OS TRABALHOS DE SÍSIFO João Pinto e Castro I No início da Primavera de 2011, um vento de loucura assolou a sociedade portuguesa. Durante os meses seguintes, sucederam-se em catadupa decisões que, desafiando toda e qualquer racionalidade, conduziram o país (…)
Ler maisEtiqueta: João Pinto e Castro
Modesta homenagem: "Memorando para a salvação do capitalismo"
Repetidamente demos destaque a excertos de artigos de João Pinto e Castro nas páginas do Economia e Finanças, habitualmente publicados no Jornal de Negócios. Com a notícia da sua morte na madrugada de hoje, juntamo-nos singelamente à homenagem da sua (…)
Ler maisPara onde foram 12,2 mil milhões de euros?
A ler “Queimar dinheiro na praça pública” por João Pinto e Castro. Um excerto: “(…) Em 2011 e 2012, o governo português programou retirar da economia, sob a forma de aumentos de impostos ou cortes da despesa, 18 mil milhões (…)
Ler maisPor onde vais Europa? O que fazer?
A ler “A guerra dos sabe-se lá quantos anos” por João Pinto e Castro no Negócios. ” (…)” Que fazer? Sair do euro não é, por enquanto, uma opção atraente. Porém, as estimativas que há dois anos nos ameaçavam com (…)
Ler maisQuanto do dinheiro arrecadado pelo Estado é devolvido diretamente às famílias?
No artigo “Tudo o que sempre quis saber sobre as contas públicas mas teve vergonha de perguntar” de João Pinto e Castro hoje no Negócios apresentam-se 14 pontos que procuram satisfazer o desafio expresso no título: Quanto do dinheiro arrecadado (…)
Ler maisDa sageza dos bancos centrais, da história da democracia e do desemprego tecnológico
Três recomendações de leitura. A primeira: “O governo dos bancos, pelos bancos e para os bancos” por João Pinto e Castro. Um excerto: ” (…) Quando o sistema financeiro se fecha sobre si próprio e se aliena da economia real, reclamando (…)
Ler maisAlemanha: “Como pode alguém confiar num parceiro assim?”
A ler “Não se pode tomar banho duas vezes nas águas da mesma Europa” por João Pinto e Castro. ” (…) Fala-se muito em reconquistar a confiança dos mercados, mas o que irremediavelmente se destruiu na Europa foi a confiança (…)
Ler maisQual a melhor/pior forma de defender o interesse nacional na venda de participações?
A ler “O capital não tem pátria, excepto quando é estrangeiro” por João Pinto e Castro no Negócios. O autor sugere um manual de boas práticas interessante mas largamente ignorado há muitos anos: ” (…) Que critérios deveremos então ter (…)
Ler maisProduzir mais e melhor com os mesmos recursos igual a cada vez mais desemprego?
Lido há dias no Negócios: ” (…) Tendo a revolução industrial começado vai para um quarto de milénio, como se explica então que ainda haja alguém a trabalhar? E que função social útil desempenham afinal os empresários? A função distintiva do (…)
Ler maisUm dia os economistas hão-de perceber a economia
Mais uma sugestão de leitura, desta feita João Pinto e Castro em “Por que é que os economistas aparentam saber tão pouco sobre a economia?” no Negócios. Um excerto: ” (…) Dada tanta ignorância das realidades das economias contemporâneas, não (…)
Ler maisAs empresas já não podem tratar os clientes de cima para baixo: “Marketing Ombro a Ombro”
Recebemos o convite para assistir à apresentação do livro “Marketing Ombro a Ombro” da autoria de João Pinto e Castro (clique aqui para ver breve nota biográfica e bibliográfica) e, com autorização do autor, alargamos o convite a todos os leitores (…)
Ler maisThe Economist nos “apanhados”
Neste caso o responsável pelo “apanhado” é João Pinto e Castro. No seu texto “A grande mistificação” chama-nos a atenção para uma contradição que poderá ser também “apenas” um percalço próprio de quem tem dificuldades em abandonar uma velha cassete (…)
Ler maisA refinação de petróleo explica apenas uma parte da história
João Pinto e Castro, no Bl-g- -x-st- desmonta a forma como o jornal Público analisa o Boletim Económico de Outono ontem divulgado pelo Banco de Portugal num texto muito pedagógico. E que dizer do Editorial de Eduardo Moura? Ainda que (…)
Ler maisRe: Superstições Económicas
Caro Vizinho (permita-me esta liberdade a que acho piada na blogoesfera, bem como a minha discrição); Antes de mais, deixe-me que lhe diga que admiro e acompanho o seu Blogo Existo. Na prosa que escreveu ontem e que intitulou Superstições (…)
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