De onde vem o dinheiro que engorda os depósitos a prazo?

[wp_ad_camp_1] Recorde-se o artigo que aqui publicámos ontem sobre os depósitos a prazo: “Portugueses depositam o equivalente a 91,2% do PIB “. Face a isto é legitimo perguntar de onde vem este dinheiro.  Ora já esta semana o IGCP revelou que o duo Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro estão

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“São os gestores de FUNDOS DE INVESTIMENTO de acções capazes de antecipar os movimentos do mercado?”

Se há dias convidámos o leitor a espreitar alguns ensaios do Banco de Portugal, hoje damos destaque a um estudo muito recente publicado no sítio da CMVM (cujas conclusões não reflectem necessariamente a opinião formal do regulador como se sublinha no corpo do texto) que procura responder à pergunta do título deste artigo, no fundo saber se há algum ganho associado à gestão profissional de fundos de investimento (market timming) para os respectivos investidores nos fundos e, se sim, em que condições e em que fundos. Este estudo surge aliás, em linha com o que destacámos também recentemente no artigo "ETF: um “robot” que rende mais do que um gestor especializado?".

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