E se se “fundissem” as OPAs sobre a REPower?
Os sinais de namorico entre os dois pretendentes ao controlo da REPower já tinham surgido nos últimos dias, nomeadamente com a constatação pública de que, neste momento, ambos os interessado detêm cada um cerca de 30% das acções. Hoje chega notícia da verbalização de uma evidência
« (…)Segundo a edição de hoje do jornal britânico 'Financial Times', o presidente e director executivo da Suzlon Energy, Tulsi Tanti, afirmou que, (…) "Não é como se amanhã eles [a Areva] fossem vender a sua participação e ir embora, ou se nós vendêssemos a nossa e deixássemos a luta", afirmou Tanti ao Financial Times. Para o líder da Suzlon, "teremos que sentar-nos [com a Areva] e criar algumas regras básicas (…) e em última análise, desenvolver em conjunto o negócio".»
Mais um cenário alternativo que se abre para o fim possível desta novela negocial anunciado para 25 de Maio. Resta saber quem tinha à partida este cenário como um objectivo desejável e quem quereria genuinamente controlar a REPower. Aparentemente para a Martifer, accionista mais relevante antes do anúncio da OPA, o mais relevante será assegurar a colaboração operacional com a REPower em consórcios que avancem para os inúmeros concursos público internacionais na construção de parques eólicos, assegurando também a colocação dos seus produtos nesta indústria florescente.
Publicado em 16 May , 2007 | Arquivado em Empresas, Energia, Mercados |
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