Inflação homóloga dispara para 3,6% em Janeiro de 2011 (maior valor desde Junho de 2006)

Num alinhamento perfeito de aumentos administrativos de preços (via aumento de impostos, taxas e preços de tabela), de fortes pressões inflacionistas externas (combustíveis, alimentos) e de revisões de preços incomuns (como aconteceu com as comunicações que deixaram de contribuir com a sua, até agora, deflação crónica), a taxa de inflação média

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