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Como encontrar o proprietário de um automóvel só tendo a matrícula?

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Conhecer o proprietário pela matrícula é algo que apenas poderá saber se pedir essa informação na conservatória de registo automóvel, pagando a respectiva certidão. Sem ser por este meio burocrático, que defende o direito de privacidade no sentido em que rastreia o inquiridor,  apenas as autoridades poderão apurar o proprietário pela matrícula. Algo que as polícias hoje podem fazer agilmente numa consulta a uma base de dados muitas vezes acessível das suas unidades móveis.  Mas o cidadão comum pode obter facilmente a aproximação.

Se sabe a matrícula do carro que quer rastrear (por exemplo para exigir responsabilidades num acidente) pode inserir a matrícula na base de dados pública do Instituto de Seguros de Portugal (clique aqui) e ser-lhe-á indicado se o veículo em causa tem seguro e, caso o tenha, qual a segurada e respectivos contactos.

Não é a primeira vez que damos por aqui esta dica, contudo, perguntas sucessivas sobre o assunto e algumas dificuldades dos leitores em serem direccionados para o nosso artigo inicial levaram-nos a republicar esta informação.

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25 comentários

  1. Mário said:

    Que eu saiba, se eu for a uma esquadra policial e pedir informação sobre o proprietário de um veículo, saio de lá de mãos a abanar, já que se tratam de dados pessoais, protegidos por lei, que não se podem fornecer sem ofício/certidão.
    E em relação à pesquisa através do sítio do ISP, só ficamos a saber se tem seguro e qual a companhia. Se ligarmos para lá, recebemos a mesma resposta, que não dão dados pessoais por telefone.
    Ainda em relação aos dados identificativos de condutores/viaturas, creio que só são fornecidos em caso que o justifique, tal como num acidente de viação e creio também que só são fornecidos mediante identificação do requerente, que normalmente é uma força policial ou agente de seguros e não um simples cidadão.
    Era o que faltava, alguém ficar com os meus dados pessoais, só por chegar a uma conservatória e dizer que precisa saber a quem pertence um carro.
    Isso são tarefas de investigação, que só podem ser efectuadas pelo seu responsável.
    O máximo que as pessoas podem fazer é “desenrascar” e ter algum conhecido nas forças de segurança ou no ramo de seguros, que faça essa pesquisa de dados pessoais.

  2. Mapari said:

    Que você saiba e sabe muito bem Mário. E se ler com atenção o que escrevemos no artigo em nada contradiz o que comentou. Nomeadamente no que se refere às forças policiais. Fica a indicação de que saber a matrícula é relevante, não é informação de somenos num caso de acidente e fuga. Podemos não ter uma base de dados de impressões digitais completa, mas o registo automóvel até já existe em suporte acessível pelas forças policiais.
    A informação do ISP é relevante, por exemplo, nas situações em que tem testemunhas de um acidente pois a denuncia poderá ter pernas para andar nesse caso informando desde logo a sua seguradora, a seguradora do causador do acidente e, naturalmente, as autoridades. É claro que a conversa da seguradora pode ser diversa, como é, habitualmente. A seguradora não fica indiferente a uma denúncia caso esta vier a concretizar-se judicialmente e dar desde logo conhecimento do caso pode ser meio caminho andado, quem sabe, para definir desde logo um acordo entre as partes. Pode até acontecer que a seguradora do lesado e do infractor seja a mesma podendo com isso poupar-se a grandes complicações. Não é condição suficiente mas pode dar jeito. Pode também ficar a saber que o veículo está ilegal em termos de cumpriemnto do seguro obrigatório o que poderá ser particularmente importante no caso de uma denúncia para consolidar a acusação e/ou para pôr as barbas de molho quanto à probabilidade de vir a ser ressarcido. Enfim, como disse, não é irrelevante poder saber qual é a seguradora (se existe) do potencial infractor. Depende dos cenários.
    Como vê, os cenários não se limitam ao desenrascanço (ainda que esse possa não ser de todo irrelevante).

    Tanto quanto sei um simples cidadão poderá pedir uma certidão na conservatória. Consigo imaginar vários cenários em que tal se poderia justificar além do voyarismo (dispendioso). Por exemplo, para averiguar se a propriedade de um veiculo é de quem a afirma ter (verificando se recaiem também sobre ele algum tipo de ónus: leasing, renting, hipotecas etc) para, por exemplo, proceder à sua aquisição. Com imóveis tenho a certeza que é assim. Qualquer pessoa poder pedir uma certidão do registo de propriedade de qualquer imóvel (fica mesmo a saber toda a informação de registo dos proprietários, tim tim por tim tim). Suponho que com os automóveis seja igual.
    Mas não sou jurísta, falo do conhecimento prático do dia a dia. Até melhor opinião é esta a minha verdade. Os leitores ficam, como sempre, de sobre aviso :-)
    Cumprimentos

  3. Sissy said:

    A outra maneira. Conhecer alguém de uma seguradora e pedir-lhe o nome, morada e afins que ela dá.

    Cumprimentos

  4. Mário said:

    Hmm…
    Essa questão da certidão de propriedade de um imóvel deixa-me a pensar, já que nesse caso, passamos a ter acesso a dados pessoais sobre alguém. Basta pagar a certidão.
    Creio que isso deveria estar salvaguardado para acesso limitado e justificado.
    Mas havendo testemunhas ou não (é sempre bom haver), participando o sucedido à seguradora, não tenho conhecimento que os particulares possam, per si, fazer essas diligências. Normalmente, as seguradoras instruem os clientes a participar o acidente às autoridades policiais, para ser aberto um inquérito, precisamente para autorizar judicialmente essas pesquisas de dados pessoais e notificar proprietários.
    O meu comentário era mais no intuito de esmiuçarmos esta situação, pois muitas pessoas não estão devidamente informadas e se alguém pudesse esclarecer, seria bastante informativo.

  5. Mapari said:

    Acho que compilando o texto do artigo com os nossos comentários ajudámos a esclarecer algumas dúvidas :-)
    Obrigado pelo contributo crítico, é sempre bem-vindo.

  6. vicente said:

    Boas em 2006 vendi a minha viatura e comprei outra(retoma) em um stand. Entretanto o stand fechou e ja tinha vendido a outra viatura no qual fiz a retoma. estamos em 2011 e a 1ª viatura ainda esta em meu nome após de já ter ido ao IMMT e DGV dar baixa com comprovativos do mesmo. eu quero saber quem é o titular da viatura para resolver isto…tenho a matricula da viatura e o seguro de 2009. Agoro pergunto como achar essa pessoa.
    Obrigado

  7. Ricardo said:

    Boa tarde a todos. O meu avo há uns anos atrás vendeu um mini. Agora, após o falecimento do meu avo, estava interessado em voltar a comprar o carro, o problema é que o carro ainda aparece em nome dele. Como é que descubro o dono? Alguém me pode ajudar. Abraço

  8. José said:

    Há uns anitos atrás precisei de saber quem era o dono de uma viatura que “tocou” na minha (vi da janela e um vizinho anotou a matrícula). Indicaram-me para ir à conservatória do registo automóvel. Na conservatória deram-me o nome e morada do fulano. Portanto, não sei se ainda é assim, mas se é… qualquer um que esteja danado no trânsito e “nos apanhe de ponta” vai à conservatória, inventa um acidente e temos uma “espera” à porta de casa.

  9. joao said:

    vocês tem todos razão.
    Só é pena viverem em Marte
    Em Marte é que os sonhos se tornam em realidade num estalar de de dedos
    Muitas vezes precisamos de informações para nossa propria protecção.
    Hoje em dia qualquer psicopata apresenta queixa contra algum honesto e a Justiça com todos os seus intervenientes asseguram que o honesto é condenado.
    È claro que como todos vocês vivem em Marte dizem que eu estou a mentir.

    A informação deveria estar livre a todos os que a procuram porque se alguem for procurar a minha morada, eu tenho portas em minha casa e pernas para fugir e a policia e advogados gratis para me defenderem.
    Mas sem a informação, o verdadeiro criminoso fica em vantagem porque o Estado corta ao honesto a hipotese de se informar sobre o seu adversario.
    Enfim, é o espelho da maravilha de Justiça que temos em Portugal.

    Eu não me importo que a minha informação esteja disponivel porque eu não tenho nada a temer e esforço-me por isso.
    Agora os criminosos querem ver-se escondidos para que alguem não os encontre..
    Quem não deve não teme.

  10. Alfredo said:

    João não se fie na virgem assim tanto. A beatice tem limites. Mesmo quem não deve, teme. Qual é a diferença da informação ser dada antes? Pensa, por ventura, que o ataque do ‘psicopata’ como diz, sendo premeditado que lhe dá (ao infractor) vantagem? Então porque raio facilitar-lhe o caminho para chegar a sua casa? Se ele é ‘psicopata’, como diz, provavelmente tomou medidas para lhe cortar as pernas antes que pense em fugir. O problema é que apesar da sua aparente facilidade louvável de fugir, poderá não ter polícia ou advogados grátis que lhe valham. Não dar informações pessoais de barato é melhor para o João não levar com a motoserra. O Estado corta ao honesto qual hipótese? restringe-lhe essa informação tanto a si como a ‘ele’. Se prefere acesso livre aos seus dados, mesmo sendo ‘honesto’, não quer dizer que não se estude a sua rotina para o momento ideal de lhe decepar a cabeça.

    Cumprimentos,

    Alfredo

  11. luis said:

    Dou toda a razão ao sr João, neste país a justiça serve para quem prevarica e condena quem age pelo correcto.Acreditar no contrário é pura ilusão ou ingenuidade.Eu sou a favor que haja a possibilidade de verificar se determinada situação tem por trás irregularidades mas de modo simples como uma pesquisa on line, permite a quem pretende adquirir por exemplo um automovel saber exactamente se o veículo se encontra em situação correcta se não existem problemas .deste modo permite que haja confiança na aquisição.Porque é que eu tenho de pagar para obter essa informação, só serve para alguns ganharem com isso.Devo dizer também que os serviços público detentores “da verdade” são uns autênticos “chulos” no que se trata a defender o cidadão.Paga para isto, para aquilo.Daí que pergunto que raio de serviço público temos nós.Se exigem transparência sejam também capazes de permitir de um modo simples a transparência.

  12. LRA said:

    Por exemplo, tenho um veículo parado no meio da rua à pelo menos um ano. Já perguntei pelo dono do mesmo para lhe fazer uma proposta de compra, mas ninguém sabe de quem é o veículo e o mesmo não foi furtado.

    Para chegar à pessoa em questão terei que pagar para isso, o que é ridículo, porque não sei se esse investimento terá retorno pois o dono pode recusar a venda.

    Estes paladinos da protecção de dados estão preocupados com coisas que não devem, pois eu posso muito bem arranjar informações pessoais noutros locais como um banco, empresas de telecomunicações, finanças, internet, contabilistas… quem quer fazer mal, basta um pouco de insistência para encontrar essas informações.

  13. Antonia said:

    isso se qualquer pessoa for á conservatória pedir os dados de um imóvel, é muito fácil obter. Eu precisei do registo de certidão de uma loja comercial fui á conservatória pedir 2ª via, paguei 25€ e deram-me sem eu ser a proprietária da mesma. Fiquei com os dados todos da referida fracção da loja

  14. Fernando said:

    Sr.Vicente, faça o seguinte , vá a conservatoria do registo automovel e apresente queixa. Passados 30 dias se a situação se mantiver apresente denuncia na policia por roubo da Viatura e concerteza o actul proprietario aparecera. Quando o interrogarem , pois o actual proprietario é legitimo dono , voce tem o documento da queixa do registo automovel para justificar o seu acto”menos correcto”.

  15. Ana Paula Castro said:

    Boa tarde

    Pois eu vendi o meu carro na Ford em Outubro de 2008 ao vendedor que estava dentro das instalações da FORD. Na altura foi feita a simulação tendo em conta que o meu carro seria para abate, mas depois na altura de assinar os papeis o vendedor disse-me que teria alguém interessado e por isso abatia-se o valor na mesma. Assinei papeis para o caso de o veiculo ir para abate para que eles tratassem tudo. Na minha inocência, não assinei foi nenhuma declaração de venda do meu carro! BURRA! Agora tenho um e-mail das finanças a dizer que tenho o imposto de 2008 para pagar! O carro é de Dezembro, por isso eu já não teria que o pagar. Fui pesquisar no site e vi que desde 4 de Novembro que está registado numa seguradora que não é a minha. Portanto vou ter que pagar para ter esse papel do registo, uma vez que a seguradora não me vai dizer o nome da pessoa, para depois poder ir às finanças. Nunca sejam inocentes como eu. A FORD diz que não tem nada haver com isso, uma vez que eles receberam o dinheiro como se tivesse sido a entrada. Ou seja o vendedor entregou o meu cheque e acrescentou o restante dinheiro que seria do abate, como se eu tivesse entregue.

  16. Boer said:

    Quando um veículo tem seguro, basta ir ao site do ISP para saber a seguradora, o número de apólice e o nome do segurado. Pode alterar a data da pesquisa para saber a mesma informação em datas anteriores.

  17. barbosa said:

    Boas,estou aqui para responder aos primeiros post´s.
    Em relaçao a saber dados do proprietario de veiculo sabendo so pela matricula, nao so em casos de fuga e fornecer dados so a nivel de policia e de ser preciso certidao e bla bla bla…
    Não é preciso nada disso nem ter uma justificaçao de vida ou morte, basta ter a matricula, ir a uma concervatoria ou loja de cidadao e pedir um print dessa mesma com os dados do proprietario, cobram-se de cerca de 5€, e sais de la com nome do proprietario; morada do proprietario; contribuinte do mesmo; se essa viatura esta alocada a mais alguem ou alguma financeira.

  18. Rui Marques said:

    Boas a todos. Gostaria de saber se fosse um carro comprado na Alemanha, e depois roubado para qualquer lado do mundo, se tambem da para saber o numero de quadro atraves da matricula??? Quem me puder explicar como saber isto ficava mt grato.
    Mt obrigado

  19. antonio said:

    boas tenho uma kestao vendi um karro em 2005 nunka foi mudado de nome e foi para a sukata kuando ainda nao havia o abate obrigatorio a sukata ja nao existe e agora tenho kontas das finanças para pagar do ano de 2008 komo faço. obrig.

  20. Luís said:

    “Por exemplo, para averiguar se a propriedade de um veiculo é de quem a afirma ter (verificando se recaiem também sobre ele algum tipo de ónus: leasing, renting, hipotecas etc) para, por exemplo, proceder à sua aquisição”, exatamente! é por esta razão que vim aqui parar. tenho em vista um carro que me interessa bastante e que me parece abandonado,já tem os discos com ferrugem e já não sai dali há pelo menos 1aninho. devia haver um género de consulta para este tipo de casos. não sei se o dono morreu mas pelo menos tentava falar com ele se estaria interessado na venda, bem melhor do que estar ali a ganhar podres…

  21. marcelino victor oliveira ferreira said:

    Bom dia, vendi o meu carro com matricula QM-99-02, toyota vermelho e gostaria de saber se ainda esta em meu nome

  22. Mapari said:

    No artigo explica-se como pode saber.

  23. Luis Filipe said:

    Fabuloso acabei de introduzir dados de 3 automoveis dos quais sou proprietário e espanto dos espantos, nenhuma informação.

    Se por acaso um destes veículos fosse roubado e alguém me quisesse informar do paradeiro não saberia como me contactar.

  24. Miguel said:

    Olá, é proibido eu ter anotar por exemplo num bloco de notas, matriculas, mesmo que aleatorias, pois não sei quem são os reais proprietarios? Ou anotar as matriculas e associar pessoas, nao entanto não significar que essa associação esta correcta ou seja verdade. A proibiçao existe apenas quando se associa uma matricula com dados reais, e que identifiquem a pessoa, e obtenham os seus dados de morada correcto? Porque ai sim estaria a identificar o real proprietario, E se não for o real proprietario? já nao de pode admitir que sejá qubra de privacidade e dados privados, porque o proprietario nem sequer corresponde. Essa anotação é proibida ou não?

  25. Paulo Lopes said:

    Perguntem ao passarinho…. De facto com uns modestos 5.00 euros tudo se sabe.

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