Pagar menos que ao Primeiro-Ministro deve ser a regra na administração pública?

Eis um brevíssimo artigo de opinião que se pretente minimamente polémico sob pretexto da discussão em curso no Parlamento que se prepara para ditar que as direções dos reguladores e supervisores de mercados nacionais não possam receber mais do que o Primeiro-Ministro (com exceção do Banco de Portugal). Há várias formas concorrentes de contribuir para … Ler mais

De como a ignorância sustenta muita fortuna

A ler “Ignorância é poder” por Rui Manuel Cerdeira Branco, no Diário Económico. Um excerto: “(…) É raro o dia em que não nos chega ao conhecimento alguém a quem um vendedor menos escrupuloso ou tão singelamente incompetente, impingiu – é o termo – um qualquer produto financeiro inteiramente desadequado ao perfil do consumidor que a … Ler mais

Betfair e Bwin: duas filosofias muito diferentes no mundo das apostas

Publicado inicialmente em Fevereiro de 2010 com o título: A economia das aposta online: qual é melhor, a Bwin ou a Betfair? “(…) As apostas online, são campo fértil para a matemática, probabilidade e estatística mas há características de filosofia do negócio igualmente importantes. Tomamos por referência duas das maiores empresas que gerem sistemas de apostas, a … Ler mais

A economia das aposta online: qual é melhor, a Bwin ou a Betfair?

Numa semana em que a preparação de legislação que permita ao Estado (aos Estados) receberem uma parte do quinhão das receitas astronómicas que têm vindo a ser recolhidas pelas empresas de apostas online – oferecendo o Estado, de caminho, um serviço de certificação e de regulação do sector – decidimos abordar aqui uma diferença fundamental que encontrámos entre dois modelos de serviços de apostas online existentes.

As apostas online, são campo fértil para a matemática, probabilidade e estatística mas há características de filosofia do negócio igualmente importantes. Tomamos por referência duas das maiores empresas que gerem sistemas de apostas, a Bwin e a Betfair, que têm filosofias de captação de receitas do jogo substancialmente diferentes.

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Regulação: Governamentalizar por aí?

Um editorial cinco estrelas como quase sempre: ” (…) Nos últimos anos, os reguladores mais “livres” que este País conheceu, Jorge Vasconcelos, na ERSE e Abel Mateus, na Concorrência, foram substituídos para sossego do Governo. Libertários tratados como libertinos. Não é preciso nomear depedentes para manietar reguladores. Basta escolher alguém que, em vez de transparente, … Ler mais