Editorial: Nós, europeus

Só com muito coragem e com muito desespero – ou uma necessidade imperiosa de encontrar esperança – se compreende (de fora) esta votação hoje do povo grego em que o “Não” terá ganho com larga margem. Inquestionável. Bem sonora ainda que num contexto o roçar o surreal e o absurdo,

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Juros da dívida pública portuguesa em mínimos históricos depois das eleições gregas

Os juros implícitos da dívida pública portuguesa apurados pela transação de dívida pública a 10 anos que se está a negociar no mercado entre detentores destes títulos (mercado secundário) revela hoje uma queda acentuada. No momento em que escrevíamos, a yield (o referido juro implícito) descia 4,75% para uma taxa

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