Vai ser possível usar contas poupança reformado/educação para amortizar o crédito à habitação

Vai ser possível usar contas poupança reformado/educação para amortizar o crédito à habitação. É isto que resulta de uma decisão recente tomada pela Assembleia da República.
Foi aprovada em comissão parlamentar (por todos os partidos) uma proposta do PS que vem autorizar a utilização de poupanças detidas em planos poupança-reforma, planos poupança educação ou planos-poupança-reforma/educação para pagar as prestações do crédito à habitação sem que se incorra na penalização habitual e perda e devolução agravada de benefícios fiscais.

Nas próximas semanas (o processo legislativo tem ainda mais algumas etapas) passará assim a ser possível às famílias que ainda tenham poupanças congeladas nestes produtos, recorrer a elas para pagar as prestações mensais do respetivo crédito à habitação.

Este artigo foi publicado em outubro de 2012.

5 comentários em “Vai ser possível usar contas poupança reformado/educação para amortizar o crédito à habitação”

  1. Boas notícias…
    Há muito que esta medida é necessária visto que, imensas pessoas possuem incumprimentos e foram penalizados por resgates antecipados devido a factos inesperados nas suas vidas…
    Cump,

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  2. Uma pergunta:
    Isto também é válido para os PPR do estado?, aqueles que assinámos há uns anos no tempo de Sócrates e que recentemente me disseram na Segurança Social que não lhes posso tocar até aos 65 anos. SE conseguissem esta informação agradecia. Cumprimentos RA

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  3. Medida, medida seria poder resgatar as poupanças reforma/educação para tudo e mais alguma coisa como, por exemplo, pagar a renda, pagar as contas da água, luz, gás e, até, matar a fome… Sim, matar a fome! Não tem lógica nenhuma, nos tempos que correm, ter dinheiro trancado às sete chaves e a apodrecer numa conta qualquer…
    Mais… esse dinheiro até dava para estimular a economia: Podia servir para investir num pequeno negócio, criar emprego próprio e, ainda, ajudar mais alguns a sair da lista negra do desemprego…
    Enfim, quando é que os nossos políticos vão acordar?

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