Habitue-se a avisar o hospital caso vá falhar uma consulta marcada

A DECO publicou recentemente um artigo no qual expõe as alterações recentes que foram definidas para os procedimentos a dotar por utentes e hospitais públicos na gestão de consultas. Sintetizamos aqui as alterações relevantes a que ambas as partes devem obedecer  para um melhor funcionamento dos serviços:

  • Apresentar ‘motivo plausível’ por escrito num prazo de sete dias da data da consulta caso se falta à primeira consulta de especialidade. Penalidade: pagar a taxa moderadora e não poder reagendar consulta sem intervenção do médico de família.
  • Avisar por escrito (email?) com pelo menos cinco dias de antecedência caso se saiba que irá falhar a presença – pode-se remarcar a consulta (uma única vez);
  • Qualquer desmarcação da responsabilidade do médico deve garantir uma remarcação nos 15 dias seguintes (aviso mínimo com 5 dias de antecedência);
  • Pedidos de consulta por médicos privados em hospitais públicos passam a ser legais.

O que é ‘motivo plausível’? Os mesmo motivos que podem justificar uma falta ao trabalho como sejam:

“falecimento de um familiar, da prestação de provas num estabelecimento de ensino, da assistência inadiável e imprescindível a um filho, neto ou membro do agregado familiar e do impedimento devido a doença ou acidente, entre outros.”

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1 Comentário

  • Manuel Freitas Responder

    Estou plenamente de acordo com o sistema acima mencionado, assim permite uma melhor organização e distribuição dos serviços de consultas, porque muitas vezes não se atendia um doente porque estava outro já marcado, que depois não aparecia e ficavam dois doentes por atender, não deixa de ser uma forma de responsabilizar alguns cidadãos que não davam a devida importância ao assunto, porque estão habituados a fazer como melhor lhes convém, esquecendo os outros, que são tão importantes como eles. Manuel Freitas

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