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Euribor a 3 meses a 7 milésimas dos 2,5% – 20 de julho de 2026

Desde março de 2025 que a Euribor a 3 meses não atingia um valor tão elevado: 2,493%. A Euribor a 6 meses desceu ligeiramente face à sessão anterior para 2,687% e a Euribor a 12 meses subiu para 2,881%.

Consequências no Crédito à Habitação

Esta evolução garante que a taxa de juro do crédito à habitação irá continuar a escalar, com reflexos inevitáveis ao longo dos próximos meses nas prestações mensais a cargo das famílias.

As subidas registadas nas últimas semanas encontram reflexo Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação referente a junho de 2026 divulgadas pelo INE.

O INE destaca:

“A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,101% em junho, traduzindo um aumento de 3,6 pontos base (p.b.) face a maio (3,065%).

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,820% em maio para 2,853% em junho. A prestação média fixou-se em 411 euros, 6 euros acima do mês anterior e mais 17 euros que em junho de 2025.

No último mês, a parcela relativa a juros representou 49,1% da prestação média.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 23 euros, para 715 euros, correspondendo a um aumento homólogo de 13,5%. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 608 euros, atingindo 78 865 euros.”

Consequência nos Certificado de Aforro

Quando à componente de aforro, em particular quando expressa através dos Certificados de Aforro, a taxa de referência para as subscrições de agosto (cujo formação terminará quando se conhecer a Euribor a 3 meses do próximo dia 28 de julho) muito provavelmente irá fixar-se próxima da taxa máxima de 2,5%.

Para já, são conhecidas as primeiras 4 parcelas das 10 que irão determinar o valor a aplicar em agosto, e a sua média está nos 2,489%.

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