Fóruns Economia & Finanças

O preço do petróleo vai continuar a aumentar

CombustíveisO preço do petróleo vai continuar a aumentar. O preço do petróleo vai continuar a aumentar. O preço do petróleo vai continuar a aumentar. O preço do petróleo vai continuar a aumentar. O preço do petróleo vai continuar a aumentar. O preço do petróleo vai continuar a aumentar. O preço do petróleo vai continuar a aumentar.

Quando metermos todos isto na cabeça talvez seja mais fácil pensarmos além do gasóleo profissional, ou das descida dos impostos sobre os petrolíferos ou mesmo do muito provável aumento das margens comerciais que as refinadoras estarão a fazer a coberto da subida do preço da principal matéria prima.

É inegável que enquanto não se começam a ter resultados patrocinados pela capacidade de ver além dos 3 cêntimos de aumento de cada semana, estas aspirinas acima citadas têm o seu papel mitigando o desconforto, mas correm o risco, por este andar, de apenas contribuirem muito adiar a pega do touro que entretanto se aproxima com um tremor crescente.

Voltarei a este tema, naturalmente.

Publicado em 14 May , 2008 | Arquivado em Dinheiros, Empresas, Energia, Mercados, Regulação Económica | Deixe um comentário

Os últimos cartuchos dos Estados desesperados com a fome

” (…) “Estamos muito preocupados com o aumento dos preços do arroz”, afirmou ontem Demba Dahaba, em entrevista à Bloomberg, durante um encontro do Banco Africano de Desenvolvimento, que se realizou em Maputo, Moçambique. “Isentámos o arroz de taxas alfandegárias, mas estas são apenas medidas de curto prazo”, salientou. “A única opção é aumentar a produção para aumentar a sustentabilidade”, concluiu. (…)”

Abudacar Demba Dahaba, Ministro da Economia da Guiné Bissau, citado pelo Jornal de Negócios.

Publicado em 13 May , 2008 | Arquivado em Comércio Internacio., Pobreza / Riqueza, Política Económica, Política Fiscal | Deixe um comentário

Coeficientes de desvalorização monetária aplicáveis durante o ano 2008

Foi hoje publicada a Portaria n.º 362/2008, D.R. n.º 92, Série I de 2008-05-13
que

actualiza os coeficientes de desvalorização da moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante o ano de 2008, para efeitos de determinação da matéria colectável do imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas e do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares.

Foi também publicada a nova Lei do Sistema Estatístico Nacional.

Publicado em 13 May , 2008 | Arquivado em Dinheiros, Legislação, Números Estatística | Deixe um comentário

Centros Nacionais de Apoio aos Imigrantes

ACIDIConsistentemente têm chegado ao Economia & Finanças pedidos de esclarecimento e ajuda por parte de imigrantes em território nacional (legais e ilegais) relativos a obrigações e direitos envolvendo abono de família, assistência na doença, condições de legalização.

A todos recomendo uma deslocação ao CNAI - Centros Nacionais de Apoio aos Imigrantes em busca do melhor apoio para as suas questões. Sublinho que o CNAI se trata de um projecto de referência a nível internacional que tem contribuido para agilizar e melhor o relacionamento entre imigrantes e multiplas instituições do Estado português.

No sítio do ACIDI - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, pode encontrar-se a informação que aqui se reproduz:

SISTEMA NACIONAL DE APOIO AO IMIGRANTE

O Sistema Nacional de Apoio ao Imigrante é um dos Projectos ACIDI e conta como objectivo essencial, apoiar os imigrantes em diferentes áreas tão relevantes como sejam, nomeadamente, a saúde ou o emprego.

CNAI – Centros nacionais de Apoio ao Imigrante

Os Centros Nacionais de Apoio ao Imigrante são espaços dedicados ao acolhimento e informação com a integração de balcões do ACIDI, SEF, Segurança Social, Trabalho, Educação, Saúde, etc.. Os CNAI funcionam em Lisboa (desde 16 de Março de 2004) e no Porto (desde 5 de Abril de 2004).

Instalações dos Centros Nacionais de Apoio ao Imigrante:

CNAI Lisboa
Rua Álvaro Coutinho, 14
1150 - 025 Lisboa
Tel.: 21 810 61 00
Fax: 21 810 61 17
Horário: 2ª a 6ª das 08h30 às 16h30

CNAI Porto
Rua do Pinheiro, 9
4050-484 Porto
Tel.: 22 207 38 10
Fax: 22 207 38 17
E-mail: geral.cnai-po@cnai.acidi.gov.pt
Horário: 2ª a 6ª das 08h30 às 16h30″


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Publicado em 12 May , 2008 | Arquivado em Segurança Social, Sociedade | 1 Comentário

Quer cancelar a matrícula de um automóvel?

CongestionamentoO primeiro passo para cancelar uma matrícula de um automóvel que já não possui e que provavelmente já nem existe é pedir a apreensão do veículo. Pode fazê-lo online aqui (http://www.automovelonline.mj.pt/AutoOnline/), nas delegações do Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres, na Loja do Cidadão ou na conservatória do registo automóvel.
Feito isto há que esperar seis meses, findo este prazo poder-se-á requerer o cancelamento da matrículo ao abrigo do regime transitório que vigora até ao fim deste ano que permite precisamente limpar os registos evitando assim que se eternize sobre o contribuinte a obrigação de pagar impostos sobre um bem que já não controla. Veja-se este extracto de uma notícia de hoje publicada pelo Expresso on-line:

“A partir de hoje e até ao final do ano quem tenha destruído ou desmantelado o seu carro e não tenha obtido o respectivo certificado pode solicitar o cancelamento de matrícula. Nos casos em que os veículos (anteriores ao ano 2000) não tenham sido inspeccionados nos últimos cinco anos ou que tenham pedidos de apreensão há mais de seis meses o cancelamento será automático. É um “regime transitório e excepcional” que pretende regularizar a base de dados de veículos do Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT). Quem não regularizar a situação terá de pagar anualmente o Imposto Único de Circulação das viaturas que tiver em seu nome. (…)”

Se bem entendo a coisa, convem que quem esteja nesta incomoda situação se despache pois faltam pouco mais de 7 meses até ao fim do ano e consequentemente até ao fim do regime transitório e excepcional. Assim, se ainda não requereu a apreensão do veículo e tendo em conta que as autoridade terão 6 meses para o apreender antes que possa pedir o cancelamento da matrícula, o tempo escasseia.

Publicado em 12 May , 2008 | Arquivado em Consumo e Produtos, Dinheiros, Legislação | 1 Comentário

Comércio internacional - Importações reforçam crescimento

Fresquinhos, acabadinhos de sair:

Comércio Internacional Saídas e Entradas mantêm tendência de crescimento, com maior dinamismo nas Entradas - Fevereiro de 2008

“No trimestre terminado em Fevereiro, as saídas registaram comparativamente com o período homólogo (Dezembro 2006 a Fevereiro 2007) um aumento de 8,0% e as entradas de 14,4% tendo-se agravado o défice da balança comercial.
Face ao período homólogo, os Combustíveis e lubrificantes registaram um aumento de 55,9% nas entradas e de 54,5% nas saídas. Nas entradas, destaca-se o crescimento do Material de transporte, enquanto que nas saídas, é a categoria dos Produtos alimentares e bebidas que regista o maior acréscimo.”

Comércio Extracomunitário - Exportações aumentam 11,5% e Importações 26,4% , no primeiro trimestre de 2008 - Março de 2008″

No primeiro trimestre de 2008, as exportações registaram um crescimento de 11,5% e as importações de 26,4%, em relação ao período homólogo do ano anterior, determinando um agravamento do défice da balança comercial com os Países Terceiros.
A análise das trocas comerciais de bens com os países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) indicia que estes mercados emergentes não estão ainda a ser aproveitados pelas empresas nacionais como uma oportunidade para diversificação dos mercados de destino das suas exportações, apenas se denotando um crescimento e um peso significativo em termos das importações.

Publicado em 9 May , 2008 | Arquivado em Comércio Internacio., Economia Nacional, Números Estatística | Deixe um comentário

A especulação não explica tudo

A especulação não explica tudo. As pistas para o resto estão no artigo “O preço da “t-shirt” segundo Malthus” de Cristina Casalinho hoje publicado no Jornal de Negócios.

Um excerto:

“(…) Resumidamente, a folga produtiva existente na década de 90, período em que a evolução da oferta superou o ritmo de crescimento da procura devido à expansão da produtividade por via das novas tecnologias de informação, pela entrada da China no mercado mundial e pela globalização, encerra e, consequentemente, o período de preços baixos aproxima-se do fim. Vive-se outros tempos de reajustamento de preços relativos, agora, no sentido da subida, por via dos preços de bens energéticos e afins. Não será inflação, mas um novo patamar de preços: mais alto; com, no entanto, inevitáveis repercussões sobre o rendimento familiar. Assim, no mesmo modo que a baixa global de preços permitiu o alívio das condições de vida da população pobre mundial, essa melhoria pode agora estar comprometida.”

Publicado em 9 May , 2008 | Arquivado em Economia Internacio. | 1 Comentário

Das omoletes, dos ovos e dos ensaios sobre a cegueira

Por falar em opinião, o editorial de hoje do Jornal de Negócios, até pelo jornal em questão, é de se lhe tirar o chapéu: “Onde pára a polícia?

Publicado em 7 May , 2008 | Arquivado em Economia Nacional, Política Económica, Sociedade | Deixe um comentário

“O seu Banco sabe avaliar o risco?”

Rui Cerdeira BrancoÉ esta a pergunta que serve de mote ao primeiro artigo que escrevi e que hoje se publica no Jornal de Negócios. trata-se de uma coluna de opinião que se repetirá uma vez por mês, a uma quarta-feira.

Fica um excerto com ligação no final para o texto integral, publicado online.

(…) Soros cavalga a onda da recente crise financeira internacional apresentando-a como a prova definitiva de algumas das suas ideias mais polémicas. Antecipou para o fundamentalismo de mercado o mesmo destino do fundamentalismo marxista e considera inevitável para evitar uma sucessão de convulsões constituídas por bolhas e subsequentes estouros, em parte autofomentadas pelo sistema financeiro, um reforço da regulação económica.

No artigo que cito, Soros defende que os homens do dinheiro provaram sucessivas vezes que são péssimos na gestão do risco. De certa forma, Soros desculpa-os por ser uma autêntica aberração do sistema atribuir-lhes a exclusividade (ou quase) dessa responsabilidade. Afinal poucos terão tido a coragem de fugir à febre do ouro que era oferecida pelo incremento da actividade bancária e da consequente acumulação de lucros pelos seus bancos. Está na sua natureza. (…)

Continue a ler “O seu Banco sabe avaliar o risco?“.

Publicado em 7 May , 2008 | Arquivado em Dinheiros, Instituições Financ., Regulação Económica | 6 Comentários

Qual a diferença entre impostos directos e indirectos

Este blogue está longe de ser lido só por entendidos em Economia & Finanças, estou convencido que estes serão por ventura uma imensa minoria mas uma minoria. O objectivo inicial era precisamente apontar para uma audiência diversificada do leigo ao iniciado, tentando humildemente contribuir para um maior entendimento entre ambos. É nesse sentido que por vezes se tenta fazer por aqui alguma pedagogia explicando conceitos simples que são dados como adquiridos por qualquer economista.

ImpostosA tema de hoje é explicara diferença entre impostos directos e indirectos.

A explicação é simples. Designam-se por directos todos os impostos que incidem directamente sobre o rendimento apurado para um agente económico num determinado período de tempo, seja ele dos indivíduos, seja das empresas. Em Portugal há apenas um imposto directo que me ocorra, o Impostos sobre o Rendimento, chamado de IRS para as pessoas Singulares e de IRC para as pessoas Colectivas.

Em regra os restantes impostos - os que não incidem sobre o rendimentos mas antes sobre o consumo como sejam o Imposto sobre o valor acrescentado, o Imposto sobre os produtos petrolíferos, o Imposto sobre os veículos o Imposto sobre o Tabaco, entre outros - são impostos indirectos.

Quando ouvir falar em descer impostos directos e subir indirectos já sabe do que se fala.

Há uma caracterísitica dos impostos indirectos que não me agrada particularmente, funcionam como a picada de uma melga: o processo de cobrança de sangue é precedido de um anestesiante local. Eu preferia ter uma noção mais clara de quando e quanto estou a contribuir financeiramente para o Estado mas sei que há seguramente muito mais gente a ter uma ideia razoavelmente aproximada de quanto contribui através dos impostos que incidem sobre o seu rendimento, mas haverá muito poucos a ter a noção de quanto pagam através da globalidade dos impostos indirectos. Uma coisa é olhar para uma factura, outra coisa é chegar ao fim do ano e olhar para uma folhinha onde está, por exemplo, o total anual de retenções na fonte em sede de IRS. Estamos na âmbito da psicologia ou lá perto… Notem que é precisamente por isso que tem sido politicamente menos penoso mexer em alta nestes últimos do que nos primeiros.

Naturalmente há uma enorme discussão sobre muitos outros aspectos e implicações de cada tipo de impostos, suas vantagens e desvantagens de acordo com o ciclo e condicionantes de cada país, mas essa é uma discussão que nos levará já a outro nível de definição bem mais detalhada que ultrapassa o mero conceito que julgo estar dado.

Publicado em 7 May , 2008 | Arquivado em Dinheiros, Política Fiscal | 3 Comentários

Abono de família, abono de família pré-natal, majoração e subsídio de funeral - 2008

Para memória futura e respectiva consulta deixa-se aqui a ligação para a portaria nº 346/2008 de 2 de Maio de 2008 publicada em Diário da República onde se divulgaram os novos valores das seguintes prestações sociais a vigorar ao longo de 2008:

Abono de família para crianças e jovens;
Abono de família Pré-Natal;
Majoração de abono de família a crianças e jovens nas famílias mais numerosas;
E Subsídio de Funeral.

Foram ainda actualizadas através da mesma portaria as prestações por deficiência e dependência.


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Publicado em 5 May , 2008 | Arquivado em Dinheiros, Política Económica, Política Fiscal, Segurança Social | 1 Comentário

Portugal um país de emigrantes - 2008

Migrações

Fui de férias para o vale do Paiva e descobri que o Zé Maria, a Luísa, o Arlindo, a Elsa bem como os filhos pequenos ainda em idade pré-escolar emigraram para o Luxemburgo. Por cá a construção civil praticamente desapareceu e os serviços encontram dinamismo nos cuidados sociais em lares e pouco mais. Quem cai no desemprego não espera voltar a encontrar trabalho depressa. A porta emigratória continua aberta e as redes sociais da família que reside lá fora continuam activas. A decisão acaba por ser fácil, pelo menos até os filhos entrarem na escolaridade obrigatória.

Mas também o Pedro, a Sónia, a Cláudia, o Paulo e mais uns quantos amigos, a maioria colegas do curso de Economia, foram ou estão em vias de ir viver para fora do país. Todo competentes, todos quadros superiores, todos tinham empregos seguros em Portugal. As razões da saída (e os destinos) diversificam-se mas o movimento é inequívoco.

Quando e se ouvir dizer que o desemprego desceu vou pensar nestes meus amigos e conhecidos.

Publicado em 5 May , 2008 | Arquivado em Economia Nacional, Pobreza / Riqueza, Sociedade | 1 Comentário

Maio, mês de renovação

Viva!
Depois de alguns dias de quase total ausência para umas férias, o Economia & Finanças regressa com um novo visual e com algumas alterações técnicas e organizacionais. Por um lado, o Economia & Finanças deixou de ser membro efectivo da TubarãoEsquilo para passar a ser membro associado - digamos que saiu da União Europeia mas ficou na EFTA. Isto para o leitor não terá implicações de monta mas fica a nota a finalizar um ciclo cujo início também aqui anunciei em devido tempo.
Nos próximos dias haverá algumas novidades com alguns desafios que vão no sentido de reforçar a interacção com os leitores. Entretanto, deixem-me ir tratar de preparar a declaração do IRS que o final da 2ª fase já não tarda.

Publicado em 5 May , 2008 | Arquivado em Blogologia, Política Fiscal | Deixe um comentário

Lista de dividendos das cotadas para 2007 - 2008

Têm surgido vários pedidos de informação sobre este tema - os dividendos - pelo que interrompo brevemente o repouso para deixar aqui uma dica. O Jornal de Negócios tem actualizado regularmente a informação sobre o pagamento de dividendos relativos às empresas cotadas na Euronext Lisboa, a informação mais recente está disponível aqui.


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Publicado em 24 April , 2008 | Arquivado em Dinheiros, Empresas, Mercados | Deixe um comentário

Férias

O Economia & Finanças vai estar, pela parte que me toca, de férias. O regresso está agendado para Maio. Até lá, bons negócios!

Publicado em 11 April , 2008 | Arquivado em Blogologia | 2 Comentários

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