Novos empregos, quem cria mais, as velhas ou as novas empresas?

Via Business Insider em “Sorry, Microsoft, Intel, And GE–It’s Startups That Create Most Of The Jobs” chegamos a uma discussão interessante: a propósito da defesa da manutenção do estatuto das patentes e dos apoios financeiros directos por parte do Estado, as grandes corporações defendem que são os baluartes da criação da inovação e de novos empregos.

Mas há quem faça a defesa das start ups provando precisamente o oposto: é nas empresas jovens que se produz mais inovação e se geram mais novos postos de trabalho, parecendo existir uma relação entre o amadurecimento empresarial e a redução de custos por via da extinções de empregos. Estarão os Estados capturados pelas grandes corporações e impedidos de “verem” o óbvio canalizando o dinheiro dos contribuintes para a aposta errada?

Eis um excerto (em inglês) do artigo original no TechCrunch:

“(…) Google and Microsoft have always prided themselves for hiring the cream of the crop of software developers. It is ridiculously hard to get a job at either company. But when technology’s top guns join these companies, they seem to make a smaller impact than those that don’t get hired. So would these companies be better served by releasing their most brilliant developers into the wild and arming them with seed financing to start companies? (They could negotiate partial ownership and right of first refusal on acquisition.) We would certainly get more innovation this way.

Simply put, if we are serious about lifting the economy out of its rut, we need to focus all of our energy on helping entrepreneurs. Provide them with the incentives (tax breaks and seed financing); education; and infrastructure. And gear public policy—like patent-protection laws—toward the startups. Let’s not bet on the companies that are too big to fail or too clumsy to innovate.”

Como será por cá? Small is beautiful all over again?

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