Proposta de lei do arrendamento urbano – Versão integral em doc/pdf

[wp_ad_camp_1] Pode consultar e descarregar para o se computador a proposta de lei (Proposta de Lei n.º 38/XII) sobre o arrendamento urbano enviada pelo governo ao parlamento através das ligações disponibilizadas pela Assembleia da República tanto numa versão word como numa versão em pdf: Procede à revisão do regime jurídico do arrendamento urbano, alterando o … Ler mais

Novidades no Mercado de Arrendamento até ao início de 2012

 [wp_ad_camp_1]A propósito do artigo “Privados reabilitam imóveis para apostar no arrendamento” publicado na edição online do Diário Económico, fomos rever quais os compromissos do Estado Português no âmbito do acordo assinado com a troika relativamente à introdução de alterações legislativas referentes ao mercado de arrendamento e matérias correlacionadas. Como é sabido, um factor importante que tem … Ler mais

Arrendamento e Reabilitação Urbana: o que diz o governo no âmbito das reformas estruturais

Algumas das medidas/princípios hoje anunciados (ver:”Conheça as novas medidas de austeridade para os próximos anos (act.)“) não têm propriamente impacto directamente medidas nas despesas e receitas do Estado, versão sobre reformas estruturais como esta: Mercado de arrendamento e reabilitação urbana: Dinamização deste sector como base de estímulo à mobilidade de recursos humanos e à redução … Ler mais

Quem tem medo de arrendar casa?

Segundo o Público, citando um estudo da Confederação da Construção e do Imobiliário, há hoje mais de um milhão de casas alugadas ou disponíveis para aluguer em Portugal, cerca de 20% das habitações do país.

A dificuldade crescente em adquirir casa por parte dos portugueses parece ser a principal razão para o forte crescimento deste segmento do mercado imobiliário. Com obstáculos adicionais e crescente à concessão de crédito a muitas famílias, torna-se difícil encontrar alojamento para quem procura e difícil de vender para quem quer vender o um imóvel.

 Sendo certo que arrendar casa continua a ser um negócio de alto risco para ambas as partes, a necessidade parece estar a levar a que muitos considerem que o risco de caírem num conto do vigário é hoje suportável face ao prejuízo de não conseguir extrair rendimento algum de um imóvel que viu os seus encargos aumentarem na generalidade dos casos por via fiscal nos últimos anos.

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