Tem certificados de aforro da série C? Isto interessa-lhe

Se tem certificados de aforro do série C que esteve em subscrição entre 2008 e janeiro de 2015 terá interesse em reavaliar essa aplicação muito em breve.   Taxa de juro dos certificados de aforro série C vai cair A menos que haja alguma deliberação que altere a Portaria n.º 268-D/2012 de 31 de agosto (algo que não se … Ler mais

Certificados do Tesouro Garantem Retorno Acima da Inflação

Certificados do Tesouro Garantem Retorno Acima da Inflação

As taxas dos certificados de aforro e do tesouro poupança mais continuam o seu comportamento típico dos últimos já longos meses: a taxa dos certificados de aforro em queda continuada e a dos certificados do tesouro com o IGCP a manter a remuneração em vigor há mais de um ano. Nas subscrições a efetuar durante … Ler mais

Nova Época de Ouro dos Certificados de Aforro e do Tesouro

Estamos perante uma nova época de ouro dos certificados de aforro e do tesouro? Nos primeiros dois meses de 2016 os títulos de dívida pública colocados junto dos particulares, os tradicionais certificados de aforro e os mais recentes certificado do tesouro poupança (CTPM) mais, registaram um aumento do stock em €612 milhões o que representa … Ler mais

Certificados do Tesouro são mais competitivos a quatro e cinco anos

Há cerca de três depósitos a prazo no mercado a quatro anos e cerca de seis depósitos a prazo a cinco anos; em ambos os casos, a taxa média dos certificados do tesouro poupança mais bate a concorrência destes depósitos em termos de taxa de juro. De facto, para uma aplicação a quatro ou a … Ler mais

Novas subscrições de Certificados do Tesouro terminam a 31 de agosto de 2012

Novas subscrições de Certificados do Tesouro continua particularmente populares. Este produto tem potencial para, a prazo, vir a superar os certificados de aforro enquanto produto de dívida pública mais poplar junto dos particulares (vendas a retalho). Este artigo dá destaque a uma transformação das condições associadas aos certificados do tesouro cuja subscrição é retomada juntos dos … Ler mais

Portugueses detêm 25% da dívida nacional; em Espanha e Itália valor é superior a 56%

Em várias artigos na edição de hoje do Jornal de Negócios analisa-se a dívida pública e a história recente lusitana da sua posse por particulares. Num dos artigos refere-se uma iniciativa do Estado Italiano conhecida como o “Dia das Obrigações” no qual havia uma “promoção” que isentava os aforradores nacionais que subscrevessem títulos do tesouro italiano do pagamento das habituais comissões. A iniciativa insere-se numa tradição de forte aquisição interna das emissões de dívida do próprio estado italiano pelos residentes. Segundo o Negócios, o BCE indica que em Itália cerca de 57% da dívida pública está na posse de nacionais, descendo esse número para 25% no caso de Portugal. Esta realidade italiana (e também Espanhola: 58%) é apresentada como uma vantagem por parte destes países em tempos de incertezas e de encerramento dos mercados internacionais à emissão de dívida pública pois, objectivamente, a dependência face ao exterior é menor.

Por cá, nos últimos anos, têm-se somado disparates (recordamos a brutal perda de confiança nos Certificados de Aforro depois da reforma Costa Pina, há alguns anos – recorde o fundamental desta história em “Era uma vez um Certificado de Aforro“) e reações tardias (é ainda recente a criação dos certificados do tesouro, que após um arranque muito interessante, se revelam hoje incapazes de cativar os aforradores nacionais na dimensão de que o Estado necessitará). Ainda durante o consolado de Teixeira dos Santos ficou no ar que em 2011 surgiriam novos produtos/modalidades de subscrição da dívida pública, por parte de particulares, que potenciasse um aumento do rácio de detenção da dívida pelos nacionais (e da taxa de poupança), contudo, caiu o governo, surgiram novos governantes e, até ao momento, não identificámos qualquer indício de que algo do género esteja a ser cogitado.

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De onde vem o dinheiro que engorda os depósitos a prazo?

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Recorde-se o artigo que aqui publicámos ontem sobre os depósitos a prazo: “Portugueses depositam o equivalente a 91,2% do PIB “. Face a isto é legitimo perguntar de onde vem este dinheiro.

 Ora já esta semana o IGCP revelou que o duo Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro estão a registar, em termos líquidos, resgates muito importantes, da ordem das centena de milhões de euros todos os meses.

Por outro lado atente-se na peça “Fundos de investimento nacionais nunca valeram tão pouco” do Económico. Dois excerto:

” A indústria de gestão de activos nacional está a perder músculo. Os fundos de investimento portugueses têm actualmente 11,7 mil milhões de euros sob gestão, o valor mais baixo desde que existem registos, ou seja, Dezembro de 1999. Para se ter uma ideia do que esse valor representa na indústria global, só o maior fundo do mundo, o Pimco Total Return, vale 180 mil milhões de euros, ou 15 vezes mais do que toda a indústria nacional. (…)

No início de 2000, a indústria nacional estava avaliada em pouco mais de 20 mil milhões de euros e cresceu até atingir os 30 mil milhões em meados de 2007. O choque do ‘subprime’ erradicou então cerca de 15 mil milhões até Fevereiro de 2009 e após alguns meses de recuperação a indústria voltou a entrar numa espiral de perdas, desta vez despoletadas pela crise na Grécia. Mas entre as duas crises que afectaram a indústria existe uma diferença: enquanto na primeira as perdas em bolsa foram acompanhadas pelos resgates dos particulares, actualmente são os resgates quase os únicos responsáveis pelas perdas. (…)”

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Taxa de juro até cinco ano sobe para 2,15% nos Certificados do Tesouro

Como é sabido apenas a remuneração até aos 5 anos de maturidade, exclusive, tem sido revista mensalmente nos Certificados do Tesouro. As restantes, a 5 anos e até aos 10 anos estão fixadas nos 6,8% e nos 7,1% respectivamente. Assim, as taxas aplicáveis a poupança constituida em Agosto de 2011 respeitarão as seguintes remunerações: ” … Ler mais