Holmes Place ataca sob anonimato nas caixas de comentários?

GInasioHá alguns minutos recebemos quatro comentários elogiosos sobre o Holmes Place (HP), cada um com uma técnica diferente (desde atacar a concorrência a promover a campanha de publicidade que tem estado por aí nos media). Até aqui nada de mal, é legítimo que haja quem concorde ou esteja satisfeito com o que se tem passado, contudo, há um problema que nos leva a este artigo. Todos os comentários, assinados como sendo do José Aguiar, Joana Costa, Pedro Teixeira e Pedro Coelho tiveram origem no mesmo computador (confirmado pelo IP), sendo que esse computador tem como servidor um tal de gw.holmesplace.pt.
Roubo na bolsa/BancaVou tentar averiguar junto dos e-mails que os “quatro” comentadores deixaram (se forem válidos) se esta se trata de uma técnica de limitação de danos sancionada pelo Holmes Place: escrever sob anonimato como se fossem utentes, ou se na realidade foram quatro pessoas distintas que por acaso têm o mesmo computador e que por acaso é servido pelo servidor do Holmes Place e que por acaso estão satisfeitíssimas com o HP e que por acaso vieram todas comentar neste mesmo sítio no espaço de 36 minutos.
Cegueira digitalTalvez o HP não tenha nada a ver com isto e seja apenas um empregado zeloso a tentar fazer valer a sua justiça. Fica a nota de aviso aos restantes leitores (que reproduzirei nas respectivas caixas de comentários) e ainda a indicação de que esta técnica não será tolerada. Daqui em diante cada IP poderá usar apenas um nickname.

11 comentários sobre “Holmes Place ataca sob anonimato nas caixas de comentários?

  1. Percebo a ideia da limitação, mas isso quer dizer que os empregados de qualquer empresa/entidade só podem falar a UMA voz. Por exemplo, no IST o IP (público) com que “saem” os pedidos de página web (vizualizações, comentários, etc) é sempre o mesmo, o que limita a utilização ML ou em qualquer outra empresa…

    O ideal seria publicar (se for possível) o “dono” do IP com o comentário e deixar as pessoas decidirem por si.

  2. Percebo a ideia da limitação, mas isso quer dizer que os empregados de qualquer empresa/entidade só podem falar a UMA voz. Por exemplo, no IST o IP (público) com que “saem” os pedidos de página web (vizualizações, comentários, etc) é sempre o mesmo, o que limita a utilização dos 9000 alunos e 2800 funcionários docentes e não docentes. Isto acontece emtambém em qualquer outra entidade como a CML ou em qualquer outra empresa…

    O ideal seria publicar (se for possível) o “dono” do IP com o comentário e deixar as pessoas decidirem por si.

  3. Ok, essa pode ser uma alternativa. Quando receber comentários que com o mesmo IP e nomes diferentes de utilizador reservo-me o direito de editar o comentário para incluir o servidor.
    Naturalmente que se o HP (ou qq outra instituição) investir um pouco mais nesta área poderá contornar com facilidade este tipo de controlo.

  4. A política de transparência é sempre melhor do que a limitação. Se o HP (ou qq outra entidade, já agora) quiser tentar intervir sob qualquer forma igual ou diferente da anteriormente referida, nada como deixá-los espalhar-se “ao comprido”, identificando a situação em causa.

  5. parece que o sr rui.b.costa, responsável pela famosa peticao contra o holmes place vendeu-se! Encerrou a peticao, diz que chegaram a acordo mas nao fala nada sobre o resultado para os restantes socios, devem-lhe ter oferecido uma anualidade e calou-se. Nem responde aos mails.
    é lamentável.

  6. Devia haver era um artigo sobre a Escravatura Moderna, aplicada aos colaboradores do Holmes Place, havendo jogos psicológicos e obrigatoriedade para fazerem horas extras sem serem remunerados.

  7. O IVA vai subir para 23% e o Holmes Place inicia nova afronta aos clientes dizendo que vai subir a uns e baixar a outros. Tratar-se-á de uma manigância ao bom estilo dos gestores do Holmes Place? Podem alterar o valor dos contratos PVP que afirmaram quando se aprorpiaram da diferença quando o IVA baixou?

    Estão a aproveitar esta época festiva para à sucapa enviarem as notas de débito aos clientes que, no contrato como o que referiu não podem fazer mais nada senão pagar?

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