Taxa de Inflação duplica em Setembro 2010 (act.)

Duplica?! Sim, a taxa de variação média anual dos preços no consumidor (inflação) subiu de 0,3% para 0,6%. Postas as coisas assim já não parece tão assustador certo? Aliás, a taxa de variação homóloga de Setembro de 2010 foi exactamente igual à registada em Agosto denotando que o ritmo de aumento dos preços estabilizou. Veremos nos … Ler mais

PIB no 1º trimestre revisto em alta: crescimento homólogo de 1,8% (act.)

Acabou de ser divulgado o comunicado do INE sobre as Contas Nacionais Trimestrais relativas ao primeiro trimestre de 2010 indicando uma ligeira revisão em alta (uma décima) para a taxa de variação homóloga do PIB (fixou-se nos 1,8%) face à estimativa rápida recentemente divulgada (“PIB português surpreende com crescimento de 1,7% no 1º trimestre (actualizado)“). Face ao trimestre imediatamente anterior a estimativa inicial foi igualmente revista em alta, estabelecendo-se agora nos 1,1%.

Como já havia sido anunciado o incremento na Procura Interna e um reforço das exportações superior ao aumento das importações, juntamente com um trimestre de comparação (o 1º de 2009) extremamente negativo, justificam a evolução do PIB agora constatada.  Note-se que cerca de 75% do aumento da variação homóloga se deveu a um aumento da Procura Interna e apenas cerca de 25% à melhoria ao nível da Procura Externa Líquida.

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PIB português surpreende com crescimento de 1,7% no 1º trimestre (actualizado)

O Produto Interno Bruto português terá crescido 1,7% no primeiro trimestre de 2010 face a igual período de 2009 informa o instituto nacional de estatística na sua primeira estimativa para este valor. Segundo o INE:

“(…) O aumento do PIB em termos homólogos no 1º trimestre esteve parcialmente associado a um efeito de base (o PIB no 1º trimestre de 2009 diminuiu 3,7%), verificando-se uma melhoria dos contributos da Procura Interna e da Procura Externa Líquida, mais intensa no primeiro caso. (…)”

Ainda segundo o INE o crescimento face ao último trimestre de 2009 terá sido de 1%, afastando-se assim, claramente, a perspectiva de se entrar em novo período de recessão técnica (que acontece quando ocorrem duas variações em cadeia consecutivas).

Há cerca de 3 anos que não se registava crescimento homólogo tão intenso. Outra nota que relativiza este número prende-se com o seu enquadramento na União Europeia e na Zona Euro em particular.

O ritmo de crescimento homólogo português no primeiro trimestre (1,7%) compara com um crescimento de 0,5% no conjunto dos países da zona euro e com um crescimento de 0,3% no conjunto de toda a União Europeia.

Quanto à variação em cadeia ( face ao trimestre imediatamente anterior) a economia Portuguesa (+1,0%) foi a que cresceu a um ritmo mais intenso no conjunto dos 27 países. Do conjunto de dados dos restante países da União hoje compilados pelo Eurostat, sublinha-se que a Espanha terá saído marginalmente da recessão (+0,1%) e que a Alemanha registou o 3º ritmo de crescimento mais forte face ao o corrido há um ano (+1.5%), logo atrás de Portugal (+1,7%) e da Eslováquia (+4,6%).

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Simulador IMT 2010 (ex-sisa) Online (act.)

[wp_ad_camp_1] Desde que divulgámos aqui a versão provisória das taxas do IMT (Tabelas de IMT para 2010 (provisória)), taxas que aliás se viriam a confirmar como definitivas com a aprovação do Orçamento de Estado 2010, fomos recebendo vários pedidos para clarificarmos como usar essa informação para apurar o imposto a pagar. Resolvemos construir por nossa … Ler mais

Escalões IRS 2010 e o PEC

Quais são os Escalões IRS 2010? ACTUALIZAÇÃO (21 DE MAIO DE 2010): Conhecidos que são os termos do aumento de impostos, nomeadamente do IRS, actualizamos as tabelas abaixo indicadas num novo artigo: “Novos escalões de IRS 2010 (após aumento de impostos)“. Entretanto se pretende consultar as tabela de retenção na fonte oficiais que entraram em … Ler mais

Resumo da Proposta de Orçamento de Estado 2010 em 12 pontos

Eis um Resumo da Proposta de Orçamento de Estado 2010 tendo por base os artigos que aqui foram sendo publicados nos últimos dias, centrados em particular nas alterações que afectam o cidadão comum. Ficam as ligações: Despache-se! Incentivo para carros elétricos só para os primeiros 5 mil! Incentivo ao abate de veículos em fim de vida … Ler mais

Dividendos 2010: simulador online

Tal como no ano passado voltamos a promover aqui a calculadora de dividendos do Jornal de Negócios (clicar aqui). Além de permitir apurar os dividendos (se estes existirem pois o ano é de vacas magras) poderá ainda consultar o calendário de difusão de informação pelas cotadas e a data do respectivo pagamento dos dividendos de 2010. Igualmente … Ler mais

Novidades sobre o Imposto de Selo 2010

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Parece que o que foi escrito aqui “Imposto de Selo eliminado das transacções de Imóveis?” confirma-se!

O Governo prepara-se para revogar várias verbas da Tabela Geral do Imposto de Selo, de acordo com o nº 2 do artigo 93º da Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2010.

Algumas dessas verbas afectam-nos regularmente e não damos por isso. Por exemplo, o imposto de selo sobre um novo contrato de electricidade, de água ou de qualquer outro serviço e até mesmo sobre um novo contrato de trabalho. Estas realidades eram tributadas pela verba 8 e deixarão de o ser, caso a proposta seja aprovada com está.

Outras realidades que deixarão de ser tributadas são:

a) as escrituras, os testamentos, as habilitações de herdeiros, as partilhas, as procurações e demais instrumentos efectuados em notários, incluindo os privativos (verba 15);

b) os registos e averbamentos efectuados nas conservatórias de registo automóvel (verba 20);

c) as folhas dos livros de actas das empresas e comerciantes (verba 13);

d) a afixação de publicidade, incluindo a efectuada em catálogos (verba 19);

e) o depósito dos estatutos de associações e outras instituições cuja constituição deles dependa.

Irá terminar também a constante disputa entre a SONAE e o Governo relativo ao imposto de selo sobre entradas de capital na constituição de empresas ou sobre aumentos de capital. A infame verba 26 também está proposta para ser revogada.

Do ponto de vista do contribuinte estas alterações são boas, mas quais são os impactos destas medidas na receita do Estado?

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