Qual a melhor/pior forma de defender o interesse nacional na venda de participações?

A ler “O capital não tem pátria, excepto quando é estrangeiro” por João Pinto e Castro no Negócios. O autor sugere um manual de boas práticas interessante mas largamente ignorado há muitos anos: ” (…) Que critérios deveremos então ter em conta para avaliar o previsível impacto da mudança de propriedade de uma empresa nacional? … Ler mais

“Privatizar lucros, socializar prejuízos”

O recente (e vigente) caso da negociação da Vivo detida em partes iguais pela PT e pela Telefónica e, nomeadamente, a intervenção de um accionista com direitos preferênciais (o Estado), tem gerado diversas reacções. Junto hoje um destaque ao artigo de Nicolau Santos “O Estado fez muito bem!” que vem em boa parte na linha … Ler mais