Poder de Compra em Portugal vale 75% do valor médio apurado para a UE a 27
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"GDP per inhabitant varied from one to more than even across the EU27 Member States" é este o título do destaque noticioso feito no final da tarde pelo Eurostat. É ainda uma estimativa preliminar para 2006 e a comparação com o passado é difícil atendendo às alterações de composição da União Europeia. Fica o nível que é em si significativo.
Para uma análise cronológica há já um dos elementos da fracção disponíveis: o deflator, as famosas Paridades de Poder de Compra. Poderá encontrá-las neste ficheiro com dados desde 1980 disponibilizado pela OCDE.
Barclays aumenta rede em Portugal
Arquivado em: Empresas, Instituições Financ.
Depois de há alguns anos se ter cogitado a hipótese de levantar âncora de Portugal fruto do negócio incipiente, o Barclays tem vindo a reforçar a sua oferta para o grande público "jogando" em posição destacada no competitivo mercado do crédito à habitação e da captação de poupanças. Senhor de uma reputação que custa a desaparecer – de banco elitista cobrador de umas senhoras comissões – o Barclays manteve durante muitos anos uma política de crescimento orgânico lento com apostas precisas em termos de expansão de rede, nunca descurando os seus clientes internacionais, Este ano porêm a aposta estratégica parece estar a mudar e o banco expandiu a sua rede em mais de 50%. A plavra de ordem que se lê é "exponencial".
Mais um player internacional a entrar no mainstream da banca portuguesa.
Será que haverá por aqui interesse em ir às compras, a médio prazo?
Veja-se o destaque no Jornal de Negócios.
Críticas à infraestrutura e acessibilidade do novo portal do INE
Avisado pelo António Dias cheguei à critica que se segue. A crítica é eminentemente técnica mas a técnica tem consequências ao nível do utilizador e da capacidade de reacção à necessidade de mudança do sítio face às sucessivas novas exigências que estão sistematicamente a inundar uma instituição com a exposição do INE (entre outros). As palavras são do João Craveiro um jovem estudante de Engenharia Informática e webdesigner e espero que esteja a exagerar um bocadinho mas confesso que já não é a primeiro crítica neste tom e com (alguns d')estes argumentos que me chega. Sendo certo que o INE estará atento a todas a críticas aqui se replica esta com a devida vénia, "INE tem novo sítio online… e é "acessível" (ou então não)!", in Lâmpada Azul por :
"E como todo o bom "novo sítio online", tem o símbolo português da tentativa de acessibilidade que, desta feita, não é uma ligação para uma página a dizer que "blá blá blá, acessibilidade, blá blá, temos pena, tentámos fazer o site acessível, blá blá", mas sim para uma "versão acessível" do site — que não tem praticamente nada do que a versão original tem.
Sintonizemo-nos: acessibilidade não é ter uma versão anorética de um site em que se tirou tudo o que não se consegue (ou não se teve competência para) fazer acessível (logo, tudo o que sobra — nem que seja, por absurdo, uma página em branco — é perfeitamente consultável por qualquer pessoa com qualquer equipamento — wow!). É utilizar tecnologias (deste século — here's the catch) para proporcionar, aos cidadãos com necessidades especiais, uma experiência de navegação o mais próxima possível (e como tal, não-discriminatória) da que os utilizadores sem limitações usufruem. Caso contrário, seria o mesmo que, por exemplo, em vez de se (pensar em) construir facilitadores de acessibilidade (rampas, elevadores, etc.) nas estações de Metro, se pusesse uma Volkswagen "Pão-de-forma" a passar de hora a hora nas estações de Metro para transportar quem não consegue aceder à plataforma de embarque!
De resto, nem é preciso abrir o código para adivinhar a qualidade do trabalho desenvolvido: quando se usa Flash para fazer 4 ícones animados de 30×30 píxeis (que podiam perfeitamente ser GIFs animados), tudo é possível. Claro que abrindo o código, comprova-se o prognóstico, depois de fazer scroll para ultrapassar as 100 linhas de CSS de alta qualidade que, para tomarem conta do aspecto visual das mais de 200 células contidas em cerca de 60 tabelas, têm de estar pertinho delas (e não numa folha de estilos à parte, "qu'hòrror!").
No ano da graça de 2007, século XXI, na crista do Plano Tecnológico e do combate à iliteracia digital e à info-exclusão, com dinheiro dos portugueses e da Europa, este é apenas mais um failed redesign — que iremos pagar de novo, quando a acessibilidade dos sítios de organismos públicos não seja um faz-de-conta."
Nos próximos dias manterei atenção sobre críticas e comentários ao novo portal do INE e havendo tempo (o que não é certo) farei uma breve análise à acessibilidade aos conteúdos.
O seu avô não pagou a segurança social em 19-e-troca-o-passo, por isso faço favor
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Há países onde os crimes de sangue não prescrevem. Por cá todos sabemos que não é assim. Se a justiça não encontrar o culpado em devido tempo (quantos anos são?) o crime prescreve. E é assim com todos os crimes… Quase todos.
Parece que Segurança Social anda a cobrar dívidas com cerca de 20 anos:"Segurança Social quer cobrar dívidas com 20 anos". Fico sem palavras.
Sobram apenas duas ou três para sublinhar que não consigo entender a existência de prescrição em crimes de sangue. Mas isso não é matéria para o Economia & Finanças.
Especulação ao rubro na bolsa lusa
Arquivado em: Dinheiros, Empresas, Mercados, Regulação Económica
- Martifer a superar os 50% de valorização depois do Millenium ter dado um empurrãozinho no dia anterior com a sua "previsão": "Martifer inicia negociação nos 12 euros".
- REN sub-avaliada em 50% segundo o BES quando decorre o período de subscrição do seu IPO. Basicamente o BES vem dizer que o Estado simplesmente ofereceu a REN ao desbarato ao mercado: "BES atribui à REN potencial de valorização superior a 50%". Será?
Seguramente são tempos de lucros inacreditáveis para a banca, correctores e para Euronext por via das comissões cobradas por cada ordem de negócio. Comissões que nos IPO, devido ao rateio, acabam por pesar muitos por cento no valor das acções e que se multiplicam por dezenas de milhares de investidores (63 mil na Martifer, por exemplo).
Grandes negócios para quem mexe os cordelinhos. Quanto ao resto da malta… cuidado, muito cuidado. Não se esqueça, manter o investimento bolsista abaixo dos 25% da carteira de investimentos nunca fez mal a ninguém e os tempos já propiciam perdas significativa se tomar as opções erradas ou se for apanhado na contra corrente destas estranhas avaliações e considerandos estrategicamente divulgados.
Como seria de esperar a Martifer quer o imposto de selo cobrado sobre OPS
“A Martifer, empresa que entrará em bolsa na próxima quarta-feira, também se prepara para processar o Estado pelo imposto de selo cobrado nas operações de aumento de capital que recentemente o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias (TJCE) considerou ser ilegal. (…)”
Ah pois é, pois é. Uma embrulhada.
Entretanto, enquanto lá fora se acumulam perdas nos mercados pelo 4º dia consecutivo, por cá a expectativa quanto à entrada em negociação da Martifer continua elevada e a REN garante a manutenção do frenesim bolsista por mais uns tempos.
Instituto Nacional de Estatística apresenta novo portal de estatísticas oficiais
Aqui fica o endereço (Portal do INE) com imagem e funcionalidades renovadas.
Nos próximos dias tentaremos destacar algumas das principais inovações e sugestões patrocinadas pela navegação neste nova portal. Para já há, naturalmente, algumas coisinhas a afinar. Estou certo que o INE agradecerá qualquer sugestão de melhoria apresentada pelos utilizadores.
Como nota final nesta primeira abordagem sublinho que o Portal é de acesso gratuito sem necessidade de registo prévio (a menos que se pretenda manter procedimentos de actualização automática de informação seleccionada gravados in loco).
