Como escolher uma conta bancária?

Há muitos bancos em Portugal. Têm surgido também soluções Fintechs que procuram substituir ou complementar a oferta dos bancos. Neste cenário, torna-se mais complicado escolher uma conta bancária. Neste artigo vamos abordar alguns critérios para que possa escolher a sua conta bancária.

 

Analise o seu banco atual

O primeiro passo para perceber se precisa de mudar de banco é perceber qual a oferta atual do seu banco atual. Muitas vezes pensamos que precisamos de mudar mas concluímos que o nosso é o melhor banco para as nossas necessidades. Assim, sugerimos que faça uma análise à relação que tem com o seu banco e à oferta do mesmo, nomeadamente:

  • Qual a estrutura de comissões e a sua evolução ao longo dos últimos anos. Este é um fator muito importante pois deve analisar a prática do seu banco de subida de comissões e da comunicação que tem feito consigo. A confiança é fundamental.
  • Qual o relacionamento que tem com o seu gestor. Pode parecer que não tem muito valor mas em algumas situações uma boa relação com um gestor de conta é fundamental. Por exemplo, se necessitar de pedir um crédito pessoal ou de reestruturar um crédito que tenha atualmente, ter um bom relacionamento com o seu gestor, que o conhece, é meio caminho andado para que tenha sucesso.
  • Qual a oferta do banco, nomeadamente em termos de produtos, serviços e facilidades de acesso via digital.

Analise as suas necessidades atuais

Para que precisa de um banco? Quais as necessidades que não tem visto solucionadas? Estas e outras perguntas têm de ser respondidas para que consiga iniciar a sua procura pelo melhor banco para o seu dinheiro. Uma pergunta adicional deve também ser: por que não ter mais do que uma conta bancária?

 

Porque pode fazer sentido ter mais do que uma conta bancária?

Os bancos não são todos iguais. Aliás, são muito diferentes. Há diferentes tipologias de bancos e cada vez mais a oferta se distingue. Há bancos mais voltados para o crédito. Outros mais voltados para o investimento. Uns têm um bom nível de serviço. Outros preferem não se relacionar com os clientes.

Há ainda as fintechs que vêm colmatar algumas falhas de mercado. Assim, pode fazer sentido escolher mais do que um banco. Por exemplo, ter um banco para as operações do dia-a-dia, um banco idealmente sem comissões bancárias (como por exemplo, o BNI Europa ou o Banco CTT) e outro banco mais voltado para os investimentos (por exemplo, o ActivoBank).

 

Diferencie as contas bancárias

Uma sugestão que damos sempre é que tenha uma gestão diferenciada das suas contas bancárias. Como sabemos que os humanos organizam o seu dinheiro em diferentes contas mentais, devemos também organizar o dinheiro em diferentes contas bancárias. Mais uma vez, devemos ter:

Uma conta para a gestão do dia-a-dia – O Banco BNI Europa tem uma conta bancária sem comissões e que ainda remunera a sua conta à ordem. Tem também depósitos com taxas de juro bastante interessantes face à oferta atual.

Uma conta para as suas poupanças – Se procura um banco para rentabilizar o seu dinheiro deverá procurar uma instituição com uma oferta alargada de produtos de investimento. Neste contexto, poderá voltar-se para o ActivoBank, que também não cobra comissões de manutenção e tem uma oferta alargada de aplicações financeiras.

 

Seja consequente

A última recomendação que deixamos é que procure ser consequente com o que decidir. Os bancos usam muito da inércia dos seus clientes. Tendemos a deixar andar e no caso da relação bancária acabamos por sair prejudicados porque acabamos por perder muito dinheiro com a falta de ação. Assim, decida-se que depois de escolher o seu novo banco… mude rapidamente e comece a poupar dinheiro!

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