Novas regras no seguro de vida na forja

Custa a acreditar, mas em Portugal as seguradoras não estão obrigadas a tentar contactar os beneficiários de um seguro de vida assim que tomem conhecimento do óbito do segurado. Segundo se lê na imprensa (aqui, por exemplo) o Governo, talvez inspirado pelo crescente número de seguros de vida  que os portugueses vão subscrevendo ao sabor da onda que os leva a recorrer ao crédito, está a preparar legislação precisamente no sentido de alterar esta prática. Mais uma área onde inegavelmente havia (e ainda há) lacunas de regulação e onde o mercado falha em tornar desnecessário o papel do regulador.

Publicado em 27 July , 2007 | Arquivado em Dinheiros, Regulação Económica, Sociedade |

Comentários

2 comentários a “Novas regras no seguro de vida na forja”

  1. joao afonso em 27 July, 2007 5:19 pm

    Tão importante quanto o assunto em apreço seria legislar sobre os clausulados dos seguros de vida risco, nomeadamente aqueles que são contratados para salvaguarda de créditos, dado que os mesmos na cobertura de Invalidez Permanente apenas funcionam na melhor das hipóteses se a mesma for superior a 66% !!!? Seria mais adequado funcionarem com base nas tabelas práticas de invalidez usadas nos seguros de acidentes de trabalho, recebendo-se uma indemnização baseada no capital contratado versus % de invalidez.

  2. Manuel Moura em 31 July, 2007 6:46 am

    É tudo uma questão de preço (mais coberturas=taxas mais elevadas). Competirá ao subscritor decidir o âmbito de coberturas desejado desde que a instituição bancária não obrigue o cliente a contratar o seu produto…

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