Portugal passou a lixo, segundo a Moody’s. Sobre esta novidade do final da tarde, sugerimos a leitura da opinião ácida de Luis Nazaré citada na Agência Financeira, aqui: “Luís Nazaré: agências de rating deviam ser varridas”.
Um excerto:
Ler maisDepósitos a Prazo, IRS, Finanças Pessoais, Calendários
Portugal passou a lixo, segundo a Moody’s. Sobre esta novidade do final da tarde, sugerimos a leitura da opinião ácida de Luis Nazaré citada na Agência Financeira, aqui: “Luís Nazaré: agências de rating deviam ser varridas”.
Um excerto:
Ler maisEm bom rigor o corte não será no subsídio de natal, será um imposto especial que será apurado como equivalente a 50% do valor do subsídio de Natal na parte em que este supere os 485€ a que corresponde o salário mínimo. Quando começará a ser cobrado? Será de uma vez e coincidindo com o mês de Novembro? Será repartido em parcelas até ao final do ano? Com as primeiras indicações (ainda não definitivas) avançadas pelo governo, o cálculo do imposto especial (ver “Oficial: subsídio de Natal cortado para metade acima do valor do salário mínimo”) deverá respeitar a seguinte fórmula:
Ler maisJá é oficial, vai ser criado um imposto especial, aplicável a todos os assalariados do país e trabalhadores independentes (rendimentos sujeitos a IRS) e será implementado (para já) apenas em 2011, equivalente a metade da parte do subsídio de natal que fique acima do Salário Mínimo Nacional em 2011 (485€). Não é claro como é que no caso dos trabalhadores independentes (que não auferem o subsído de natal) se fará a equivalência ou se determinará o imposto. Ou seja, se bem entendemos as declarações do Primeiro Ministro, um vencimento bruto de 1000€ será sujeito a um imposto de 50% sobre (1000€-485€) que equivalerá a 257,50€ de imposto.
Ler maisO relatório da OCDE sobre competências dos estudantes no uso da internet e dos computadores que tem hoje alimentado muitas notícias sobre a situação em Portugal, está disponível para o grande público e poderá consultá-lo nesta ligação “PISA 2009 Results: (…)
Ler maisNa peça “Software para fuga ao Fisco lesa Estado em milhões” do Dinheiro Vivo além de se dar testemunho sobre a situação actual em termos de combate à fraude fiscal e das formas de contornar (ilegalmente) o sistema de controlo das finanças sublinha-se um aspecto que complica a acção das autoridade de inspecção (sejam elas do fisco ou da generalidade dos reguladores económicos) e que decore de um exigência legal: em Portugal a lei obrigar a que se proceda à notificação antecipada da entidade visada por uma inspecção, antes dessa inspecção se iniciar. Ou seja, o inspector só pode inspeccionar se avisar com antecedência que vai lá bater à porta…
Ler maisO Banco de Portugal tomou a iniciativa de preparar e disponibilizar um desdobrável de duas páginas com “as medidas de condicionalidade estrutural contidas no Memorando de Políticas Económicas e Financeiras (MEFP), as condições da assistência financeira e o cenário macroeconómico subjacente” bem como uma brochura de 32 páginas contendo a “descrição e prazo de implementação das medidas estruturais contidas no Memorando de Entendimento (MoU), com a Comissão Europeia, e no MEFP, com o FMI” a ainda “as condições da assistência financeira e o cenário macroeconómico subjacente até 2016.”
Ler maisO conjunto dos 27 países da União Europeia investe cada vez menos capital no exterior e a redução desse investimento só é superada em ritmo pela “velocidade” a que se reduz o investimento externo nos países da União Europeia. Os dados de 2010 hoje divulgados pelo Eurostat confirmam esta tendência que vem ocorrendo desde 2007. Portugal terá sido um dos poucos países da União que, em 2010, registou um investimento directo estrangeiro positivo (considerando o resto do mundo sem União Europeia).
Ler maisVia The Economist chegámos ao relatório anual das Nações Unidas sobre drogas no mundo, o World Drug Report 2011. Neste documento extenso analiza-se a situação em todo o globo referente às principais drogas como a heroína, a cocaína, a cannabis, entre outros. O relatório apresenta um ponto da situação global e depois analisa com detalhe a situação dos vários continentes. Conclui com um anexo estatístico particularmente interessante onde apresenta dados para prevalência do consumo das drogas, as consequências para a saúde, a procura de tratamento e claro, a produção. Estatísticas que permitem, por exemplo, efectuar comparações como a destacada pela peça do The Economist onde se comparam as diferenças (muito significativas) do custo da cocaína em diversos países ricos.
Ler maisCom a tomada de posse de um novo governo começam a surgir algumas das palavras-chave que poderão vir a acompanhar-nos ao longo dos próximos meses. Uma expressão que nos cativou em particular e sobre a qual pretendemos ir mantendo os (…)
Ler maisPor mais ponderosas que tenham sido as razões para colocar os seus filhos em escolas de ensino privado, é cada vez mais evidente que outros argumentos, muito provavelmente de ordem financeira, estão a levar muitas famílias a transferir os seus filhos (…)
Ler maisReceita a desacelerar e despesa em queda. Com a avançar do ano as distorções provocadas por diferentes calendários de IRS, pagamento de dívida, duodécimos, etc, vão-se esbatendo e a imagem da síntese de execução orçamental tende a reflectir de forma (…)
Ler maisO XIX governo português terá 11 ministros, menos 5 que o anterior: Primeiro Ministro – Pedro Passos Coelho Ministro Negócios Estrangeiros – Paulo Portas Ministro das Finanças – Vítor Gaspar Ministro da Economia – Álvaro Santos Pereira Ministro da Educação (…)
Ler maisDamos destaque a uma notícia (“Pescanova reduz embalagens“) sobre a iniciativa da Pescanova em reduzir em 15% o tamanho de algumas das suas embalagens de produtos congelados. Com esta singela medida, consegue-se embalar a mesma quantidade de produto, reduzir o número (…)
Ler maisA ler o artigo “Falhado o Plano A para a Grécia, não faltam “planos B”” de Jorge Nascimento Rodrigues sobre alternativas aos planos actuais de “combate” à crise da dívida soberana. Destacamos em particular o plano F como particularmente cativador. (…)
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