Histórico de Etiquetas: PIB

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PIB oficial de 2013 fecha com queda de 1,4%

PIB oficial de 2013 fecha com queda de 1,4%

O INE divulgou hoje a segunda estimativa relativa ao PIB de 2013 (quarto trimestre) oferecendo mais detalhes explicativos face à estimativa rápida já conhecida. No resumo da sua publicação o INE estabelece uma comparação entre 2012 e 2013 identificando o que correu menos mal e o que correu menos bem para que, com o resultado

PIB 2013

Os consumidores estão de volta e fazem disparar o PIB no final de 2013

O PIB português em 2013, caiu 1,4% concretizando-se assim o terceiro ano consecutivo de destruição de atividade económica. Este valor reflete, entre outros, o comportamento especialmente dinâmico da economia nos últimos meses do ano. Em particular, os dados relativos ao quatro trimestre de 2013 revelam um crescimento expressivo da atividade económica face ao período homólogo

Disparidade PIB per capita

Na Madeira, Centro, Algarve e Alentejo a economia contraiu acima da média nacional – 2012

O INE divulgou hoje as contas regionais relativas ao ano de 2011 e 2012. Estas contas permitem, entre outros, comparar o desempenho económico das várias regiões do país. O INE verificou, por exemplo, que a Região Autónoma da Madeira (-7,1%), A região Centro (-4,0%), o Algarve (-3,5%) e o Alentejo (-3,4%) registaram contrações da atividade

Balança Comercial

Paridades do poder de compra 2012: PIB português representou 76% da média da UE

O PIB per capita de 2012 caiu 1,4% em paridades de poder de compra tendo representado 76% do PIB per capita médio da União Europeia (77% em 2011 e 80,4% em 2010). O INE e o Eurostat divulgaram hoje as Paridades de Poder de Compra relativas a 2012 (clique para aceder ao estudo). Eis um

INE

Riqueza que fica em Portugal diminui no 3º trimestre de 2013

Se à riqueza gerada em Portugal medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) juntarmos, numa definição simplificada, os rendimentos recebidos do resto do mundo (de investimentos, de trabalho realizado no exterior ou mesmo associados a impostos e subsídios) e subtrairmos o equivalente mas destinado a remunerar o investimento e o trabalho de estrangeiros em Portugal, obtemos

Procura interna 2013

Desaceleração da queda no PIB justificada por evolução do consumo das famílias

O INE atualizou hoje a estimativa do PIB relativo ao 3º trimestre e detalhou hoje a informação de suporte destacando que a desaceleração da queda do PIB em termos homólogos se deveu essencialmente à evolução do consumo das famílias (Despesas de Consumo Final das Famílias Residentes) dado que esta componente do PIB que vinha caindo

INE 3T2013 - PIB

Queda do PIB mantêm-se há 11 trimestres mas continua a abrandar (dados homólogos)

Segundo a estimativa rápida do INE relativa ao PIB para o 3º trimestre de 2013, a produção nacional continua a cair face a igual período do ano anterior ainda que a um ritmo mais lento do que vinha acontecendo nos trimestres anteriores. Na realidade, o PIB caiu 1% face ao 3º trimestre de 2012 quando

Inflação continua a desacelerar rapidamente: média anual nos 0,6% (atualizado)

A taxa de inflação (média anual do Índice de Preços no Consumidor – IPC) em outubro de 2013 voltou a cair significativamente fixando-se agora nos 0,6%. Os dados do INE informam ainda que se considerarmos a inflação subjacente (não inclui combustíveis nem bens alimentares não transformados) caiu para os 0,4%. Por outro lado, se comaprarmos

Europa

PIB cai 0,7% na Zona Euro e apenas 0,2% na União Europeia; Holanda com um dos piores registos

Comparando com igual período de 2012, o 2º trimestre de 2013 trouxe nova queda ao nível do PIB do conjunto da Zona Euro (-0,7%) e da União Europeia (-0,2%) isto apesar de o 2º trimestre ter trazido mais 0,3% do PIB em ambos os espaços políticos analisados, se comparado com os primeiros três meses de

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Défice do Estado agrava-se e atinge os 10,6%

Face ao primeiro trimestre de 2012, o primeiro trimestre de 2013 traduziu-se numa degradação significativa do défice do Estado em percentagem do PIB, passando dos 7,9% para os 10,6%. A economia nacional continua a registar uma forte contração do investimento (a formação de capital fixo caiu 5% no ano acabado no 1º trimestre) enquanto a

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