopolita!!! País de “remediados” com cobranças de “ricos”. Sou da “província” mesmo… e já não tenho saudades nenhumas!

  • Ricardo FerreiraResponder

    Nas zonas residenciais de uso exclusivo dos habitantes da freguesia existe a imensa contrariedade é q quem quer visitar um familiar doente e não reside na área não pode, que morra. São uns aproveitadores de modelos que existem em países organizados e com consciência social por parte da classe política. Os nossos burgueses ou políticos q temos não adaptam á realidade do nosso País.

  • Rui Cerdeira BrancoResponder

    O equilíbrio é difícil Ricardo. Em algumas dessas zonas essa decisão pode ter sido uma reação à “tomada” de lugares por parte da população flutuante que passou a frequentar cafés e restaurantes novos na zona. Ocupam os lugares até ao início da madrugada dificultando a vida dos residentes que quando regressam a casa tarde do trabalho ou da sua gestão familiar (tipicamente atividade extracurriculares dos filhos) para descobrir a zona cheia de clientes da restauração e diversão noturna. Mas haveria soluções, naturalmente, não são é tão simples.
    Alguns residentes são tentados a pagar mais um dístico para oferecer aos familiares ainda que com isso já incorram em custos significativos.

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