Confinamento reforçado – 18JAN2021

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Confinamento reforçado pelo governo a 18 de janeiro de 2021 para entrar em vigor dia 20 de janeiro à meia-noite.

Eis as principais medidas anunciada após mais um conselho de ministros extraordinário:

– Proibida a venda ou entrega ao postigo em qualquer estabelecimento do ramo não alimentar e de qualquer tipo de bebida nos estabelecimentos autorizados;

– Proibida a permanência e consumo de bens alimentares nas imediações dos estabelecimentos;

– Encerrados todos os espaçso de restauração em centros comerciais, mesmo em regime de take away;

– Encerramento de espaços de lazer como campos de padel e ténis;

– Proibidas campanhas de saldos, liquidações e promoções que promovam a deslocação de pessoas;

– Proibida a permanência em espaços públicos (jardins, por exemplo);

– Encerradas universidades sénior, centros de convívio e centros de dia;

– Proibição de circulação entre concelhos aos fins de semana;

– Todos os estabelecimentos de qualquer natureza devem encerrar às 20h nos dias úteis e às 13h aos fins de semana, com exceção do retalho alimentar que nestes dias poderá prolongar-se até às 17 horas;

– Reforço da fiscalização por parte da ACT e das forças de segurança

As medidas de confinamento reforçado deverão entrar em vigor nos próximos dias.

Não deixe de ler todos os artigos sobre o COVID-19 que temos publicado, muitos deles destacando perguntas e respostas sobre algumas das medidas mais emblemáticas.

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6 Comentários

  • Maria Brito Responder

    Um bem necessário é certo …😪
    Mas só por causa da ESTUPIDEZ das (pessoas ) !

  • EUGENIO Responder

    O PM esqueceu-se de dizer se as restrições anunciadas tinham efeito imediato

  • Anabela Almeida Lopes Cruz Lote Responder

    O PM ainda não percebeu que não pode contar com o bom senso das pessoas??? Mais umas restrições e outras exceções ( muitas) e vão continuando a morrer pessoas ( muitas) e cada vez mais contágios.
    Não faltará muito para estarmos sem médicos e enfermeiros pois os que ainda estão ao serviço estão a entrar em esgotamento físico e psicológico.
    Fechem tudo duas semanas…. o que custa tomar esta decisão???
    Não ponham na mesma balança a vida das pessoas e a economia.

  • luslopes Responder

    Muita esperteza e pouca inteligência sem conhecimento de causa. Seria muito bom obdecer às regras decretadas e depois sim, veríamos o sucedido, infelizmente a obediência é insuficiente ou quase inexistente assim vamos pagando com a vida a imprudência.

  • Manuel Marto Responder

    É curioso ver …… tanta gente que se diz tão letrada… tanta gente que se promove como sendo culta, tanta gente que viaja e faz muitas visitas culturais, tanta gente que lê muito muito…., que vai ao teatro etc….., que andam sempre preocupados em estar na moda, que se acham muito muito inteligentes, e que lutam sem fim para serem únicos e com grande personalidade, enfim….. tão cultos e tão modernos,…… para no fim adotarem a postura não de uns completos idiotas, desrespeitando as orientações das autoridades de saúde e colocando em causa um principio fundamental: o da preservação da vida humana. Tudo em nome de imenso egoísmo pessoal crescente a que nossa sociedade se foi tornando e que infelizmente não ficará por aqui.

  • Luis Responder

    Boa Tarde a todos.
    Concordo com a maior parte dos comentários escritos.
    Não compreendo apenas uma situação. Qual o drama do atual presidente da Republica solicitar ajuda ás forças armadas para auxiliar as forças de segurança a policiar as ruas e autuar os prevaricadores ? Passam-se horas semanas e meses é raro ver um elemento da PSP e/ou da Gnr na rua é frequente ver gentalhas reunidas em torno de cafés a “”confratenizar”” de cara descoberta.
    A Policia quem a quer ver é nas respetivas esquadras.. Sou da opinião que as forças armadas devem neste período de covid auxiliar a segurança e o cumprimento das normas de higiene sanitária e autuar sem dó nem piedade. SE EU CUMPRO OS OUTROS DEVEM CUMPRIR EXIGO ISSO. Pela saude de todos os que estão na linha da frente e de todos os que estão a ser prejudicados por isto e pela própria economia…

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