O que é o Banco de Inovação Social?

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa está a dinamizar juntamente com outras instituições publicas e privadas o Banco de Inovação Social que, segundo os próprios é uma plataforma que visa:

“(…)  promover em conjunto a inovação social através do apoio ao empreendedorismo, a participação nas redes nacionais, europeias e internacionais de inovação social e a promoção de uma cultura de inovação e de empreendedorismo.

Para cumprir a sua missão, o BIS criou o Programa de Apoio ao Empreendedorismo — cuja convocatória para a apresentação de projetos de negócios e negócios sociais está aberta – e o Fundo de Investimento Social – Fundo BIS — no qual participa a Santa Casa e o Montepio e que se destina a apoiar negócios de excelência, facilitar o acesso ao crédito e investir em negócios sociais. Para além disso, o Polo de Empreendedores BIS, formado por empreendedores já apoiados, servirão de Embaixadores das iniciativas BIS com especial destaque para o apoio aos futuros empreendedores BIS.”

Em particular relativamente ao Programa de Apoio ao Empreendedorismo, os interessados deverão apresentar-se na primeira fase de candidaturas em curso este mês de maio tendo em atenção que:

Este programa tem a finalidade promover a criação de emprego e fomentar a inovação social mediante o desenvolvimento de iniciativas em território nacional, nos seguintes eixos:

  • Inclusivo – Novos negócios que visam a criação do auto-emprego e a valorização profissional dos seus promotores sempre que estes se encontrem em situação de desemprego, precariedade laboral ou à procura do primeiro emprego;

  • Social – Negócios sociais cuja finalidade é a apresentação de soluções inovadoras e sustentáveis como resposta a determinadas necessidades sociais.

Para mais detalhes recomenda-se a consulta do sítio do Banco de Inovação Social.
Segundo notícia do Jornal Oje nos primeiros 15 dias houve 144 candidaturas:

“(…) havendo “um equilíbrio” entre o número de pessoas que quer lançar um negócio próprio e as que querem constituir um negócio social, disse hoje à agência Lusa a diretora do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).
 
Os projetos para criação de negócios sociais, que representam metade das candidaturas, devem responder a “quatro necessidades identificadas” pela plataforma: a promoção do envelhecimento ativo, o combate ao abandono escolar, o combate ao desperdício e o combate ao desemprego. 
 
Maria do Carmo Marques Pinto considerou que o número de candidaturas podia ser maior, uma vez que é uma alternativa real de criação de emprego. (…)”

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4 Comentários

  • José almeida de SousaResponder

    Gostaria de colher mais informações sobre este tema.
    À partida é uma ideia com muito interesse social.
    Atentemente:
    José Almeida de Sousa

  • Manuel FreitasResponder

    Pelo que é possível ler, não se pode tirar uma ideia concreta, o que não quer dizer que não seja de apoiar, este pais precisa de muito e bom apoio na área social, mas também em pequenas empresas, chamadas empresas familiares,ficamos a aguardar melhores e mais informações sobre o assunto. Manuel Freitas

  • MANUEL BRANCO FERREIRAResponder

    BOA IDEIA CONQUANTO TAL BANCO ESTEJA VOLTADO EXCLUSIVAMENTE PARA PROBLEMAS DE CARÁCTER SOCIAL. NÃO DISTRIBUA DIVIDENDOS ANTES OS
    INCORPORE PARA INVESTIMENTOS. OS ADMINISTRADORES NÃO DEVEM TER
    QUALQUER ORDENADO MAS APENAS LHE SEREM PAGAS AS DESPESAS DE REPRESENTAÇÃO E O VALOR (QUE NÃO PODE IR ALÉM DE € – 100,O00)
    NOS DIAS DE REUNIÃO DA ADMINISTRAÇÃO QUE DEVE DE CONTER, NO MÁXIMO. 5 ELEMENTOS. AS DELEGAÇÕES DO MONTEPIO GERAL E AS INSTALAÇÕES DO SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DEVERÃO COLABORAR, SEM EXPÊNDIOS, NESTA FORMA DE
    FAZER PREVIDÊNCIAL SOCIAL.
    PARA QUANDO A LEGALIZAÇÃO DE TAL BANCO?
    NOTA: DERAM O MEU E-MAIL COMO ERRADO. NÃO TENHO OUTRO E ESTÁ CERTO. SE
    ACASO HOUVER DUPLICAÇÃO DO COMENTÁRIO TENHAM EM CONSIDERAÇÃO SÓ UM.

  • Manuel FreitasResponder

    Nestes últimos tempos tenho perdido muito do meu entusiasmo com derterminadas organizaçoes novas, pelo que li também não posso ir muito longe sobre este assunto, mas sempre tenho uma réstia de fé, pode ser que nem tudo continue a ser mau, pelo menos que não abusem em ordenados fabulosos para Administradores desse dito banco, porque nestes últimos tempos pagasse aos Administradores um balurdio e lá se vai a massa, para não falar na falta de seriédade de muitso desses senhores, que seja feita uma escolha critiriosa, levando sempre em linha de conat a sua HONESTIDADE. Manuel Freitas

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