Pouco menos de metade das empresas portuguesas continuam a não ter sítio na internet

Quantas empresas portuguesas continuam a não ter sítio na internet? Segundo o Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas de 2012, hoje divulgado pelo INE, a percentagem de empresas com 10 ou mais pessoas ao serviços que usaram a internet para realizar comércio eletrónico manteve-se constante face a 2011, nos … Ler mais

Os seus direitos: Conhece o Centro Europeu do Consumidor em Portugal?

Todos os países da União Europeia (mais a Noruega e a Islândia)  têm um Centro Europeu do Consumidor que integra a Rede de Centros Europeus do Consumidor. Estes centros são co-financiados pela Comissão Europeia e pelo respectivo estado. Em Portugal, o Centro localiza-se fisicamente em Lisboa (Saldanha) e possui um endereço na internet (http://cec.consumidor.pt/)  através do qual poderá aceder a informação diversa e pedir auxílio, nomeadamente na resolução de conflitos transfronteiriços.

Mas que ajuda dão os Centros Europeus do Consumidor? Basicamente dispõem-se a ajudar e aconselhar os consumidores quando estes realizam aquisições de bens e/ou serviços a comerciantes sediados num estado da União (mais Noruega e Islândia) diferente do de residência do consumidor. Como se pode ler no sítio:

“- Informa o consumidor quanto a questões relacionadas com o Mercado Interno;
– Presta informação jurídica e assistência na apresentação de reclamações;
– Facilita o acesso à justiça alternativa, disponibilizando um acesso esclarecido aos ADR europeus;
– Presta informação sobre a legislação comunitária e nacional;
– Realiza estudos comparativos sobre preços, legislação e outros assuntos relacionados com o consumo”

Eis um exemplo prático que encontrámos num comunicado da Comissão Europeia:

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Compras no estrangeiro pela internet: custos e despesas com impostos e alfândega (act.)

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As regras de desalfandegamento com os inevitáveis custos com impostos e taxas aplicáveis a produtos adquiridos no estrangeiro (por exemplo, via internet) podem ser consultadas num folheto de informação útil da Direcção-Geral das Alfândegas e dos impostos especiais sobre o consumo consultável aqui: “INFORMAÇÃO ÚTIL PARA O DESALFANDEGAMENTO DE ENCOMENDAS POSTAIS (clique aqui para aceder)“. Uma das novidades mais recente-se prende-se com a isenção de cobrança de IVA: “Os bens objecto de venda por correspondência passam a estar incluídos no limiar da isenção do IVA aplicável às remessas de valor insignificante, € 22.“.

O folheto de informação contém 3 páginas e inclui informação sobre produtos de importação proibida além do seguinte detalhe sobre o tema aqui abordado:

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Pouco mais de metade das empresas portuguesas tem sítio na internet em 2011

Mais um inquérito oficial com dados sobre a utilização da internet e afins, desta feita a edição de 2011 do Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas  realizado pelo INE (clique para aceder). Destacamos três parágrafos da publicação de sete páginas: “Das empresas não financeiras com 10 e mais pessoas ao … Ler mais

Compras online: dificuldades na devolução de produtos adquiridos no estrangeiro

A Comissão Europeia divulgou recentemente as conclusões de um estudo que teve por base «Clientes mistério» da Rede de Centros Europeus do Consumidor. Na sequência do estudo foi elaborado o  relatório (Estado da e-União ou “Online Cross-border Mystery Shopping – State of the e-Union” ) que é já a segunda edição (a primeira realizou-se em 2003) e apresenta os resultados de 305 compras em 28 países. As indicações são agora mais positivas, por exemplo:

“(…) a entrega a partir do estrangeiro revelou-se geralmente fiável, tendo sido 94% das encomendas entregues (um aumento em relação a 2003, em que este valor era de 66%) e apenas um dos produtos apresentava defeito. Todavia, os compradores depararam-se com mais problemas ao devolver os bens (como parte dos direitos de cancelamento a nível de toda a UE), com reembolso total das despesas, por exemplo. Além disso, 60% dos sítios Web inicialmente seleccionados para a verificação por serem conviviais para as vendas transfronteiriças apresentaram, de facto, problemas (por exemplo, com as opções de entrega, de pagamento e linguísticas), o que os tornou desadequados para os compradores online de outros países da UE.”

O principal destaque pela negativa vai para algumas mentiras descaradas quanto aos direitos dos consumidores no caso de se proceder à devolução. Segundo a Comissão Europeia:

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Os seus hábitos de Consumo estão a mudar?

Recomendamos a leitura de uma entrevista a  José António Rousseau, autor do Manual da Distribuição e docente de Distribuição e Consumo Sustentável da licenciatura em Ciências do Consumo do IPAM recentemente publicada na Meios & Publicidade Eis um curtíssimo excerto: “O que mudou nos hábitos dos portugueses que está a fazer com que já não vejam como … Ler mais

Quanto maior a empresa, mais uso faz da internet

Em sete páginas o INE resume o “Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas” de 2010 e uma das evidência é precisamente a de que a internet é um instrumento de trabalho tanto mais disponível quanto maior a empresa. É quando se analisa o conjunto de empresas incluindo as mais … Ler mais

O Economia & Finanças, a publicidade e os programas de afiliados

Temos subscrito ao longo dos últimos meses vários programas de afiliados, ou seja, temos tido alguns anúncios gráficos e raríssimos links de alguns anunciantes que funcionam essencialmente numa lógica de pagarem pela publicidade que colocam apenas se conseguirem registos ou vendas de clientes que a eles chegam por via do Economia & Finanças. felizmente há outras modalidades de publicidade que dão um retorno mais justo aos sítios na internet, mas decidimos não recusar liminarmente esta outra forma de relacionamento entre consumidores e comerciantes.  No caso dos programas de afiliados, mostrar os anúncios ou mesmo ter quem clique neles, salvo raríssimas excepções, não oferece nenhum retorno a quem autoriza a difusão dos anúncios.

Decidimos recentemente ir além do “arrendamento” com retorno eventual de algum espaço e iremos ter uma atitude mais interventiva, em particular, na selecção e promoção de alguns programas de registo e de vendas online. Assim, sempre que encontremos entre os vários programas de afiliados algumas oferta que julguemos poder ser particularmente interessante para os nossos leitores (passando pelo incontornável crivo de as podermos achar interessantes para nós), consideraremos destacá-la num artigo devidamente assinalado como publicitário.

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