Porquê pagar comissões por tudo e por nada?

Nos últimos anos tem sido moda pagar comissões bancárias. Os juros caíram e os bancos baixaram os juros que oferecem nos seus depósitos e ainda aumentam as suas comissões a torto e a direito. Mas será que isto faz sentido? Será que tem de pagar comissões por respirar?

Porque é que as comissões têm andado a subir?

No passado, a grande fonte de rentabilidade dos bancos era a concessão de crédito. Os bancos financiavam-se com uma taxa mais baixa e depois concediam crédito com uma taxa superior. Acontece que as taxas de juro caíram para valores perto de zero e muitos clientes, mesmo assim, deixaram de pagar os seus créditos. Assim, os bancos tiveram de se voltar para outras fontes de receitas e qual a receita mais fácil de aumentar?

Acertou… o mais fácil de fazer é aumentar as comissões de manutenção de conta e outras comissões. Muitos bancos sabem que os seus clientes muitas vezes nem reparam que pagam comissões e mesmo que reparem a inércia faz o seu trabalho.

Porque é que pagamos comissões bancárias?

Esta pergunta tem uma resposta interessante. Em primeiro lugar, muitas pessoas são levadas a pensar que todos os bancos cobram comissões por tudo e por nada. Não é verdade. Há bancos que não nos cobram estas comissões. Em segundo lugar, mais uma vez, apesar de algumas pessoas saberem que podem mudar, simplesmente não mudam. Por inércia. Porque têm um crédito habitação (que também não querem transferir para poupar dinheiro com um spread menor). Ou simplesmente porque não se querem dar ao trabalho.

Porque é que há bancos que não lhe cobram comissões?

Há bancos que não cobram comissões na maioria dos serviços que prestam. Optam por não cobrar comissões por diversos motivos:

  • Porque têm uma estrutura de custos mais reduzida, optando por passar esta poupança para os clientes;
  • Porque se focam mais em plataformas digitais, o que facilita o relacionamento bancário e também evita custos;
  • Porque se querem diferenciar também por esta via;
  • Porque querem que a sua fonte de receita seja a concessão de crédito.

O que escolher?

Pode acontecer que um banco que não lhe cobre comissões não seja o banco mais adequado às suas necessidades (o que duvidamos). Os bancos têm os seus objetivos e têm como alvo determinado tipo de clientes. Assim, é fundamental que perceba qual o melhor banco para a conta à ordem tendo em mente as suas necessidades e objetivos.

5 dicas para poupar dinheiro para viajar

Tendemos a olhar para o nosso orçamento familiar com algum ceticismo. Achamos que não há nada a fazer ou que não podemos alterar o nosso estilo de vida. A ideia de “apertar o cinto” porque o “país está de tanga” acabou por gerar alguma desconfiança. Apesar de muitos viverem no limite, há algumas dicas que podem fazer a diferença se quer poupar dinheiro para viajar.

 

É possível viajar!

Viajar traz consigo um enriquecimento pessoal de grande valor. Toda a experiência, a abertura de horizontes, o conhecimento de novas culturas… É de facto um privilégio poder conhecer novos povos e culturas. Tem, claro está, um custo associado.

É preciso mudar um pouco o nosso “sistema de crenças” – aquilo que acreditamos que somos capazes ou que vamos conseguir – ter a motivação para experimentar e começar a obter os primeiros resultados. Depois disso, é um caminho a trilhar todos os dias – poupar dinheiro com objetivos muito específicos é sempre mais fácil e altamente recomendado.

 

Abra uma conta poupança ou use um mealheiro

Uma estratégia de grande sucesso passa por abrir uma conta poupança separada da sua conta à ordem. Tornar o processo automático e fazer uma poupança orientada. Se poupar 8 euros por semana, ao fim de um ano serão quase 400 euros poupados.

Imagine como retirar à sua rotina esses 8 euros por semana. Será que exige assim tanto esforço? Já imaginou que se colocar as moedas que lhe sobram na carteira todos os dias é capaz de poupar bem mais do que 8 euros semanais e sem se dar conta? Se quiser saber como poupar dinheiro sem esforço poderá começar por analisar qual a melhor conta à ordem disponível atualmente.

 

Poupe (muito) nos transportes

É cada vez mais comum a economia da partilha. A mobilidade do futuro é a da partilha e cada vez mais a malta nova olha para a propriedade com outros olhos. Para quê ter um carro (com todos os custos associados) se pode usar o carro dos outros e poupar muito dinheiro? Porquê perder tempo no trânsito se pode deslocar-se de bicicleta ou de trotinete elétrica? Salvaguardando as devidas cautelas (porque não queremos que parta a cabeça contra o passeio).

 

Já ouviu falar dos movimentos de couchsurfing?

Esta forma de viajar implica que tenha um sofá ou um quarto em sua casa para receber viajantes a custo zero. Troca experiências e ganha a oportunidade de ser acolhido noutros países. É certo que exige um espírito de partilha e de aventura e que escolha bem quem deixa entrar em sua casa. Mas diz quem experimentou que as experiências são muito gratificantes pois consegue conhecer um novo país integrado nos hábitos locais e na vida real das pessoas.

Estas plataformas não são apenas para jovens ou solteiros. Muitas famílias com filhos já experimentaram e gostaram. Espreite estas plataformas e veja se fazem sentido.

 

Troque ou arrende a sua casa

Um tipo de oferta em que pode ir de férias para casa de alguém e oferecer a sua casa em troca, em sites como o Guest to Guest, o Troca Casa, o Troque de Casa ou o InterVac. Há outros, como a Check In Check Out, Home Away e Lovely Stay, em que uma empresa trata do aluguer da sua casa a turistas enquanto viaja ou ao fim de semana, sem preocupações, cobrando-lhe uma taxa.

Se tiver disponibilidade, pode tratar de tudo diretamente e sem recorrer a intermediários em sites como o Airbnb. Há também simuladores, como o Elliot and Me, onde poderá ver, por morada, quanto pode render a sua casa, consoante a época do ano. Se tiver uma segunda casa para onde possa ir ao fim-de-semana (no Verão, por exemplo), e desocupar a sua para turistas, ou arrendar a sua segunda casa, pode obter algum lucro e poupar para o próximo destino de férias.

 

Corte nos jantares e saídas múltiplas

Os nossos hábitos culturais levam-nos a multiplicar jantares e saídas à noite. São saudáveis os hábitos de convívio no sul da Europa. O problema é que é muito fácil gastar muito dinheiro com isso. Tente limitar esses gastos aos jantares/noites que são mesmo importantes, com as pessoas mais próximas. Vai mesmo a 5 ou 6 jantares de Natal com amigos este ano? Pode contornar isso com o tradicional café, há sempre maneira. Poupará muito.

Para quê adaptar o seu estilo de vida e cortar custos? Se quiser viajar e se os recursos são escassos, terá de cortar custos para poupar dinheiro. Nunca se esqueça que todo o dinheiro poupado pode ser usado por si para o que bem entender.

Veja também como poupar dinheiro no seu crédito habitação.

 

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Como escolher uma conta bancária?

Há muitos bancos em Portugal. Têm surgido também soluções Fintechs que procuram substituir ou complementar a oferta dos bancos. Neste cenário, torna-se mais complicado escolher uma conta bancária. Neste artigo vamos abordar alguns critérios para que possa escolher a sua conta bancária.

 

Analise o seu banco atual

O primeiro passo para perceber se precisa de mudar de banco é perceber qual a oferta atual do seu banco atual. Muitas vezes pensamos que precisamos de mudar mas concluímos que o nosso é o melhor banco para as nossas necessidades. Assim, sugerimos que faça uma análise à relação que tem com o seu banco e à oferta do mesmo, nomeadamente:

  • Qual a estrutura de comissões e a sua evolução ao longo dos últimos anos. Este é um fator muito importante pois deve analisar a prática do seu banco de subida de comissões e da comunicação que tem feito consigo. A confiança é fundamental.
  • Qual o relacionamento que tem com o seu gestor. Pode parecer que não tem muito valor mas em algumas situações uma boa relação com um gestor de conta é fundamental. Por exemplo, se necessitar de pedir um crédito pessoal ou de reestruturar um crédito que tenha atualmente, ter um bom relacionamento com o seu gestor, que o conhece, é meio caminho andado para que tenha sucesso.
  • Qual a oferta do banco, nomeadamente em termos de produtos, serviços e facilidades de acesso via digital.

Analise as suas necessidades atuais

Para que precisa de um banco? Quais as necessidades que não tem visto solucionadas? Estas e outras perguntas têm de ser respondidas para que consiga iniciar a sua procura pelo melhor banco para o seu dinheiro. Uma pergunta adicional deve também ser: por que não ter mais do que uma conta bancária?

 

Porque pode fazer sentido ter mais do que uma conta bancária?

Os bancos não são todos iguais. Aliás, são muito diferentes. Há diferentes tipologias de bancos e cada vez mais a oferta se distingue. Há bancos mais voltados para o crédito. Outros mais voltados para o investimento. Uns têm um bom nível de serviço. Outros preferem não se relacionar com os clientes.

Há ainda as fintechs que vêm colmatar algumas falhas de mercado. Assim, pode fazer sentido escolher mais do que um banco. Por exemplo, ter um banco para as operações do dia-a-dia, um banco idealmente sem comissões bancárias (como por exemplo, o BNI Europa ou o Banco CTT) e outro banco mais voltado para os investimentos (por exemplo, o ActivoBank).

 

Diferencie as contas bancárias

Uma sugestão que damos sempre é que tenha uma gestão diferenciada das suas contas bancárias. Como sabemos que os humanos organizam o seu dinheiro em diferentes contas mentais, devemos também organizar o dinheiro em diferentes contas bancárias. Mais uma vez, devemos ter:

Uma conta para a gestão do dia-a-dia – O Banco BNI Europa tem uma conta bancária sem comissões e que ainda remunera a sua conta à ordem. Tem também depósitos com taxas de juro bastante interessantes face à oferta atual.

Uma conta para as suas poupanças – Se procura um banco para rentabilizar o seu dinheiro deverá procurar uma instituição com uma oferta alargada de produtos de investimento. Neste contexto, poderá voltar-se para o ActivoBank, que também não cobra comissões de manutenção e tem uma oferta alargada de aplicações financeiras.

 

Seja consequente

A última recomendação que deixamos é que procure ser consequente com o que decidir. Os bancos usam muito da inércia dos seus clientes. Tendemos a deixar andar e no caso da relação bancária acabamos por sair prejudicados porque acabamos por perder muito dinheiro com a falta de ação. Assim, decida-se que depois de escolher o seu novo banco… mude rapidamente e comece a poupar dinheiro!

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Como poupar dinheiro para ir de férias?

Estamos a chegar ao momento das férias. Muitas pessoas já foram e outras tantas estarão para ir. Neste artigo mostramos-lhe como pode ter uma poupança duradoura para poder ir de férias. Uma poupança que irá ajudar não só em breve mas também nos próximos anos.

 

Não precisa de cortar todas as despesas

É verdade. Para poupar dinheiro não vamos dizer-lhe que precisa de cortar todas as despesas. Deixar de comer e andar com o carro a cair aos bocados. É possível, com alguma criatividade ou engenho financeiro.

 

Olhe para as maiores despesas que tem

A melhor forma de perceber como consegue cortar custos é olhar primeiro para as grandes despesas que tem. Tipicamente, estas despesas enquadram-se fundamentalmente em:

  • Despesas de habitação, nomeadamente com o crédito habitação;
  • Despesas com seguros, que pagamos e não costumamos negociar;
  • Despesas com créditos, que achamos que não podemos cortar.

 

Ataque o problema e ponha um consultor a correr por si

É possível cortar custos nestes três campos. Neste artigo vamos deixar algumas estratégias que podem ajudar a poupar dinheiro rapidamente:

  • Transferir o crédito habitação – Com a guerra de crédito na Banca é possível cortar custos. Os bancos estão cada vez mais agressivos e já é possível ter spreads muito perto de 1%. Assim, por que não tratar de transferir o seu crédito com um consultor que trata de tudo por si?
  • Mudar os seguros – É também possível poupar muito dinheiro com seguros, através de um mediador especializado. Assim, saiba que pode reduzir os encargos com o seguro de vida do crédito habitação (em alguns casos em mais de 50%) e outros seguros, ao mesmo tempo que tem um apoio especializado para fazer a melhor escolha.
  • Poupar com créditos – É possível cortar as suas despesas com créditos seja pela renegociação de créditos seja pela consolidação dos créditos em contratos com taxas de juro mais baixas. Aqui deverá ter em consideração especialmente a TAEG e o montante total imputado ao cliente.

E agora? Agora é aproveitar a poupança que terá todos os meses e tem já espaço no orçamento para fazer face às suas despesas. Poderá usar a poupança para gastar, para ir de férias ou para amortizar os seus créditos mais rapidamente.

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