Impacto das taxas moderadoras na utilização de serviços de saúde

Foi hoje divulgado o estudo preliminar “Impacto das taxas moderadoras na utilização de serviços de saúde” patrocinado pela Administração Central do Sistema de Saúde.
Destacamos a principal conclusão:

“(…) Em suma, os resultados encontrados apontam para que o aumento do valor das taxas moderadoras não tenha sido um factor crucial de limitação de acesso a cuidados de saúde em Portugal. A sensibilidade da procura de urgências hospitalares, em particular, aos valores das taxas moderadoras é baixa. A prescrição de medicamentos nas consultas aparenta ter maior impacto financeiro do que as taxas moderadoras sobre os cidadãos. Uma avaliação mais direta das razões para os cidadãos não terem recorrido a cuidados de saúde quando se sentiram doentes mostra que as taxas moderadoras não são encaradas como factor principal, e que o seu papel
como barreira de acesso a cuidados de saúde necessários aparenta ser diminuto de acordo com as decisões como reveladas pelos cidadãos.”

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4 Comentários

  • MANUEL BRANCO FERREIRAResponder

    Claro fazer negócio com as consultas médicas nos Serviços Púbicos não resolve a situação financeira do País
    Devolvam ao mar os barcos de pescas e da marinha mercante. Incentivem
    o amanho das nossas terras e florestas e exportem juntamente com os
    nossos minérios. Retomem uma ecocomia sustentável que prendam a juventude a interessar-se pelo seu País. Que os novos licenciados, como aconteceu com minha neta não digam que NASCI NO PAÍS ERRADO e engrossem os 25 mil diplomados com curso superior emigrados.
    Roubarem na saúde para financiarem outros fins só de loucos!

  • Tomás da SilvaResponder

    Os cálculos carecem de correção.Uma consulta marcada e confirmada, a qual precisava de vários exames-tac, análises e outros- para serem presentes, não se fizeram, porque as máquinas estavam avariadas. Custo:7,50, + transporte e outras despesas, como redução de salário e outras. Questionada a administração do hospital, não respondeu. Só por queixa apresentada na Provedoria de Justiça foram os exames feitos e marcada a consulta extraordinária. Os exames – 2 realizados a 15km de distância, custaram 535% acima dos anteriores. A nova consulta extraordinária realizada para análise daqueles exames,custou mais 7,50, fora transportes e dedução de salário e outros custos. Assim, também eu seria ministro da saúde ou administrador de hospital. Como cereja em cima deste bolo podre a Provedoria achou que “assim” é que tinha de ser, “dura lex sed lex”.

  • roubadoResponder

    passamos da demo, para o capitalismo, por isso a miséria, tem de imperar, para voltarmos, aos ricos e aos outros(trabalhadores, escravos, explorados, roubados e tributados, etc!!!@

  • Ana SilvaResponder

    O SNS está caro demais para os ordenados e pensões de miséria existentes neste país. Só nos resta esperar para morrer.

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