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O papel de embrulho dos Bancos Centrais: too little, too late

Desde o último artigo escrito em meados da semana, surgiu uma “Novidade” na acção dos Bancos Centrais. Reconhecendo que a gripe financeira demora a passar e temendo ainda uma potencial pneumonia, tentaram algo de novo: anunciar uma acção concertada entre cinco deles com o sentido de assegurar que não faltará dinheiro aos bancos que o desejarem.

Mexer concertadamente nas taxas de juro num cenário de subida da inflação e com economia locais em pontos ligeiramente diferentes do ciclo económico afigura-se complicado. Restou esta acção do lado das disponibilidades, uma acção que segundo de pode “ler” pela reacção dos mercados monetário e de acções não terá sido encarada como um auxílio determinante.

Aparentemente o que terá passado é uma medida quase insignificante, anunciada com pompa e circunstância. A eficácia, para já, desta concertação parece ter falhado. Estarão os Bancos Centrais de pés e mãos atadas para tratar esta gripe? Good bless you!

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