Se o valor líquido anual for igual como prefere receber os subsídios de férias e natal:

Já há várias semanas que não apresentamos uma pesquisa aos nossos leitores. Retomamos as “hostilidades” com esta onde queremos saber qual a opinião de cada um quanto ao momento de pagamento dos subsídios de férias ou de natal (ou mesmo só um deles).

Qual a modalidade preferida: receber os ditos nos meses habituais como até aqui ou recebê-lo repartidos pelos 12 meses. A hipótese de base é que, no final do ano, o opção seja fiscalmente neutra. O que prefere?

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4 Comentários

  • TrabalhadorResponder

    Em duodécimos!
    Para o trabalhador o que interessa é o vencimento liquido recebido (o dinheiro que fica para poder pagar as contas todos os meses). Se quiser ir de férias pode planear antecipadamente e ir juntando todos os meses.
    Assim o trabalhador fica com o dinheiro na mão para poder gerir, ao contrário do que se passava, em que esse mesmo dinheiro ficava na mão dos patrões.
    Já não acontece o patrão ficar a dever o ordenado, sub de férias e de natal! Se ficar, como acontece a milhares de trabalhadores, será só uma parte desse valor!

  • KOizoResponder

    Na pratica receber em duodécimos ao longo de 12 meses não vai funcionar para a maior parte das tais 2 milhões de famílias portuguesas que descontam, seriam apenas um incentivo para consumir mais, não servirá para poupança ou investimento.

  • ana paula rocha dos santosResponder

    O subsídio já é uma merda, então recebido em duodécimos não sabe a nada, cada vez a merda vai sendo pior e andamos de cavalo para burro. Estes políticos só têm caca na cabeça

  • TrabalhadorResponder

    @KOizo Porque é que diz que não serve de investimento nem de poupança?
    Tanto o subsídio de férias como o de Natal apenas servem para manter o salário mínimo baixo!
    Que tal seguirem o exemplo de outros países desenvolvidos e receberem só o vencimento pelo trabalho executado? É por isso que somos tâo mal pagos neste país…
    Bem como o desconto para a segurança social deveria ser facultativo. Existem diversas alternativas para isso.

    @ana paula rocha dos santos Não gaste o que não tem. Se é pouco tem de saber viver com o que tem. O meu também é e faço a gestão pessoal de acordo com aquilo que ganho. Se queria ganhar mais? Claro que sim. Mas desde sempre fui ensinado a poupar e não gastar mal gasto.
    O mal de muitos é que foram habituados a viver como burgueses, rodeados de luxo, viviam acima das possibilidades. O pobre que é pobre sabe sempre se governar! Não é preciso muito, basta recuar 4 décadas para se perceber como se vivia, e como se começou a viver nos anos 80 e 90! Isso tem um preço…

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