E se tudo o que é importante para si fosse escrito ou dito em linguagem clara? (atual.)

Sem mais comentários, alguns minutos de vídeo do TEDxPorto, no seu melhor interesse: “Sandra Fisher-Martins: The right to understand” (em português com legenda em Inglês).

Infelizmente, a ignorância de uns é a fortuna de outros, mesmo que em causa esteja o conhecimento da lei, a bula de um medicamento, os termos de um contrato, uma notificação do médico ou da justiça.

Durante um curto espaço de tempo, o Diário da República recorreu aos serviços de uma empresa que traduzia para linguagem clara o propósito fundamental de cada lei. Tal serviço foi considerado dispensável e foi vítima da austeridade. Será que a poupança valeu a pena? Quem ganha e quem perde? Talvez um dia os nossos governantes façam as contas que interessam ao melhor interesse público. Neste caso, estamos em crer que ainda há um longo, muito longo caminho a trilhar. Mas já demos uns passos… Por aqui nem sempre o conseguimos, mas procuraremos estar disponíveis para desmontar o que é complicada na gíria profissional de economia e finanças que vamos conhecendo.

P.S.: Esta iniciativa concretizou-se numa sociedade prestadora de serviços, a Claro.

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