Os hipermercados também se abatem: Jumbo de Santarém

 [wp_ad_camp_1]Racionalizar para prosperar; não há vacas sagradas, as catedrais do consumo também fecham as portas: “(…) Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o grupo afirma não lhe ser “mais possível sustentar uma unidade, inserida num Retail Park, que não conseguiu gerar atractividade suficiente”. O grupo assegura que “todos os 134 colaboradores que actualmente trabalham … Ler mais

Resultados – Compras no Super e Hipermercado: é fiel à lista de compras?

São 7 em cada 10 os nossos leitores que responderam à última pesquisa que lançámos e que afirmaram ter por hábito elaborar uma lista de compras com que preparam as idas ao super e hipermercado. Do total de respondentes, um terço afirmou que é inteiramente fiel à lista de compras e um número ligeiramente inferior afirmou não ter … Ler mais

Compras no Super e Hipermercado: é fiel à lista de compras?

Retomámos as nossas pesquisas de opinião junto dos leitores inquirindo desta vez sobre um aspeto dos hábitos de compra em super e hipermercados. Participe! <br /> <a href=”http://polldaddy.com/poll/5852011/”>Compras no Super e Hipermercado: é fiel à lista de compras?</a><br /> <span style=”font:9px;”>(<a href=”http://www.polldaddy.com”>polls</a>)</span><br />

Os seus hábitos de Consumo estão a mudar?

Recomendamos a leitura de uma entrevista a  José António Rousseau, autor do Manual da Distribuição e docente de Distribuição e Consumo Sustentável da licenciatura em Ciências do Consumo do IPAM recentemente publicada na Meios & Publicidade Eis um curtíssimo excerto: “O que mudou nos hábitos dos portugueses que está a fazer com que já não vejam como … Ler mais

Juros de mora e coimas para estimular Hipermercado a pagar a horas

O Governo aprovou hoje em Conselho de Ministros um decreto lei que, na prática, procura proteger as micro e pequenas empresas produtoras de produtos alimentares para consumo humano dos atrasos excessivos no pagamento por parte dos seus clientes quando estes são empresas com 50 ou mais trabalhadores e que tenham um volume de negócios superior a 10 milhões de euros.

Se o produto vendido for um alimento perecível o prazo de pagamento máximo é de 30 dias, se for não perecível é de 60. A violação destes prazos implica a contagem de juros de mora e a aplicação de um processo de contra-ordenação. Ou seja, o fornecedor recebe com juro e o Estado também mete a colher.

Sem prejuizo de comprovarmos  a real eficácia desta medida em momento futuro, o objectivo parece ser claro: visar as grandes superfícies que costumam financiar-se à custas dos seus fornecedores alongando os prazos de pagamento de modo, por vezes, a concorrer nessa matéria com a habitual demora com que o próprio Estado presenteia os seus fornecedores. A ser eficaz, esta medida, (Como se fará a denúncia? Será o fornecedor? E não terá receio de perder o cliente? E qual é a frequência de relacionamentos comerciais entre este tipo de micro e pequenas fornecedores face a macro cliente? As cooperativas fornecedoras que agregam micro e pequenos produtores ficam de fora?) representará contudo uma alteração muito mais significativa na gestão financeira dos micro e pequenos produtores do que dos seus grandes clientes, perspectivando-se um menor recurso ao crédito por parte dos primeiros e um maior desafogo e capacidade de planeamento da sua actividade produtiva.

Eis o excerto do comunicado do Conselho de Ministros sobre esta matéria:

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