A CGD serve mesmo para quê? ou “She moves in mysterious ways”

Totalmente de acordo com João Cândido Silva em “Mitos e lendas sobre a Caixa“:

“O Governo deve executar as políticas, os bancos devem fazer banca. Quando a Caixa é usada e abusada como pau para obras que são alheias aos seus interesses, o risco é o de contentar um ministro e estragar uma instituição. Se é para isto que serve, e geralmente é, mais vale ser privatizada.”  

Confronte-se com o que escrevi no final do ano passado em “A crise como esponja que apaga tudo?“.

A privatização ou não da CGD  deverá depender daquilo que se pretende que a CGD faça. Não sou a favor ou contra a privatização por princípio. Sou a favor que se mantenha no Estado ou se privatize de acordo com os objectivos que lhe sejam definidos. Como está e para o que está, não tem grande ponta por onde se lhe pegue à imagem, aliás, de quem lhe mexe os cordelinhos.

Um comentário sobre “A CGD serve mesmo para quê? ou “She moves in mysterious ways”

  1. De facto, numa altura destas, a CGD deveria ser um farol de práticas bancárias estimuladoras. Veja-se o caso das concessões decrédito com spreads altos e garantias desproporcionadas! Não é admissível. É um mau exemplo para o estímulo económico, que urge dinamizar.

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