“Estado gasta milhões em carros novos”

Consegui a sua atenção? Correndo o risco de a maioria só se ficar pelo título vamos a isto: imagine que tínhamos esta notícia para dar: “Estado gasta milhões em carros novos”. Atrevia-se a dar opinião com base nisto? Provavelmente sim, alguns talvez não, talvez dissessem que precisavam de mais informação, poucos. Agora imagine que os … Ler mais

Jornal Público poderá "fechar" total ou parcialmente o seu sítio só a assinantes?

Há poucos dias abordámos aqui  o tema da valorização ou custo do nosso síto na internet (ver em: “A publicidade é relativamente indolor como forma de pagamento?“), tema que deu azo, aliás, a um pequeno debate nos comentários, hoje, temos a notícia de que a Sonaecom, detentora do Público (publicação que acumulou prejuizos em 2010), … Ler mais

PREVISÕES ECONÓMICAS: Quanto é preciso errar para os deixarem de ouvir?

Quem deve criticar e denunciar os erros de previsão grosseiros? Peguemos neste excerto da Agência Financeira onde se cita Basílio Horta, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP): “(…) «A Comissão Europeia para este ano tinha previsto um crescimento do produto de 0,3% e um crescimento das exportações de 3%», … Ler mais

Temos 3 milhões de visitantes únicos no bolso. E agora?

Em menos de 4 anos recebemos 3 milhões de visitantes únicos, um terço do quais nos últimos seis meses mas não, não temos nenhum visitante no bolso. O título é uma desmontagem da seriedade talvez excessiva que por aqui reina habitualmente.

Esta página que lêem é um blogue, feito por (muito poucas) pessoas que seguem  o princípio de escrever aqui uma parte do que também gostariam de ler em termos informativos. Só mantendo fidelidade a este princípio hedonista se consegue sustentar esta actividade amadora durante quase 4 anos. Por vezes há opinião, muitas outras aquilo que se pode chamar de jornalismo sem carteira ou de cidadão, episodicamente haverá ainda algum disparate como o do título, com o propósito já sublinhado.

A simples tarefa de procurar divulgar as respostas e a informação que nos parece útil, é quanto baste para ser uma fórmula de sucesso à escala de um blogue. Desde que surgimos, vimos nascer dezenas de sítios igualmente amadores na internet, a seguirem um percurso paralelo ao nosso ou mesmo mimético, e vimos tanto o Jornal de Negócios como o Diário Económico  (os dois órgãos de informação diária especializados em Economia & Finanças em Portugal) criarem os respectivos guias do investidor ou de finanças pessoais, reagindo assim a esse nicho de interesse (com potencial económico inegável) que andava um pouco desleixado e entregue aos amadores e amantes do jornalismo de cidadão.

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E se amanhã tiver de pagar para ler esta notícia? A Google está a tratar disso

O título deste pequeno artigo poderia ser outro; podiamos começar por perguntar quando foi a última vez que pagou directamente para ler notícias. Com os media a constatarem que o dinheiro recolhido através das receitas publicitárias não é suficiente para sustentar uma redacção e com as receitas dos suportes físicos em queda, vão-se multiplicando os … Ler mais

Custo das notícias: Pouco para muitos ou muito para poucos?

Quem ainda não tem a experiência de ler um jornal em cópia integral da versão em papel na internet pode aproveitar a edição de aniversário do Jornal de Negócios hoje disponibilizada gratuitamente. A tendência clara para os tempos mais próximos parece ser a de se fecharem conteúdos; procurarem receitas directas para procurar assegurar a viabilidade … Ler mais

Mas você ainda vê televisão?

Cá por casa os programas de desporto, a animação infantil, alguns documentários informativos e raríssimas séries de TV e telejornais vão permitindo ainda ao aparelho de TV ser utilizado para transmitir emissão televisiva em direto. Mas em doses muito inferiores às de há poucos anos atrás. Não raras vezes o televisor transforma-se em grande monitor do PC, monitor para jogos em família,  moldura fotográfica ou pantalha para filmes da colecção caseira. O aparelho de TV prospera, a emissão de TV nem tanto.

A TV e outros meios tradicionais vão perdendo progressivamente o seu poder aglutinador, dispersando-se hoje a atenção das pessoas por inúmeros canias e por inúmeras outras solicitações vindas em muitos casos dessa multiplicidade de conteúdos que é a internet, mas talvez a publicidade, motor dos meios de comunicação, esteja desfasada quando aos volumes de investimentos que atribui a cada canal de comunicação. Progressivamente, é certo, a internet tem ganho peso, mas quem por aqui anda tem ainda a sensação de que muito está ainda por inventar e definir. No entretanto, os meios de comunicação em particular debatem-se com sérios problemas de capitalização do investimento feito: na net, onde anda cada vez mais gente, tudo, ou quase tudo é gratuito.  Segue-se então mais um capítulo da curta novela que temos editado com vista a apresentar alguns do procedimentos e opções de contratação de publicidade online que existem já no mercado.

Detenhamo-nos na parte final deste artigo em alguns formatos ditos especiais que vão singrando. Um deles é o pre-roll, um pequeno anúncio de um patrocinador que entecede uma peça de vídeo geralmente da responsabilidade do produtor de conteúdo do sítio. Tal e qual um anúncio de TV e remunerado de forma similar. Esta é uma fórmula ao dispor de quem edita vídeo naturalmente que, hoje, é cada vez mais quase toda a gente que nada pela net.

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Quão eficaz é a internet para promover uma marca?

As redes sociais parecem ser o novo filão para chegar às pessoas. Os políticos perceberam-no, os comerciantes também vão começando a perceber mas há um enorme desfasamento entre os atores que dominam os mecanismos de promoção habituais e “Onde estão os públicos alvo”. A Google trouxe há alguns anos um instrumento precioso que permitiu a verdadeira  … Ler mais