Autor: Economia e Finanças

Como passar de não residente para residente em termos fiscais, em Portugal?

Para que um indivíduo, habitualmente um imigrante, mude de estatuto de “não residente” para “residente” no território português, em termos fiscais terá de acontecer (segundo esta resposta do Ministério das Finanças) uma de duas:
Ou o indivíduo permeneceu mais de 183 dias seguidos ou interpolados, durante um ano fiscal, em território nacional,
ou, tendo permanecido menos tempo, aí disponha, em 31 de Dezembro desse ano, de habitação em condições que façam supor a intenção de a manter e ocupar como residência habitual.

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Como Cancelar a Assinatura da Deco Proteste?

A pergunta tem sido recorrente e tem surgido na nossa caixa de comentários e em e-mails que nos são dirigidos, por vezes indiciando que há mesmo confusão entre o Economia e Finanças e a Deco Proteste. A explicação andará provavelmente entre a iliteracia funcional e alguma indexação no google que estará a baralhar os leitores. Perante a sucessão de perguntas, como cancelar a assinatura da Deco Proteste?

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OFICIAL: transferências sociais são cada vez mais importantes para mitigar a pobreza em Portugal

Ligeiras melhorias ao nível da taxa de pobreza em 2009 e reforço significativo da importância das transferências sociais para mitigar a pobreza, são as princpais conclusões dos dados para Portugal do inquérito comunitário às condições de vida da população (Inquérito às Condições de Vida e Rendimento – EU-SILC).

Retivemos em particular estes parágrafos do destaque do INE:

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Como se arredonda a renda? (atual. novembro 2012)

Esta é uma pergunta recorrente a que aqui damos resposta no presente artigo. Segundo a Lei nº6/2006 de 27 de Fevereiro, que aprova o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), e estabelece um regime especial de actualização das rendas antigas nos seuas artigos 24º e 25º define a determinação da renda e a forma de arredondamento, não deixando margem para dúvidas. A renda após o aumento deve ser arredondada para o euro imediatamente superior. Eis a reprodução dos dois artigos relevantes:

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Pesquisa: Acha que vai conseguir aumentar a sua produtividade?

A pergunta é singela, a resposta inteiramente subjectiva e, ainda assim, plena de validade e de interesse: “Acha que vai conseguir aumentar a sua produtividade?” Sim ou não? Avalie os prós e os contras, os condicionalismos da função ou do enquadramento familiar e profissional (ter emprego ou não, uma ideia de negócios, etc), a motivação, a situação do país, no fundo o que achar relevante e responda em consciência: acha que nos próximos tempos vai conseguir ser mais produtivo?

Produzir mais e melhor poderá ser a solução para sair da crise e, mesmo que se revele apenas um dos factores, é inegável que será um dos factores determinantes. Diga-nos a sua avaliação quanto à sua situação pessoal, vai conseguir gerar mais riqueza? Pde responder à pesquisa encontrando o inquérito na coluna central.

Quando tivermos um volume interessante de respostas faremos a análise. Participe!

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“São os gestores de FUNDOS DE INVESTIMENTO de acções capazes de antecipar os movimentos do mercado?”

Se há dias convidámos o leitor a espreitar alguns ensaios do Banco de Portugal, hoje damos destaque a um estudo muito recente publicado no sítio da CMVM (cujas conclusões não reflectem necessariamente a opinião formal do regulador como se sublinha no corpo do texto) que procura responder à pergunta do título deste artigo, no fundo saber se há algum ganho associado à gestão profissional de fundos de investimento (market timming) para os respectivos investidores nos fundos e, se sim, em que condições e em que fundos. Este estudo surge aliás, em linha com o que destacámos também recentemente no artigo “ETF: um “robot” que rende mais do que um gestor especializado?”.

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Se ler este artigo pode perder o apetite

Quem vos escreve é do tempo de um desenho animado pós-apocaliptico de origem japonesa (Conan – O Rapaz do Futuro) e recorda-se de, nessa terra dilacerada pela guerra nuclear a que por muito pouco a espécie humana sobrevivera, a cidade remanescente (Industria de seu nome) lançava os seus exploradores pela nova terra em busca de plástico, matéria-prima fundamental para produzir pão com o qual alimentava os urbanos sobreviventes.

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Você está condenado a ter de comprar um ‘smartphone’ (act. I)

Há poucos dia tentei substituir o meu segundo telemóvel por um outro similar (o outro que tenho é um smartphone), a motivação era meramente operacional, o primeiro, após longos anos de bom serviço avariou definitivamente. A tarefa revelou-se mais complexa do que esperava. Mais do que a restrição orçamental deparei com uma limitação de escolha face ao produto que pretendia: um telemóvel com características semelhantes ao defunto: teclado, chamadas, fotografias básicas, radio.

Entre o momento em que havia adquirido o agora moribundo aparelho e a actualidade, o mercado foi inundado de todo o tipo de touch phones uns mais smart que outros.

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