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Superavit no Comércio Extracomunitário*

Nem tudo é negativo nos números relativos ao comércio com o exterior, hoje divulgados pelo INE. Destaco por exemplo, esta realidade que anda por aí há alguns tempo: descontondo os produtos energéticos, exportamos mais do que importamos das países extracomunitários e os volumes continuam a crescer significativamente. Eis um parágrafo do destaque hoje publicado pelo INE:

“(…) Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, no 3º trimestre de 2008, constata-se que as exportações cresceram 24,5% e as importações 6,0%, relativamente a igual período de 2007. O saldo da balança comercial, excluindo Combustíveis e lubrificantes, atingiu um superavit de 196,0 milhões de euros e a correspondente taxa de cobertura foi de 109,1%, enquanto que nos resultados globais (incluindo os Combustíveis e lubrificantes) se registou um défice de 1 703,1 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 61,2%. (…)”

In Comércio Extracomunitário – Exportações aumentam 21,3% e Importações 23,1% – Setembro de 2008
Os dados relativos ao Comércio Internacional, mas relativos ao período terminado em Agosto estão aqui.
* Excluindo os Combustíveis e lubrificantes.

3 Comentários

  • PepeResponder

    Finalmente uma notícia positiva, tenho é pena que os telejornais de hoje não abram com esta notícia e estejam 10 minutos a falar dela e a debater o porquê. Preocupar-se-ão no demerito e mesquinhice popularista. Precisamos de motivação e positivismo. Deixar de olhar para a galinha da vizinha que dá mais ovos que a minha. Mediocridade e criticas é o dia a dia de 99% dos portugueses sobre temas que 95% deles não tem o minimo de conhecimento para falar.

    Parabéns pela partilha desta informação.

  • Alfredo MoiataResponder

    É pena que as entidades reguladoras e mais especificamnte a televisão pública, contribuam negativamente para uma informação verdadeira e oportuna que lhes compete por lei e dever público.Neste último caso, a TV, ninguém tem mão na falta de qualidade dos programas e por vezes seus apresentadores, que se preocupam mais com a sua pessoa do que com a qualidade dos entrevistados, para não me referir aos fracos concursos em horário nobre, tipo Fernando Mendes..

  • CarlosResponder

    Uma análise mais fria, e aritmética da diferença entre Exportações que aumentam 21,3% e Importações (23,1%) – dá-nos um saldo negativo.

    Não posso ver cor-de-rosa onde o saldo dá vermelho, mesmo sendo optimista.

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