A meio do ano o comércio externo resiste com evolução positiva

De Janeiro a Junho, as saídas registaram um aumento de 9,2% e as entradas de 3,3%. Neste período, os Combustíveis e lubrificantes registaram uma queda de 15,2% nas saídas e de 27,0% nas entradas. O défice da balança comercial diminuiu 7,5% em relação ao período homólogo.

Nas saídas, deve-se salientar os acréscimos de 20,3% das Máquinas e outros bens de capital, de 11,3% do Material de transporte e acessórios e de 12,2% dos Fornecimentos Industriais. Por outro lado, nas entradas destacam-se os crescimentos de 13,3% dos Produtos alimentares e bebidas, de 7,6% dos Fornecimentos industriais e de 7,3% das Máquinas e outros bens de capital.

In INE. 

Os próximos meses serão particularmente interessantes de acompanhar. Durante quanto mais tempo as exportações e manterão com um ritmo de crescimento superior ao das importações? A desaceleração recente é passageira? Uma breve correcção? Será possível este país ter o Investimento a recuperar de forma duradoura e simultaneamente ter uma balança comercial em recuperação? Neste sentido, as estatísticas do comércio extra-comunitário já para Janeiro a Julho permitem antecipar um pouco (apenas um pouco) o cenário futuro:

"De Janeiro a Julho de 2007, as exportações registaram um crescimento de 15,8% e as importações de 2,9%, determinando uma redução do défice da balança comercial com os Países Terceiros de 14,2%
Face ao período homólogo destacam-se, nas importações, os crescimentos de 25,2% na categoria dos Produtos alimentares e bebidas e de 14,1% nos Fornecimentos industriais e no Material de transporte e acessórios e, nas exportações, de 38,7% do grupo Material de transporte e acessórios e de 37,5% do grupo das Máquinas e outros bens de capital. O grupo dos Combustíveis e lubrificantes registou, neste período, uma queda acentuada de 11,1% nas importações e 17,2% nas exportações."

In INE. 

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