O Dow Jones precipita-se, a euribor também. Este é o padrão da semana corrente. Não aposto nem um cêntimo em como será o “padrão” para a semana. Eis o boneco que o Banco de Portugal actualiza todos os dias. Este relativo a dia 15 de Outubro de 2008. A Euribor
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É uma das notícias que acompanha a apresentação do Orçamento de Estado de 2009. Já se sabia por acordo internacional a nível da União Europeia que o limite mínimo de garantia dos fundos de garantia nacionais seria fixado em 50.000€, havendo liberdade para os Estado reforçarem esse montante. Foi o
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“(…) In the summer of 1976 I got a first taste of the policy world myself, as part of a small group of MIT students sent to work for the central bank of Portugal for three months. At the time Portugal was in considerable chaos, in the aftermath of a
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Enquanto as novidades do Orçamento de Estado vão saíndo às pinguinhas não há nada como ir acompanhando as novidades por aqui: http://orcamentoestado2009.info/. Um treco com a marca C!.
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E eis que o Nobel chega aos blogues. Congratulations! Aquele que tem sido um dos blogues internacionais de leitura obrigatória nas últimas semanas está em festa 🙂 Eis a reacção do próprio: “October 13, 2008, 7:40 am An interesting morning A funny thing happened to me this morning … “
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No passado dia 30 de Setembro o Economia & Finanças fez 2 anos. Desde que o nosso contador favorito de visitas foi instalado, em meados de 2007, recebemos mais de um milhão e meio de page views para mais de 800 mil visitantes. Esta semana ultrapassámos pela primeira vez o
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A concertação de ontem por parte dos bancos centrais que os levou a descerem as suas taxas de juro parece ter sido tiro de pólvora seca quanto ao objectivo de reactivar o mercado monetário interbancário, promovendo como consequência a queda da euribor. Esta taxa voltou a subir significativamente hoje. Enquanto
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” (…) Nunca antes foi tão claro (…) o risco que foi criar uma União Económica e Monetária sem precaver a necessidade de construir uma arquitectura sólida de gestão macroeconómica ao nível da UE. Liberalizaram-se os mercados de capitais; aligeirou-se a regulação nacional sem a devida compensação a nível continental; retirou-se
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