Histórico de Etiquetas: PIB

Consumo privado continua a explicar integralmente o crescimento do PIB (act.)

Segundo os dados mais detalhados sobre a contas nacionais trimestrais relativas ao primeiro trimestre de 2015, o crescimento homólogo do PIB de 1,5% no início de 2015 foi explicado pela procura interna.  A procura externa líquida beneficiando de uma conjuntura cambial particularmente favorável registou um crescimento das exportações e das importações com impactos que se

Crescimento do PIB na Zona Euro mantém-se baixo

Tal como aqui descrevemos no artigo “Crescimento do PIB acelera mas frustra expectativas” a conjuntura macroeconómica dificilmente poderia ser mais favorável em termos de câmbio, custos de produção e apoio monetário mas a verdade é que essa trindade historicamente favorável não está a ser suficiente para que a economia da Zona Euro ultrapasse, pelo menos

Despesas das famílias compensa quebra da balança comercial e PIB acelera

A despesas das famílias compensa quebra da balança comercial e PIB aumenta no terceiro trimestre de 2014. Em termos homólogos o PIB cresceu 1%, ligeiramente acima dos 0,9% registados no trimestre anterior. Este incremento é justificado pelo ine com “um contributo mais intenso” da procura interna, com destaque especial para as Despesas de Consumo Final

Défice 2015: Comissão Europeia não alinha com as previsões do Governo (revisto)

A Comissão Europeia não alinha com as previsões do Governo para o défice público de 2015. Nas suas previsões de outono, a Comissão Europeia prevê que com o ritmo de crescimento económico esperado para Portugal e para os seus principais parceiros e com o orçamento de estado proposto para 2015, o défice ultrapasse claramente os 3%

Nova Série do PIB: 2001 e 2011 sobe 3,1% em média anual com picos entre 2008 e 2010

Foi divulgada hoje a Nova Série de Contas Nacionais Portuguesas para o período 1995 – 2011 pelo INE. Esta revisão da informação resultam “por um lado, das alterações metodológicas [responsáveis por 90% da revisão em 2011] decorrentes da implementação do Sistema Europeu de Contas 2010 (SEC 2010) e, por outro, da incorporação de nova informação

PIB desacelera mas mantém crescimento: +0,8% no 2º trimestre de 2014

O ritmo de crescimento do PIB desacelera pelo segundo trimestre consecutivo mas mantém crescimento: +0,8% no 2º trimestre de 2014. Na estimativa rápida relativa ao segundo trimestre de 2014 divulgada há instantes pelo INE constata-se que o PIB português cresceu em termos reais 0,8% face a igual trimestre de 2013. Trata-se de uma desaceleração significativa face

PIB desacelera em homólogas e cai em cadeia

A estimativa rápida do INE relativa à evolução trimestral do PIB (Produto Interno Bruto) revela que este aumentou 1,2% face ao mesmo trimestre de 2013. Recorde-se que o primeiro trimestre de 2013 foi aquele que registou o pior desempenho desde o início da implementação de medidas de austeridade, pelo que a base de comparação para

PIB 2013

Os consumidores estão de volta e fazem disparar o PIB no final de 2013

O PIB português em 2013, caiu 1,4% concretizando-se assim o terceiro ano consecutivo de destruição de atividade económica. Este valor reflete, entre outros, o comportamento especialmente dinâmico da economia nos últimos meses do ano. Em particular, os dados relativos ao quatro trimestre de 2013 revelam um crescimento expressivo da atividade económica face ao período homólogo

Disparidade PIB per capita

Na Madeira, Centro, Algarve e Alentejo a economia contraiu acima da média nacional – 2012

O INE divulgou hoje as contas regionais relativas ao ano de 2011 e 2012. Estas contas permitem, entre outros, comparar o desempenho económico das várias regiões do país. O INE verificou, por exemplo, que a Região Autónoma da Madeira (-7,1%), A região Centro (-4,0%), o Algarve (-3,5%) e o Alentejo (-3,4%) registaram contrações da atividade

INE

Riqueza que fica em Portugal diminui no 3º trimestre de 2013

Se à riqueza gerada em Portugal medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) juntarmos, numa definição simplificada, os rendimentos recebidos do resto do mundo (de investimentos, de trabalho realizado no exterior ou mesmo associados a impostos e subsídios) e subtrairmos o equivalente mas destinado a remunerar o investimento e o trabalho de estrangeiros em Portugal, obtemos

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