Você está condenado a ter de comprar um ‘smartphone’ (act. I)

Há poucos dia tentei substituir o meu segundo telemóvel por um outro similar (o outro que tenho é um smartphone), a motivação era meramente operacional, o primeiro, após longos anos de bom serviço avariou definitivamente. A tarefa revelou-se mais complexa do que esperava. Mais do que a restrição orçamental deparei com uma limitação de escolha face ao produto que pretendia: um telemóvel com características semelhantes ao defunto: teclado, chamadas, fotografias básicas, radio. Entre o momento em que havia adquirido o agora moribundo aparelho e a actualidade, o mercado foi inundado de todo o tipo de touch phones uns mais smart que outros.

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