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><channel><title>Economia e Finanças</title> <atom:link href="http://economiafinancas.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://economiafinancas.com</link> <description>Todo o economista é um leigo, todo o leigo é economia</description> <lastBuildDate>Fri, 17 May 2013 16:14:23 +0000</lastBuildDate> <language>pt-PT</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator> <item><title>Obter declaração do escalão do abono de família via Segurança Social Direta</title><link>http://economiafinancas.com/2013/obter-declaracao-do-escalao-do-abono-de-familia-via-seguranca-social-direta/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/obter-declaracao-do-escalao-do-abono-de-familia-via-seguranca-social-direta/#comments</comments> <pubDate>Fri, 17 May 2013 16:14:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Segurança Social]]></category> <category><![CDATA[Abono de Família]]></category> <category><![CDATA[Declaração do escalão do abono de família]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Segurança Social Direta]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30744</guid> <description><![CDATA[A Segurança Social informa que passou a disponibilizar através do seu serviço &#8220;Segurança Social Direta&#8221; (que exige registo prévio) a Declaração de escalão de Abono de Família para Crianças e Jovens. Quem receba solicitação por parte de algum serviço do Estado (ou outros?) para fazer prova do escalão de abono de família poderá assim obter [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">A Segurança Social informa que passou a disponibilizar através do seu serviço &#8220;<a
title="Segurança Social Direta" href="http://www4.seg-social.pt/seguranca-social-directa" target="_blank">Segurança Social Direta</a>&#8221; (que exige registo prévio) a Declaração de escalão de Abono de Família para Crianças e Jovens. Quem receba solicitação por parte de algum serviço do Estado (ou outros?) para fazer prova do escalão de abono de família poderá assim obter o respetivo comprovativo de forma menos custosa caso tenha acesso a computador, impressora, internet e, naturalmente, já tenha feito o registo no serviço.</p><p
style="text-align: justify;">Mais detalhes sobre os procedimentos para efetuar o registo podem ser encontrados no portal da <a
title="Segurança Social" href="http://www4.seg-social.pt/noticias/-/asset_publisher/9N8j/content/declaracoes-de-escalao-de-abono-de-familia-como-obter" target="_blank">Segurança Social</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/obter-declaracao-do-escalao-do-abono-de-familia-via-seguranca-social-direta/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>E você, passou a comprar mais produtos nacionais?</title><link>http://economiafinancas.com/2013/e-voce-passou-a-comprar-mais-produtos-nacionais/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/e-voce-passou-a-comprar-mais-produtos-nacionais/#comments</comments> <pubDate>Fri, 17 May 2013 14:59:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Consumo e Produtos]]></category> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Sociedade]]></category> <category><![CDATA[Comprar produtos nacionais]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30740</guid> <description><![CDATA[Uma das notícias do dia envolve um estudo recente do IPAM (Escola de marketing). Segundo o estudo, mais de metade dos portugueses (57,5%) terá afirmado que irá consumir mais produtos portugueses no futuro, contudo, quase dois terços reconhece que essa opção representará pagar mais caro. Se juntarmos a isto o facto de que quase 80% [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Uma das notícias do dia envolve um estudo recente do IPAM (Escola de marketing). Segundo o estudo, mais de metade dos portugueses (57,5%) terá afirmado que irá consumir mais produtos portugueses no futuro, contudo, quase dois terços reconhece que essa opção representará pagar mais caro. Se juntarmos a isto o facto de que quase 80% acha que está a caminhar para o empobrecimento&#8230; Será mesmo verdade que as preferências reveladas via inquérito se vão confirmar? Ou seja, alguém que acha que está a empobrecer vai, por opção política, comprar algo mais caro em termos de preço porque sabe que tem de ajudar a produção nacional?</p><p
style="text-align: justify;">Ou será que os consumidores são mesmo muito racionais e  estão a interiorizar que o custo adicional que poderão ter de pagar por comprarem produto nacional terá um reflexo positivo indireto e a prazo no seu rendimento disponível ao contribuir para a dinamização da atividade produtiva local e, por exemplo, gerando menos pressão sobre as receitas fiscais que incidem sobre os consumidores e, eventualmente, maior oferta de emprego?</p><p
style="text-align: justify;">É sempre fascinante avaliar estes aspetos de preferências, de (micro)economia comportamental.</p><p
style="text-align: justify;">Ver também no <a
title="Dinheiro Vivo" href="http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO158619.html?page=0" target="_blank">Dinheiro Vivo</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/e-voce-passou-a-comprar-mais-produtos-nacionais/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O que é o Banco de Inovação Social?</title><link>http://economiafinancas.com/2013/o-que-e-o-banco-de-inovacao-social/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/o-que-e-o-banco-de-inovacao-social/#comments</comments> <pubDate>Fri, 17 May 2013 10:12:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Segurança Social]]></category> <category><![CDATA[Banco de Inovação Social]]></category> <category><![CDATA[Candidaturas Banco de Inovação Social]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Fundo de Investimento Social - Fundo BIS]]></category> <category><![CDATA[Programa de Apoio ao Empreendedorismo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30717</guid> <description><![CDATA[A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa está a dinamizar juntamente com outras instituições publicas e privadas o Banco de Inovação Social que, segundo os próprios é uma plataforma que visa: &#8220;(&#8230;)  promover em conjunto a inovação social através do apoio ao empreendedorismo, a participação nas redes nacionais, europeias e internacionais de inovação social e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa está a dinamizar juntamente com outras instituições publicas e privadas o Banco de Inovação Social que, segundo os próprios é uma plataforma que visa:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><em>&#8220;(&#8230;) <strong> </strong>promover em conjunto a inovação social através do apoio ao empreendedorismo, a participação nas redes nacionais, europeias e internacionais de inovação social e a promoção de uma cultura de inovação e de empreendedorismo.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>Para cumprir a sua missão, o BIS criou o <strong>Programa de Apoio ao Empreendedorismo</strong> — cuja convocatória para a apresentação de projetos de negócios e negócios sociais está aberta &#8211; e o <strong>Fundo de Investimento Social &#8211; Fundo BIS</strong> — no qual participa a Santa Casa e o Montepio e que se destina a apoiar negócios de excelência, facilitar o acesso ao crédito e investir em negócios sociais. Para além disso, o Polo de Empreendedores BIS, formado por empreendedores já apoiados, servirão de Embaixadores das iniciativas BIS com especial destaque para o apoio aos futuros empreendedores BIS.&#8221;</em></p></blockquote><p>Em particular relativamente ao Programa de Apoio ao Empreendedorismo, os interessados deverão apresentar-se na primeira fase de candidaturas em curso este mês de maio tendo em atenção que:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><em>Este programa tem a finalidade promover a criação de emprego e fomentar a inovação social mediante o desenvolvimento de iniciativas em território nacional, nos seguintes eixos:</em></p></blockquote><ul><li
style="text-align: justify;"><blockquote><p><em>Inclusivo &#8211; Novos negócios que visam a criação do auto-emprego e a valorização profissional dos seus promotores sempre que estes se encontrem em situação de desemprego, precariedade laboral ou à procura do primeiro emprego;</em></p></blockquote></li><li
style="text-align: justify;"><blockquote><p><em>Social &#8211; Negócios sociais cuja finalidade é a apresentação de soluções inovadoras e sustentáveis como resposta a determinadas necessidades sociais.</em></p></blockquote></li></ul><p><b>Para mais detalhes recomenda-se a consulta do sítio do <a
title="Banco de Inovação Social" href="http://bancodeinovacaosocial.pt/" target="_blank">Banco de Inovação Social</a>.</b></p><p>Segundo notícia do <a
title="Oje" href="http://www.oje.pt//noticias/negocios/bis-ja-recebeu-144-candidaturas-para-criacao-de-negocios" target="_blank">Jornal Oje </a>nos primeiros 15 dias houve 144 candidaturas:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><em>&#8220;(&#8230;) havendo &#8220;um equilíbrio&#8221; entre o número de pessoas que quer lançar um negócio próprio e as que querem constituir um negócio social, disse hoje à agência Lusa a diretora do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).</em><br
/> <em> </em><br
/> <em>Os projetos para criação de negócios sociais, que representam metade das candidaturas, devem responder a &#8220;quatro necessidades identificadas&#8221; pela plataforma: a promoção do envelhecimento ativo, o combate ao abandono escolar, o combate ao desperdício e o combate ao desemprego. </em><br
/> <em> </em><br
/> <em>Maria do Carmo Marques Pinto considerou que o número de candidaturas podia ser maior, uma vez que é uma alternativa real de criação de emprego. (&#8230;)&#8221;</em></p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/o-que-e-o-banco-de-inovacao-social/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Simulador gratuito para o orçamento familiar</title><link>http://economiafinancas.com/2013/simulador-gratuito-para-o-orcamento-familiar/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/simulador-gratuito-para-o-orcamento-familiar/#comments</comments> <pubDate>Thu, 16 May 2013 13:00:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Sociedade]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Portal Todos Contam]]></category> <category><![CDATA[Simulador Orçamento familiar]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30686</guid> <description><![CDATA[Para aqueles que precisam de auxílio a gerir as contas familiares encontrámos um recurso gratuito e preparado com qualidade pelos responsáveis pelos portal &#8220;Todos Contam &#8221; &#8211; uma iniciativa conjunta do Banco de Portugal com a CMVM e o ISP. O Simulador do orçamento familiar é apresentado como corolário de uma seção formativa que se [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Para aqueles que precisam de auxílio a gerir as contas familiares encontrámos um recurso gratuito e preparado com qualidade pelos responsáveis pelos portal &#8220;Todos Contam &#8221; &#8211; uma iniciativa conjunta do Banco de Portugal com a CMVM e o ISP. O <a
title="Simulador do Orçamento familiar" href="http://www.todoscontam.pt/pt-PT/Principal/PlanearOrcamento/Paginas/SimuladorOrcamentoFamiliar.aspx" target="_blank"><strong>Simulador do orçamento familiar</strong></a> é apresentado como corolário de uma seção formativa que se inicia com a reflexão sobre como identificar despesas e rendimentos, passa pela determinação da situação financeira e inclui ainda tópicos como a definição de objetivos, a elaboração do orçamento e a gestão de dívidas (além de outros sub-tópicos relevantes).</p><p
style="text-align: justify;">De experiências de contacto com utilizadores de produtos financeiros e de dúvidas e questões dos nossos leitores, acreditamos que, para muitos, nem sempre é obvio ou imediato apurar a listagem de receitas e despesas a considerar para aferir da situação financeira do agregado familiar, pelo que passar pelas páginas de apoio deste portal e proceder ao exercício de simulação do orçamento são atividades recomendáveis e podem revelar-se muito úteis.</p><p
style="text-align: justify;">No simulador, em concreto, apresentam-se receitas e despesas por várias categorias constituindo-se como auxiliares de memória para que não faltem aspetos fundamentais. A apresentação gráfica também é atraente e a componente didática relevante. Seja para sim enquanto gestor familiar mais experimentado, ou para ensinar a alguém que esteja a dar os primeiros passos, este instrumento de combate à iliteracia financeira em que se traduz todo o portal &#8220;Todos contam&#8221;  é louvável. Havemos de voltar a destacar mais conteúdos nas semanas que se seguem.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/simulador-gratuito-para-o-orcamento-familiar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Estado é patrão de 581 mil pessoas &#8211; menos 30 mil que no final de 2011</title><link>http://economiafinancas.com/2013/estado-e-patrao-de-581-mil-pessoas-menos-30-mil-que-no-final-de-2011/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/estado-e-patrao-de-581-mil-pessoas-menos-30-mil-que-no-final-de-2011/#comments</comments> <pubDate>Thu, 16 May 2013 12:47:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Números Estatística]]></category> <category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category> <category><![CDATA[DGAEP]]></category> <category><![CDATA[Direção-Geral da Administração e do Emprego Público]]></category> <category><![CDATA[Estatística do Emprego no Estado]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Número de Funcionários Públicos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30733</guid> <description><![CDATA[Sairam os dados mais recentes com as estatísticas do emprego público relativas ao primeiro trimestre de 2013, produzidas pela Direção Geral da Administração e do Emprego Público. Um dos factos mais relevantes será a continuação da tendência de redução dos quadros que têm o Estado como entidade patronal. Em cinco trimestres, os efetivos em emprego [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Sairam os dados mais recentes com as estatísticas do emprego público relativas ao primeiro trimestre de 2013, produzidas pela Direção Geral da Administração e do Emprego Público. Um dos factos mais relevantes será a continuação da tendência de redução dos quadros que têm o Estado como entidade patronal. Em cinco trimestres, os efetivos em emprego diminuíram 5% caindo um total de cerca de 30 mil. haverá neste momento 581 mil pessoas a trabalhar para o Estado considerando praticamente todos os tipos de vínculos existentes.</p><p
style="text-align: justify;">A DGAEP informa que pela primeira vez divulga dados relativos a &#8220;<em>emprego no universo das empresas públicas, demais pessoas coletivas públicas e outras entidades públicas que compõem os subsectores das sociedades financeiras e não financeiras públicas do sector público</em>&#8220;. Aos poucos vão-se criando condições para conhecer com detalhe todo o Estado. Não é possível (ainda) saber quantos trabalham no Banco de Portugal, mas a TAP, por exemplo, respondeu indicando ter 6366 funcionários, a CGD tem 9389, a REFER 2745, A Fidelidade 2689, a RTP 2015, o Metro de Lisboa 1505, a Portway &#8211; Handling 1480, etc.</p><p
style="text-align: justify;">A publicação bem como as tabelas em folha de cálculo que a suportam são divulgadas gratuitamente no sítio da <a
title="Emprego Público - DGAEP" href="http://www.dgap.gov.pt/index.cfm?OBJID=da5b5dbb-6ace-4d45-9a10-315cedc919b8" target="_blank"><strong>DGAEP (clique para aceder)</strong></a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/estado-e-patrao-de-581-mil-pessoas-menos-30-mil-que-no-final-de-2011/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Não confundir &#8220;fragmentação dos mercados&#8221; com &#8220;fragmentação dos mercados&#8221;</title><link>http://economiafinancas.com/2013/nao-confundir-fragmentacao-dos-mercados-com-fragmentacao-dos-mercados/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/nao-confundir-fragmentacao-dos-mercados-com-fragmentacao-dos-mercados/#comments</comments> <pubDate>Thu, 16 May 2013 10:00:10 +0000</pubDate> <dc:creator>RCB</dc:creator> <category><![CDATA[Blogologia]]></category> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Mercados]]></category> <category><![CDATA[Regulação Económica]]></category> <category><![CDATA[CMVM]]></category> <category><![CDATA[DMIF - Directiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Fundação Francisco Manuel dos Santos]]></category> <category><![CDATA[Internalização de negócios]]></category> <category><![CDATA[Plataformas multilaterais]]></category> <category><![CDATA[União Bancária]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30727</guid> <description><![CDATA[A expressão &#8220;fragmentação&#8221; tem vindo a ser utilizada com significados múltiplos nas notícias, artigos e discussões financeiras a que temos assistido. Vejamos brevemente os conceitos e realidades por trás das duas utilizações mais populares. Por um lado, temos analistas de mercado de ações e outros valores mobiliários e reguladores a identificar a fragmentação dos mercados [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">A expressão &#8220;fragmentação&#8221; tem vindo a ser utilizada com significados múltiplos nas notícias, artigos e discussões financeiras a que temos assistido. Vejamos brevemente os conceitos e realidades por trás das duas utilizações mais populares.</p><p
style="text-align: justify;">Por um lado, temos analistas de mercado de ações e outros valores mobiliários e reguladores a identificar a fragmentação dos mercados referindo-se à multiplicação de plataformas nas quais um mesmo título pode ser transacionado.</p><p
style="text-align: justify;">Por outro, temos os macroeconomistas e especialistas em política monetária a constatar que dentro da mesma zona monetária, a zona euro, coexistem condições de acesso a produtos financeiros e a capital muito distintas  de acordo com as diferentes geografias e realidades económicas dos vários países que compõem a zona monetária. Ou seja, neste último caso, a zona monetária não é percebida como um todo coeso pelos agentes económicos que com ela se relacionam mas como um conjunto composto por fragmentos cada vez mais distintos e desconexos onde uns enfrentam taxas de juro proibitivas quando procuram financiamento e outro experimentam a contração de empréstimos a valores historicamente muito baixos.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Na fragmentação dos mercados relativa aos valores mobiliários estamos perante o fim do reinado absoluto dos ditos mercados regulamentados (tipicamente as bolsas de valores)</strong> como principais veículos de realização do grosso das transações sobre valores mobiliários como as ações.</p><p
style="text-align: justify;">De facto, uma das consequências mais dramáticas (pelo impacto na dispersão de negócios, menor transparência associada e fraca antecipação) da mais famosa diretiva comunitária sobre esta área (a Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros) foi a possibilidade de se multiplicarem as plataformas multilaterais nas quais era possível negociar títulos e de os próprios intermediários financeiros (os bancos pro exemplo), recetores de ordens de compra e venda por parte dos seus clientes poderem internamente &#8220;casar&#8221; (internalizar) as ofertas sem terem de as colocar no mercado tradicional. Hoje, é muito frequente menos de metade das transações realizadas sobre uma determinada ação portuguesa não passar pela bolsa, sendo transacionada contra a carteira própria de um banco, em operações de balcão, em plataformas multilaterais, etc. No fundo, o objetivo inicial da DMIF que era o de põr em causa o monopólio das bolsa garantindo concorrência nas comissões de bolsa terá acabado por gerar um acréscimo significativo do custo de informação e posto em causa aspetos determinantes para a saúde do mercado, como sejam a sua dimensão crítica, paridade no acesso à informação e a própria vigilância sobre crimes de mercado. O mercado fragmentou-se, a determinação do valor de mercado de um título complicou-se e o mercado mais transparente e mais sujeito a difusão de informação e escrutínio (a bolsa) tem continuado a perder relevo por oposição a formas de transação sobre as quais os reguladores e supervisores têm menor poder de vigilância.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Sobre a fragmentação do mercado monetário, temos tido Mario Draghi (governador do Banco Central Europeu) e mais recentemente vários Ministros das Finanças a pronunciarem-se de forma preocupada com o fenómeno, constatando que este põe em risco a própria zona monetária, potenciando um círculo vicioso de divergência económica entre países.</strong> Esta fragmentação que acabará por conduzir à implosão da zona monetária se não for debelada (ou pelo menos fortemente mitigada), tem justificado o aumento de pressão por parte dos banqueiros e dos governantes dos países que têm ficado com a parte mais amarga deste processo a que se avance rapidamente para a constituição de uma União Bancária.</p><p
style="text-align: justify;">Mas esse será tema para outro artigo.</p><p
style="text-align: justify;">Bons negócios!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/nao-confundir-fragmentacao-dos-mercados-com-fragmentacao-dos-mercados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Novas áreas regionais de turismo de Portugal continental (Lei n.º 33/2013)</title><link>http://economiafinancas.com/2013/novas-areas-regionais-de-turismo-de-portugal-continental-lei-n-o-332013/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/novas-areas-regionais-de-turismo-de-portugal-continental-lei-n-o-332013/#comments</comments> <pubDate>Thu, 16 May 2013 09:03:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Legislação]]></category> <category><![CDATA[Sociedade]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Novas áreas regionais de turismo de Portugal]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30724</guid> <description><![CDATA[A cada uma dos 5 NUTS II do Continente corresponderá uma área regional de turismo de Portugal. A Lei n.º 33/2013 hoje publicada no Diário da República estabelece o regime jurídico das áreas regionais de turismo de Portugal continental, a sua delimitação e características, bem como o regime jurídico da organização e funcionamento das entidades [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">A cada uma dos 5 NUTS II do Continente corresponderá uma área regional de turismo de Portugal. A <strong><a
title="Novas áreas regionais de turismo" href="http://dre.pt/util/getpdf.asp?s=sum&amp;serie=1&amp;iddr=2013.94&amp;iddip=20130883" target="_blank">Lei n.º 33/2013</a></strong> hoje publicada no Diário da República estabelece o regime jurídico das áreas regionais de turismo de Portugal continental, a sua delimitação e características, bem como o regime jurídico da organização e funcionamento das entidades regionais de turismo.</p><p
style="text-align: justify;">As novas áreas regionais de turismo terão autonomia financeira e administrativa sendo tuteladas pelo membro do governo com responsabilidade na área do turismo.</p><p
style="text-align: justify;">Os seus trabalhadores terão contrato individual de trabalho havendo um condicionamento expresso na lei quanto à percentagem das receitas que podem ser afetas a custos com o pessoal (50%) devendo tal percentagem cair em 5 pontos percentuais em cada um dos três anos seguintes.</p><p
style="text-align: justify;">Quanto à missão eis o que estabelece a lei:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><strong><em>Missão e atribuições</em></strong><br
/> <em>1 — As entidades regionais de turismo têm por missão a valorização e o desenvolvimento das potencialidades turísticas da respetiva área regional de turismo, bem como a gestão integrada dos destinos no quadro do desenvolvimento turístico regional, de acordo com as orientações e diretrizes da política de turismo definida pelo Governo e os planos plurianuais da administração central e dos municípios que as integram.</em><br
/> <em>2 — São atribuições das entidades regionais de turismo:</em><br
/> <em>a) Colaborar com os órgãos da administração central com vista à prossecução dos objetivos da política nacional que for definida para o turismo, designadamente no contexto do desenvolvimento de produtos turísticos de âmbito regional e sub -regional e da sua promoção no mercado interno alargado, compreendido pelo território nacional e transfronteiriço com Espanha;</em><br
/> <em>b) Definir o plano regional de turismo, alinhado com a estratégia nacional de desenvolvimento turístico, e promover a sua implementação;</em><br
/> <em>c) Assegurar o levantamento da oferta turística regional e sub -regional e a sua permanente atualização, no quadro do registo nacional de turismo, e realizar estudos de avaliação do potencial turístico das respetivas áreas territoriais;</em><br
/> <em>d) Assegurar a realização da promoção da região no mercado interno alargado, compreendido pelo território nacional e transfronteiriço com Espanha;</em><br
/> <em>e) Organizar e difundir informação turística, mantendo ou gerindo uma rede de postos de turismo e de portais de informação turística;</em><br
/> <em>f) Dinamizar e potenciar os valores e recursos turísticos regionais e sub -regionais;</em><br
/> <em>g) Monitorizar a atividade turística regional e sub- regional, contribuindo para um melhor conhecimento integrado do setor.</em><br
/> <em>3 — Os planos regionais de turismo devem realizar a avaliação dos destinos sub -regionais de turismo existentes e assegurar o desenvolvimento daqueles cujos sinais distintivos já se encontrem consolidados.</em></p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/novas-areas-regionais-de-turismo-de-portugal-continental-lei-n-o-332013/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>União Europeia: Em 21 países com dados divulgados 12 registam quedas no PIB (1º trimestre de 2013)</title><link>http://economiafinancas.com/2013/uniao-europeia-em-21-paises-com-dados-divulgados-12-registam-quedas-no-pib-1o-trimestre-de-2013/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/uniao-europeia-em-21-paises-com-dados-divulgados-12-registam-quedas-no-pib-1o-trimestre-de-2013/#comments</comments> <pubDate>Wed, 15 May 2013 09:50:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Contas Nacionais]]></category> <category><![CDATA[Números Estatística]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[INE]]></category> <category><![CDATA[PIB]]></category> <category><![CDATA[PIB Zona Euro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30709</guid> <description><![CDATA[As quedas homólogas do PIB da Grécia (-5,3%), Chipre (-4,1%) e Portugal com -3,9% destacam-se pela negativa entre os seus pares com as piores quedas do PIB no primeiro trimestre de 2013. Segue-se a Itália com uma queda de 2,3%, a Espanha e a Finlândia com quedas de 2,0% e a República Checa com uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">As quedas homólogas do PIB da Grécia (-5,3%), Chipre (-4,1%) e Portugal com -3,9% destacam-se pela negativa entre os seus pares com as piores quedas do PIB no primeiro trimestre de 2013. Segue-se a Itália com uma queda de 2,3%, a Espanha e a Finlândia com quedas de 2,0% e a República Checa com uma queda de 1,9%.</p><p
style="text-align: justify;">No conjunto dos 21 países que hoje divulgaram dados para o PIB do primeiro trimestre de 2013, apenas 9 apresentam uma valor do PIB superior ao registado no mesmo período do ano anterior e destes, quatro, cresceram menos de 1% (a Austria estagnou nos 0,0%).</p><p
style="text-align: justify;">Em termos agregado a Zona Euro contraiu 1% e a União Europeia 0,7%, em ambos os casos o pior registo pelo menos dos últimos quatro trimestres. Mesmo a economia alemã que registou um crescimento marginal positivo face ao trimestre anterior (0,1%) registou uma contração de 0,3% face ao primeiro trimestre de 2012.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/uniao-europeia-em-21-paises-com-dados-divulgados-12-registam-quedas-no-pib-1o-trimestre-de-2013/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>PIB com a nona (e pior) queda consecutiva desde o 1º trimestre de 2011: -3,9%</title><link>http://economiafinancas.com/2013/pib-acentua-colapso-com-a-nona-e-pior-queda-consecutiva-desde-o-1o-trimestre-de-2011/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/pib-acentua-colapso-com-a-nona-e-pior-queda-consecutiva-desde-o-1o-trimestre-de-2011/#comments</comments> <pubDate>Wed, 15 May 2013 09:08:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Contas Nacionais]]></category> <category><![CDATA[Números Estatística]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[INE]]></category> <category><![CDATA[PIB]]></category> <category><![CDATA[PIB 2013]]></category> <category><![CDATA[Recessão]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30703</guid> <description><![CDATA[O produto interno bruto registou pelo nono trimestre consecutivo uma taxa de variação homóloga negativa. Os dados apurados pelo INE relativos ao 1º trimestre de 2013 identificam uma queda de 3,9% face ao primeiro trimestre de 2012, o pior registo desde que o PIB começou a cair no primeiro trimestre de 2011. Segundo o INE [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">O produto interno bruto registou pelo nono trimestre consecutivo uma taxa de variação homóloga negativa. Os dados apurados pelo <a
title="INE" href="http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_destaques&amp;DESTAQUESdest_boui=151507142&amp;DESTAQUESmodo=2" target="_blank">INE</a> relativos ao 1º trimestre de 2013 identificam uma queda de 3,9% face ao primeiro trimestre de 2012, o pior registo desde que o PIB começou a cair no primeiro trimestre de 2011.</p><p
style="text-align: justify;">Segundo o INE esta evolução só não foi pior devido à forte queda das importações. O consumo interno e a investimento voltaram a degradar-se significativamente.</p><p
style="text-align: justify;">Comparando com o trimestre imediatamente anterior o PIB contraiu 0,3%.</p><p
style="text-align: justify;">Notas positivas? O ritmo de agravamento do PIB está a abrandar.</p><p
style="text-align: justify;">Notas negativas (adicionais): a queda do PIB em Portugal (em termos homólogos) foi cerca de 5,6 vezes a registada na Zona Euro em igual periodo.</p><div
class="wp-caption aligncenter" style="width: 544px"><img
title="PIB - Evolução trimestral 2011 a 2013 (variações homólogas)" alt="" 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width="534" height="382" /><p
class="wp-caption-text">PIB &#8211; Evolução trimestral 2011 a 2013 (variações homólogas) &#8211; INE</p></div><p
style="text-align: justify;"> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/pib-acentua-colapso-com-a-nona-e-pior-queda-consecutiva-desde-o-1o-trimestre-de-2011/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Um retrato estatístico atual das famílias em Portugal</title><link>http://economiafinancas.com/2013/um-retrato-estatistico-atual-das-familias-em-portugal/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/um-retrato-estatistico-atual-das-familias-em-portugal/#comments</comments> <pubDate>Tue, 14 May 2013 10:25:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Números Estatística]]></category> <category><![CDATA[Sociedade]]></category> <category><![CDATA[Estatísticas das Famílias]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[INE]]></category> <category><![CDATA[Pobreza]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30697</guid> <description><![CDATA[A propósito do Dia Internacional da Família (que se comemora no dia 15 de maio) o INE editou uma pequena publicação na qual compila informação estatística das suas diversas fontes de modo o conseguir oferecer uma imagem integrada do como é a família em Portugal. O retrato vai desde a evolução da sua dimensão média [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">A propósito do Dia Internacional da Família (que se comemora no dia 15 de maio) o INE editou uma pequena publicação na qual compila informação estatística das suas diversas fontes de modo o conseguir oferecer uma<a
title="INE- Estatísticas sobre a família" href="http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_destaques&amp;DESTAQUESdest_boui=158919375&amp;DESTAQUESmodo=2" target="_blank"><strong> imagem integrada do como é a família em Portugal</strong></a>.</p><p
style="text-align: justify;">O retrato vai desde a evolução da sua dimensão média (que continua em queda), até à sua composição (os agregados de pessoas sozinhas continuam a crescer)  à caracterização da pobreza que afeta cerca de uma em cada quatro família portuguesas com particular incidência em famílias numerosas e monoparentais.</p><p>Vale a pena espreitar as 11 página de síntese organizada pelo INE. Eis um dos gráficos significativos que aí se apresentam:</p><p><img
class="aligncenter" alt="" src="data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAAeEAAAIuCAIAAAAHfielAAAdM0lEQVR4nO3dva4sVXqA4b5BBBczGiIj4aASzn2QzTg0skBIdkA2InI0RzhgSEYysgictYPj2fSpWuurVb/9da3n0Qr2rq6fVdXdL5vaveF2ByCr27MnAECVRgPkpdEAeWk0QF4aDZCXRgPkpdEAeWk0QF4aDZCXRgPkpdEAeWn0a7vdbrfbyzyJrzLb0+Z5e7D7bnfcYWa1a3jQtd3FolntPPtbaN9jrZ5eceEuk5w96x2vw8Y5t2z4uM4u037uy6D96OfMc/ejvO1w9MRleOsdJHiLpSrPyKJZHdLo9uWnaYzmxnnW9t/+hlnakeMafcSb/Ikvg2XvCo1+ERp97LHP11LkLaewfYdLj578go+8ymxftNEn7Dmb4Ew1etmxp/9gH13B2X8ePm44Wqf9mXhKo+NzCa5McdviytNHi5Mp7ra4t2A+wfrBNZndf7BJvP/iJaqd5qITX30RWuZfXCdYeK+/AGrXofFcavsPTqTlBBuvT23ywWm2XMPpURZNpvEca3NuvIDxBH5fubh0tfhqTleoLZ8+VHwyWg4drBNc1rkTbdr/dHnwgqjtITj92sJ4V7Nrvk11xbbxBWnZSXBx4qMUD9R+Ee6lZ+HQ+deOXpzDaP/xoWsL4/0Hew6uSe0EZ69t8euW0wyOEpxXcZOWr2fPcfaKBftvOsfpoi0mT3fBdP3i/IKHgkMvWqe4SW0mi06nts/ahrNHr6257pLGq8UTW3HWi3bSOJ9DD7Tl2rbPP16ztsPg2+Ims89OcYWNJ7j9JRF/277DQ5/EdTtvmdtHC2fnsUh8Kfe9XreSRdMrX5G2p6dl/9PlxTnHUzriksarTff/eKClM1w6t+Di1Gw5ULDDmr3mP3q08VjBt8VNgokF12H23OMTbF++4jQX7bD9iPG1mh566R4eV56d20cLi8deLb6UW67X7IGCS1lbp3HP7eLTn35Re/La97nuksarxdsuneHqudVOcK8DBXuePfQu8y8+HbPzDL4tblKbRnwd4ss+e4K1zXc5zUU7XHTiteu2/XSKG8YT+H1hbS/rxCez7no1vgjii1Jcp3HP7WZ3uGKFIy5pvFq87dIZ7r6TvQ4U7Ll2bVuO2D7/xud99FDwbXGT2rksfQHULNp8l9NctMNFJ770SVx6VUerNU7g1EbfK6+e6YbBQ7UDxRelcauWnazYf/GUi1stfd0E8w8u6aI14/XjKxace/B1y+nH67wtab8Ij4eubV5cZ/X848sYn0K8k+Jlb9x/MPO39VtOcPbaxlcg/jae5ON5BSvEX687x3jOLc9U4SjTRVu0nMzjhSsuHz0U73MknlhxzcY9tJid0uikgnVus89cRW2de/iCmO4h3nn7FatNINhJcEbBIWpLgotQm0NwHWrzXDH/YCazEw6mGi+c3X/LiSw6wfj6tJxXMMnazmePvmiSjddnulp8AeMJ/L5ycelp4ueYk3kuoN05+Tr7Pdnyz0aexdMB7a7Z6PuSf03mHJ4OWOGyjQagkUYD5KXRAHlpNEBeGt271b/3aPlg6U5zfAG9nS+n8ao6XPJ377rpbflM/gtpP4vjzvc2ETwab3vctLdMMp7GNV5IW3R98ifI/wrT6JpFp3DQ+dZ6V3x0xbe7THv7JIvTuMwLaaOuT577To2ePtTbW+u0Rt8buhZvOLv/0ybZMo3eXkhTXZ/8RqP3Q/Czw3Tlx60eVyhuVdv5dJPgjRHstraH+G3zuE7xRGoXJ57q7ARm99xyHYKd1KYU77x2BRrPepHZEy+eRcupxcdaNOeWSbZMY+O1uoCuT36j4I0avApHWxW/nX5d3EP7tsWZtB9xxU6Ci9P49duS4qGDebZch2AnxTkElyjefMUTNKt4eWfPYvbUagdqXHnFJFv2vOVCXUPXJ79R8FJrf2hFKba87tfNefbcH7+tvTlXn9qiMz30OsxekL0ub6DxZbD0rIMDrZjwodPoTdcnv9Eu7/Pat7eK4s7jIy6ac/GIs+f++G1t2/aLEx89PtO9rkPjQ6N1gmvYOLFYfKazU100h+Bc9ppk+zRmD3phXZ/8Rru8z2vfLn3VNr7uF805EJxF7f3ccnHupTQsOtMjrkP7k7LoWVtxwWvXvHGqi+awaHrrJnnQNC6m65PfaJf3ee3bpa/axtf9ugDNzuHx29uDxgPVDr3iTI+4Du1PyqJnrXjRGredXbji0rXsP7BikkdM43q6PvmN2t/Mj+/A4kPFb4v7Ly5v2TZYbfaIs+de3GfwPgy+Do4STLL9Gs7uJHjuio/GmxfXiec8O9WWE288RLDz+Fz2muTSzTvU9clvFMfi9uA+l4D42zgT0wnMvqyLEwuOOHvuwYm3nFrtFIoTmN1zsPPGnYw2b5l5bfPGicUnW9RyuRpnUjv67P63TzKYRuMML6/T04ZUem4QMS8LeDKBJuCVAU+m0QS8MgDy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIC+NBshLowHy0miAvDQaIK9OGz187NnTASjTaI0G8uq00W80GshMozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLo4dhGN7//KthGD2M//6f/312dZbR6GEYhk+//NYwjB7GNz/89OzqLKPRGm0YHQ2NfjEabRhdDY1+MRptGF0NjX4xGm0YXQ2NfjEabRhdDY1+MRptGF0NjX4xGm0YXQ2NfjEabRhdjVqjbxPT5UFJHh+drhxvG9NojTaMjkbQ6NmFtdSOml77Yh2N1mjD6Gjs3ugPCzX6KBptGF2NxnsdbwtH60y3ir/YGOi7Rmu0YXQ1Gn9n2HI/enQP+vHrYrLX9VqjNdowOhqLGh3/HF37NWOwnxWZ1miNNoyOxo6Nnn1ol3vTGq3RhtHRaPydYdzo+L5HsL5GL6bRhtHVCH6OLt61qC2cbhsvcT96JY02jK7GLn9nuP3TGguOddqRVpj+kyf+R9kKGm0YXY3tjT4z0PckjZ799Hjxbo5GG4axdPjvdSw8/NxnVoKFGm0YxtKh0WsUb7c/5jv4OXpU+fizilMabRhdDY1eY/W9juDb2m5HPjT6u8+/MAwj2/jmh592H+9//nVpoJ7rtRs9Wn91o7//7BPDMLKNRRm5Ko3WaMNIOhZl5Ko0WqMNI+lYlJGr0miNNoykY1FGrirLZ+8a/1wlbvRohy0T0GjDSDtWh+VKUvwc/UQabRhpx7PzkIJGa7RhJB3PzkMKGq3RhpF0PDsPKWi0RhtG0hG8c28T97lfRwWbjFbbtTFb5ZrN+TTaMNKO4J07LelsaoMlxU8lJJFuQifTaMNIO4J37mxMNfoiNNow0o7gnRt8bPdthdlNRmlOGOi7Rmu0YaQd7W/kx9o2/nnE9H70aCfLUnKYLPN4Fo02jLSj/Y3ccmejcZNs9z1STOKJNNow0o72N/L2Rqe9N51iEk+k0YaRdgTv3GlhlzZXo1+DRhtG2hG/eae/Myz+FnH0dfGG9WzxnyjLPJ5Fow0j7djlPZ6ntuu89uy302jDSDu2v8FfPdB3jdZow0g7np2HFDRaow0j6Xh2HlLQaI02jKTj2XlIQaM12jCSjmfnIQWNHoZh+K9v/tUwjGzj2XlIQaOHYRiePQuAMo3WaCAvjdZoIC+N1mggL43WaCAvjdZoIC+N1mggL43WaCAvjdZoIC+N1mggL43WaCAvjdZoIC+N1mggL43WaCAvjdZoIC+N1mggr04bPXzs2dMBKNNojQby6rTRbzQayEyjNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujNRrIS6M1GshLozUayEujh2EY3n39F8PYZfzy99+e/aLmUjR6GIbh0y+/NYxdxvuff332i5pL0WiNNvYcGs2+NFqjjT2HRrMvjdZoY8+h0exLozXa2HNoNPvSaI029hwazb40WqONPYdGsy+N1mhjzxE3+vag+GjjJtM9FLflAnp/XjXa2HcEjY6rWgx3cZO3hdMvuJ7en1qNNvYd7fc6Rj8X3xtSq9Ed6v2p1Whj37Gi0e2pLTZaoK+t92dXo419x2yjRzeXpz9Nz25y//jGyOMXen09vT+jGm3sO5b+HH2bmN2ktp9gHV5X70+nRhv7jnX3o2tL2jfR6Kvq/enUaGPfsfpzHffSfY/2TTT6qnp/OjXa2Hfs9fno0V3mxk/mCfT19P6MarSx79jr7wzVlg8SvQ7iP5066CWr0ca+Y5dGCzRvTn0pNP5b26KPJW2k0ca+w3+vg32d1+j4tx/tt+f2pdHGvkOj2dfT/pVq+oH8t5+vg5+jRz+G134wb/mo6Qcabew7NJp9pWj0ve1eR/BtbatZHxr9hz9+bRi7jP/84cdf37+Px2+//K39JUrnntPo7fej92309599YhinjR/ffdX+EqVzZzd66SdDiysU9xP/lF2j0cb5Q6Npd/bnOloe2t7o2cO90Wjj/KHRtHva5zqCRzXauPbQaNqd2uiR0aPTr+NGj/Y5PVDLrDTaOH9oNO16/3MmjTbOHxpNO43WaOPsodG002iNNs4eGk07jdZo4+yh0bTTaI02zh5xo1f8Jny6ScsHn3gJvT9tGm2cP4JG1z6/FLyGg4+lrvvjW1Lp/ZnTaOP80X6vo/1TpMVNNPoCen/mNNo4fyxtdO2vCoJN3r6+C/SL6/3J02jj/DHb6MciN95WD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isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30693</guid> <description><![CDATA[O Económico divulgou o relatório completo &#8220;PORTUGAL: REFORMING THE STATE TO PROMOTE GROWTH&#8221; realizado pela OCDE que se junta à discussão sobre as propostas de reforma do Estado em curso e patrocinadas pela troika de credores internacionais. São 76 páginas de um relatório composto por três partes fundamentais: A 1ª sob o título &#8220;BOOSTING PRODUCTIVITY [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">O Económico divulgou o relatório completo &#8220;<a
title="Relatório da ODCE - Reforma do Estado" href="http://economico.sapo.pt/public/uploads/Portugal_Brochure_EN.pdf" target="_blank"><strong>PORTUGAL: REFORMING THE STATE TO PROMOTE GROWTH</strong></a>&#8221; realizado pela OCDE que se junta à discussão sobre as propostas de reforma do Estado em curso e patrocinadas pela troika de credores internacionais. São 76 páginas de um relatório composto por três partes fundamentais:</p><ul><li>A 1ª sob o título &#8220;BOOSTING PRODUCTIVITY AND RESTORING COMPETITIVENESS WITH STRUCTURAL REFORMS&#8221;;</li><li>A 2ª apresentando reformas fiscais e ao nível das políticas sociais &#8220;SUPPORTING EMPLOYMENT AND SOCIAL COHESION WITH TAXATION AND SOCIAL POLICY REFORMS&#8221;;</li><li>E a 3ª com o título &#8220;EQUIPPING THE STATE TO SUPPORT ROBUST AND INCLUSIVE GROWTH&#8221;.</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/o-relatorio-da-ocde-em-pdf/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Pesquisa:  o governo devia demitir-se?</title><link>http://economiafinancas.com/2013/pesquisa-o-governo-devia-demitir-se/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/pesquisa-o-governo-devia-demitir-se/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 16:31:05 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Sociedade]]></category> <category><![CDATA[Demissão do governo]]></category> <category><![CDATA[Pesquisa de opinião]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30690</guid> <description><![CDATA[]]></description> <content:encoded><![CDATA[<a
name="pd_a_7100399"></a><div
class="PDS_Poll" id="PDI_container7100399" data-settings="{&quot;url&quot;:&quot;http:\/\/static.polldaddy.com\/p\/7100399.js&quot;}" style="display:inline-block;"></div><div
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isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30682</guid> <description><![CDATA[A Inflação média anual desceu dos 2,0% em março para os 1,7% em abril caindo 3 décimas quando havia diminuindo duas entre os dois meses anteriores. Para esta evolução contribuiu uma variação homóloga do mês de abril de apenas 0,2%, um valor muito inferior ao valor que terá saído dos cálculos da variação média anual [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">A Inflação média anual desceu dos 2,0% em março para os 1,7% em abril caindo 3 décimas quando havia diminuindo duas entre os dois meses anteriores. Para esta evolução contribuiu uma variação homóloga do mês de abril de apenas 0,2%, um valor muito inferior ao valor que terá saído dos cálculos da variação média anual com a introdução de mais um mês.</p><p
style="text-align: justify;">Recorde-se que a inflação esperada para 2013 tem vindo a ser revista em baixa, esperando-se segundo as perspetivas mais recentes que se fixe entre os 0,5% e os 0,7% no final do ano. Não nos surpreenderíamos se ficasse abaixo destes valores.</p><p
style="text-align: justify;"> A taxa de variação média anual da inflação subjacente (que exclui combustíveis e produtos alimentares não processados) foi, em abril, de apenas 0,8%.</p><p>Mais detalhes no <a
title="INE" href="http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_destaques&amp;DESTAQUESdest_boui=151509102&amp;DESTAQUESmodo=2" target="_blank">Portal do INE</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/inflacao-acelera-ritmo-de-reducao-em-abril-e-fixa-se-nos-17/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>DECO e a sombra: a ler &#8220;Coisas da Vida&#8221;</title><link>http://economiafinancas.com/2013/deco-e-a-sombra-a-ler-coisas-da-vida/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/deco-e-a-sombra-a-ler-coisas-da-vida/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 10:45:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Consumo e Produtos]]></category> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Regulação Económica]]></category> <category><![CDATA[DECO]]></category> <category><![CDATA[Deco Proteste]]></category> <category><![CDATA[Direitos dos Consumidores]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30673</guid> <description><![CDATA[Damos hoje destaque a um excerto do artigo ontem publicado no Diário de Notícia, assinado por Paulo Baldaia, atual diretor da TSF: Coisas da vida  &#8220;(&#8230;) Está fechado o leilão promovido pela Deco. Os consumidores que a empresa defende ganharam umas migalhas, a Deco pode faturar mais de meio milhão e a empresa espanhola Endesa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Damos hoje destaque a um excerto do artigo ontem publicado no Diário de Notícia, assinado por Paulo Baldaia, atual diretor da TSF:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><a
title="Paulo Baldaia" href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3214592&amp;seccao=Paulo%20Baldaia&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco" target="_blank"><em><b>Coisas da vida</b></em></a></p><p
style="text-align: justify;"><em> </em><em>&#8220;(&#8230;) Está fechado o leilão promovido pela Deco. Os consumidores que a empresa defende ganharam umas migalhas, a Deco pode faturar mais de meio milhão e a empresa espanhola Endesa fez o negócio da vida. A Deco teve entradas de leão e vai ter uma saída de sendeiro. Prevê cobrar cerca de meio milhão de euros, mas já fez saber que gastou mais de 300 mil na campanha. Uma campanha a favor da Endesa, concorrente única a um leilão que não teve nada de leilão. Para quem vive em defesa dos consumidores, o mínimo que se pode dizer é que foi muito pouco transparente. Denunciar interesses ocultos nas críticas que se fizeram a esta campanha é desculpa fraca para quem teve de andar a corrigir o tiro e, ainda assim, sai mal na fotografia. Para os mais pobres dos consumidores de energia o que se prevê é uma poupança anual de um euro, o mesmo é dizer que se prevê uma poupança de oito cêntimos por mês. Não dá para uma carcaça. E para os consumidores mais ricos dá uma poupança de 79 euros anuais, seis euros e meio por mês. Dá para ir ao McDonald&#8221;s, onde só podem ir os ricos. A Deco exige transparência e funciona na sombra. (&#8230;)&#8221;</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>PAULO BALDAIA – DN de 12-05-2013</em></p></blockquote><p
style="text-align: justify;">NOTA: Segundo lemos na imprensa citando-se a própria DECO o valor a faturar está dependente do número de subscritores do contrato com a Endesa podendo atingir, no máximo, os 2.9 milhões de euros.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/deco-e-a-sombra-a-ler-coisas-da-vida/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Governo reduz exigências contabilísticas a microentidades e entidades do setor não lucrativo</title><link>http://economiafinancas.com/2013/governo-reduz-exigencias-contabilisticas-a-microentidades-e-entidades-do-setor-nao-lucrativo/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/governo-reduz-exigencias-contabilisticas-a-microentidades-e-entidades-do-setor-nao-lucrativo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 May 2013 09:52:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Legislação]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Regimes da normalização contabilística para microentidades e para as entidades do sector não lucrativo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30679</guid> <description><![CDATA[Foram hoje publicadas alterações no regime da normalização contabilística para microentidades e para as entidades do setor não lucrativo que se traduzem numa simplificação das exigências efetuadas. Tais alterações encontram-se inscritas no Decreto-Lei n.º 64/2013  do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social que &#8220;procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Foram hoje publicadas alterações no regime da normalização contabilística para microentidades e para as entidades do setor não lucrativo que se traduzem numa simplificação das exigências efetuadas.</p><p
style="text-align: justify;">Tais alterações encontram-se inscritas no<strong> <a
href="http://dre.pt/util/getpdf.asp?s=sum&amp;serie=1&amp;iddr=2013.91&amp;iddip=20130863" target="_blank">Decreto-Lei n.º 64/2013</a></strong>  do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social que &#8220;procede à segunda alteração ao <a
title="Decreto-Lei n.º 36-A/2011" href="http://dre.pt/util/getdiplomas.asp?s=sum&amp;iddip=20110437" target="_blank">Decreto-Lei n.º 36-A/2011</a>, de 9 de março, que aprova os regimes da normalização contabilística para microentidades e para as entidades do setor não lucrativo e transpõe a Diretiva n.º <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2009&amp;id=309L0049" target="_blank">2009/49/CE</a>, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de junho, e a Diretiva n.º <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2010&amp;id=310L0066" target="_blank">2010/66/UE</a>, do Conselho, de 14 de outubro&#8221;.</p><p>Na prática o que muda?</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><em>&#8221; (&#8230;) </em><em>as instituições particulares de solidariedade social e equiparadas abrangidas pelo Protocolo de Cooperação celebrado pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, pela União das Misericórdias Portuguesas e pela União das  Mutualidades Portuguesas com o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, apenas devem ficar sujeitas a certificação legal de contas quando, durante dois anos consecutivos, ultrapassem dois dos três limites estabelecidos no artigo 262.º do Código das Sociedades Comerciais multiplicados por um fator de 1,70.</em> (&#8230;)&#8221;</p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/governo-reduz-exigencias-contabilisticas-a-microentidades-e-entidades-do-setor-nao-lucrativo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Exportações continuam a definhar, importações reforçam colapso</title><link>http://economiafinancas.com/2013/exportacoes-continuam-a-definhar-importacoes-reforcam-colapso/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/exportacoes-continuam-a-definhar-importacoes-reforcam-colapso/#comments</comments> <pubDate>Sat, 11 May 2013 20:26:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Comércio Internacio.]]></category> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Comércio Internacional]]></category> <category><![CDATA[Estatísticas do Comércio Internacional]]></category> <category><![CDATA[Exportações]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Importações]]></category> <category><![CDATA[Taxa de cobertura]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30670</guid> <description><![CDATA[As estatísticas ontem divulgadas pelo INE relativas ao comércio externo português reforçam as tendências recentes. No trimestre terminado em março, as exportações só marginalmente foram superiores a igual período do ano anterior (+0,3%) enquanto as importações reforçaram o seu colapso ao caírem 7,2% (tinham caída 6,1% no trimestre terminado em fevereiro face a igual período [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">As estatísticas ontem divulgadas pelo INE relativas ao comércio externo português reforçam as tendências recentes. No trimestre terminado em março, as exportações só marginalmente foram superiores a igual período do ano anterior (+0,3%) enquanto as importações reforçaram o seu colapso ao caírem 7,2% (tinham caída 6,1% no trimestre terminado em fevereiro face a igual período do ano anterior).</p><p
style="text-align: justify;">A taxa de cobertura das importações pelas exportações continuou a aumentar fixando-se nos 86,2%. O último mês (março) que entrou para as contas do trimestre reforçou as indicações negativas nas exportações justificadas pelo fraco desempenho junto dos países da União Europeia. O comércio extra-comunitário registou um aumento das exportações portugueses nesse mesmo mês. As importações registaram em março uma queda homóloga superior à média do trimestre (9,8%).</p><p
style="text-align: justify;">As exportações para fora da UE representaram 28,5% do total no trimestre terminado em março.</p><p
style="text-align: justify;">A manter-se esta evolução ao longo do ano, falharam as previsões para 2013 avançadas pela generalidade das instituições nacionais e internacionais.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/exportacoes-continuam-a-definhar-importacoes-reforcam-colapso/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Acesso a subsídio de desemprego nos trabalhadores independentes &#8211; esclarecimentos</title><link>http://economiafinancas.com/2013/acesso-a-subsidio-de-desemprego-nos-trabalhadores-independentes-esclarecimentos/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/acesso-a-subsidio-de-desemprego-nos-trabalhadores-independentes-esclarecimentos/#comments</comments> <pubDate>Fri, 10 May 2013 10:16:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Segurança Social]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Subsídio de desemprego para trabalhadores independentes]]></category> <category><![CDATA[Trabalhadores Independentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30623</guid> <description><![CDATA[A Segurança Social lançou recentemente um alerta destinado aos trabalhadores independentes, sublinhando que para terem acesso ao subsídio de desemprego (cumprido o período de carência) estes terão de alterar a respetiva taxa contributiva que deverá passar a ser de 34,75%. Para o efeito deverão: &#8220;Para o fazerem, os TI devem preencher a minuta Declaração de comunicação [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">A <a
title="Segurança Social" href="http://www4.seg-social.pt/noticias/-/asset_publisher/9N8j/content/alteracao-da-taxa-contributiva-dos-trabalhadores-independentes-como-proceder" target="_blank">Segurança Social</a> lançou recentemente um alerta destinado aos trabalhadores independentes, sublinhando que para terem acesso ao subsídio de desemprego (cumprido o período de carência) estes terão de alterar a respetiva taxa contributiva que deverá passar a ser de 34,75%. Para o efeito deverão:</p><blockquote><p><em>&#8220;Para o fazerem, os TI devem preencher a minuta <a
href="http://www4.seg-social.pt/documents/10152/6cfe041a-622d-4168-acc0-d658a44f7dd3" target="_blank">Declaração de comunicação da forma de exercício de atividade do TI</a> e enviá-la através da <a
href="http://www4.seg-social.pt/seguranca-social-directa" target="_blank">Segurança Social Direta</a>. Caso ainda não tenham acesso à Segurança Social Direta, devem fazer o registo para obterem a respetiva palavra-chave.</em><br
/> <em>De igual modo, e sempre que se verificarem alterações posteriores que determinem a alteração da sua taxa contributiva, os Trabalhadores Independentes devem comunicá-las no mês em que se verifique o início ou a cessação dessa forma de exercício de atividade.&#8221;</em></p></blockquote><p
style="text-align: justify;">Esta situação aplica-se a:</p><ul><li
style="text-align: justify;">Trabalhadores Independentes (TI) que sejam empresários em nome individual;</li><li
style="text-align: justify;">ou titulares de estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada (EIRL), que exerçam em exclusivo qualquer atividade comercial ou industrial, e os respetivos cônjuges que com eles exerçam efetiva atividade profissional com caráter de regularidade e de permanência</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/acesso-a-subsidio-de-desemprego-nos-trabalhadores-independentes-esclarecimentos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Fundos de investimentos com novo regime jurídico (Decreto-Lei n.º 63-A/2013)</title><link>http://economiafinancas.com/2013/fundos-de-investimentos-com-novo-regime-juridico-decreto-lei-n-o-63-a2013/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/fundos-de-investimentos-com-novo-regime-juridico-decreto-lei-n-o-63-a2013/#comments</comments> <pubDate>Fri, 10 May 2013 09:15:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Empresas]]></category> <category><![CDATA[Legislação]]></category> <category><![CDATA[Mercados]]></category> <category><![CDATA[Regulação Económica]]></category> <category><![CDATA[Decreto-Lei n.º 63-A/2013]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Regime Jurídico dos Organismos de Investimento Coletivo (NRJOIC)]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30666</guid> <description><![CDATA[Através do Decreto-Lei n.º 63-A/2013 do Ministério das Finanças o Estado resolveu um conjunto de transposições de diretivas comunitárias que estavam pendentes e que vêm alterar algumas das regras aplicáveis aos fundos de investimento. Foram ainda introduzidas alterações adicionais: No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 25/2013, de 8 de abril, aprova o novo Regime Jurídico dos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Através do <a
href="http://dre.pt/util/getpdf.asp?s=sum&amp;serie=1&amp;iddr=2013.90S01&amp;iddip=20130848" target="_blank">Decreto-Lei n.º 63-A/2013</a> do Ministério das Finanças o Estado resolveu um conjunto de transposições de diretivas comunitárias que estavam pendentes e que vêm alterar algumas das regras aplicáveis aos fundos de investimento. Foram ainda introduzidas alterações adicionais:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"> <em>No uso da autorização legislativa concedida pela <a
title="Lei n.º 25/2013" href="http://dre.pt/util/getdiplomas.asp?s=sum&amp;iddip=20130673" target="_blank">Lei n.º 25/2013</a>, de 8 de abril, aprova o novo Regime Jurídico dos Organismos de Investimento Coletivo, transpõe as Diretivas n.os <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2009&amp;id=309L0065" target="_blank">2009/65/CE</a>, de 13 de julho de 2009, <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2010&amp;id=310L0043" target="_blank">2010/43/UE</a>, de 1 de julho de 2010, <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2010&amp;id=310L0044" target="_blank">2010/44/UE</a>, de 1 de julho de 2010, e parcialmente, a Diretiva n.º <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2010&amp;id=310L0078" target="_blank">2010/78/UE</a>, de 24 de novembro de 2010, e procede ainda à introdução de alterações ao Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras e ao Código dos Valores Mobiliários</em></p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/fundos-de-investimentos-com-novo-regime-juridico-decreto-lei-n-o-63-a2013/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Prazos médios de pagamento excessivos levam a penalizações adicionais (Decreto-Lei n.º 62/2013)</title><link>http://economiafinancas.com/2013/prazos-medios-de-pagamento-excessivos-levam-a-penalizacoes-adicionais-decreto-lei-n-o-622013/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/prazos-medios-de-pagamento-excessivos-levam-a-penalizacoes-adicionais-decreto-lei-n-o-622013/#comments</comments> <pubDate>Fri, 10 May 2013 08:54:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Empresas]]></category> <category><![CDATA[Legislação]]></category> <category><![CDATA[Decreto-Lei n.º 62/2013]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Multa por prazos de pagamento excessivos]]></category> <category><![CDATA[Prazo médio de pagamento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30663</guid> <description><![CDATA[É impressionante o volume da legislação comunitária que patrocina alterações legislativas locais, uma realidade que talvez ainda não seja bem reconhecida por todos. Hoje são várias as transposições de diretivas comunitárias, no Diário da República, para a regulamentação nacional. Destacamos, neste artigo, o Decreto-Lei n.º 62/2013 do Ministério das Finanças que &#8220;Estabelece medidas contra os atrasos no pagamento [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">É impressionante o volume da legislação comunitária que patrocina alterações legislativas locais, uma realidade que talvez ainda não seja bem reconhecida por todos. Hoje são várias as transposições de diretivas comunitárias, no Diário da República, para a regulamentação nacional. Destacamos, neste artigo, o <a
href="http://dre.pt/util/getpdf.asp?s=sum&amp;serie=1&amp;iddr=2013.90&amp;iddip=20130844" target="_blank">Decreto-Lei n.º 62/2013</a> do <strong>Ministério das Finanças que &#8220;</strong>Estabelece medidas contra os atrasos no pagamento de transações comerciais, e transpõe a Diretiva n.º <a
title="Link para Directiva da Comunidade Europeia" href="http://dre.pt/util/eurlex/eurlex.asp?ano=2011&amp;id=311L0007" target="_blank">2011/7/UE</a>, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de fevereiro de 2011&#8243;</p><p
style="text-align: justify;">Em que se traduz? Eis algumas pistas encontradas no preâmbulo:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><em>&#8220;(&#8230;) Nestes termos, estabelece-se um valor mínimo para a taxa de juros legais de mora comerciais em linha com o previsto na diretiva, prevendo-se o referido limite mínimo no Código Comercial.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>É igualmente previsto que, no caso de contratos entre empresas, o prazo de pagamento não deve exceder em regra 60 dias, sem prejuízo de as partes poderem acordar expressamente um prazo superior, se tal não constituir um abuso manifesto face ao credor. </em><br
/> <em>No caso de contratos entre empresas e entidades públicas, na aceção do artigo 2.º do Código dos Contratos Públicos, são previstos prazos de pagamento que em regra não excedem 30 dias, salvo disposição expressa em contrário no contrato e desde que tal seja objetivamente justificado pela natureza particular ou pelas características do contrato ou no caso de entidades públicas prestadoras de cuidados de saúde, não podendo exceder em caso algum 60 dias. </em><br
/> <em>O presente diploma não prejudica a possibilidade de as partes acordarem calendários de pagamento em prestações. </em><br
/> <em>Nesse caso, sempre que uma das prestações não seja paga na data acordada, os juros e indemnização previstos no </em><br
/> <em>presente diploma são calculados com base nos montantes vencidos de acordo com o regime legal aplicável.</em><br
/> <em>Os credores devem ser ressarcidos de forma justa dos custos suportados com a cobrança de pagamentos em </em><br
/> <em>atraso, incluindo os custos administrativos e internos associados com essa cobrança. Conforme previsto na diretiva, é estabelecido <strong>um valor fixo de 40,00EUR a título </strong><strong>de indemnização</strong> pelos custos administrativo e internos associados à cobrança dos pagamentos em atraso, que acresce aos juros de mora devidos, sem prejuízo de o credor poder exigir indemnização superior por danos adicionais resultantes do atraso de pagamento do devedor ou pelos custos incorridos pelo credor com o recurso a serviços de </em><em>advogado, solicitador ou agente de execução.</em><br
/> <em>A desigualdade entre as partes no âmbito das transações comerciais pode levar a que alguns contratos contenham normas que põem injustificadamente em causa o equilíbrio contratual. Assim, o presente diploma proíbe as cláusulas ou práticas comerciais sobre a data de vencimento ou o prazo de pagamento, a taxa de juro de mora ou a indemnização pelos custos suportados com a cobrança da dívida que sejam manifestamente abusivas para o credor, designadamente quando não exista uma razão objetiva para </em><em>não respeitar a taxa legal de juros de mora ou os prazos de pagamento previstos no presente diploma. Importa, em particular, prever a nulidade de cláusulas que determinem a exclusão completa do direito a cobrar juros ou do direito a indemnização pelos custos suportados com a cobrança da dívida.</em><br
/> <em>Sempre que tais cláusulas revistam a natureza de cláusulas contratuais gerais, prevê-se a possibilidade de recurso à ação inibitória prevista no regime das cláusulas contratuais gerais, mesmo nos casos em que este não fosse aplicável.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>Esta remissão para o referido regime em nada afeta a normal aplicação do mesmo quanto a outras questões, sempre que o caso o justifique. É ainda mantido o regime em vigor que facilita ao credor a obtenção de um título executivo, permitindo-lhe o recurso à injunção independentemente do valor da dívida.</em><br
/> <em>O presente diploma é aplicável aos contratos celebrados a partir da entrada em vigor do mesmo, não sendo por isso aplicável aos contratos anteriores, incluindo contratos públicos decorrentes de procedimentos de formação iniciados antes daquela data.</em></p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/prazos-medios-de-pagamento-excessivos-levam-a-penalizacoes-adicionais-decreto-lei-n-o-622013/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Novidades no Fundo de Compensação do Trabalho e de Garantia de Compensação do Trabalho</title><link>http://economiafinancas.com/2013/novidades-no-fundo-de-compensacao-do-trabalho-e-de-garantia-de-compensacao-do-trabalho/</link> <comments>http://economiafinancas.com/2013/novidades-no-fundo-de-compensacao-do-trabalho-e-de-garantia-de-compensacao-do-trabalho/#comments</comments> <pubDate>Thu, 09 May 2013 15:41:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Mapari</dc:creator> <category><![CDATA[Dinheiros]]></category> <category><![CDATA[Empresas]]></category> <category><![CDATA[Sociedade]]></category> <category><![CDATA[Featured]]></category> <category><![CDATA[Fundo de Compensação do Trabalho (FCT)]]></category> <category><![CDATA[Fundo de Garantia de Compensação de Trabalho (FGCP)]]></category><guid
isPermaLink="false">http://economiafinancas.com/?p=30651</guid> <description><![CDATA[O conselho de ministros determinou enviar para o Parlamento uma proposta de lei relativa à criação do Fundo de Compensação do Trabalho (FCT) e o Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho (FGCT). O comunicado do conselho de ministros de que a seguir se apresenta um excerto começa por estabelecer que estas novidades só se [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">O conselho de ministros determinou enviar para o Parlamento uma proposta de lei relativa à criação do Fundo de Compensação do Trabalho (FCT) e o Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho (FGCT). O <a
title="Comunicado do conselho de ministros" href="http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministro-da-presidencia-e-dos-assuntos-parlamentares/documentos-oficiais/20130509-cm-comunicado.aspx" target="_blank">comunicado do conselho de ministros</a> de que a seguir se apresenta um excerto começa por estabelecer que estas novidades só se aplicarão a contratos de trabalho celebrado de pois da eventual entrada em vigor da lei.</p><blockquote><p
style="text-align: justify;"><em>&#8220;(&#8230;) Esta proposta de lei, que resulta de um processo de concertação com os parceiros sociais e aplica-se aos contratos de trabalho celebrados após a sua entrada em vigor.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>O FCT é um fundo de capitalização individual, a ser acionado pelo empregador, que visa garantir o pagamento de metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho. Cria-se ainda o Mecanismo Equivalente, a constituir em entidades sujeitas à supervisão do Banco de Portugal ou do Instituto de Seguros de Portugal, I.P., enquanto meio alternativo ao FCT, pelo qual o empregador fica vinculado a conceder ao trabalhador garantia igual à que resultaria da vinculação ao FCT.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>Por sua vez, o Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho (FGCT) é um fundo de natureza mutualista, que poderá ser acionado pelo trabalhador nos casos em que não tenha recebido do empregador, pelo menos, o montante correspondente a metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>Num momento inicial, a gestão dos fundos será assegurada pelas entidades competentes na área da solidariedade e segurança social, em virtude da experiência acumulada e reconhecida em termos de mitigação de risco.</em></p><p
style="text-align: justify;"><em>A adesão ao FCT determina, para o empregador, a obrigatoriedade de efetuar entregas, em montante equivalente a 0,925% da retribuição base e diuturnidades, por cada trabalhador abrangido. Por sua vez, a adesão ao FCT ou a ME determina, para o empregador, a obrigatoriedade de efetuar entregas para o FGCT, em valor correspondente a 0,075% da retribuição base e diuturnidades, por cada trabalhador abrangido. (&#8230;)&#8221;</em></p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://economiafinancas.com/2013/novidades-no-fundo-de-compensacao-do-trabalho-e-de-garantia-de-compensacao-do-trabalho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>