CGD: eis a provável interpretação para estar a aumentar os spreads no Crédito à Habitação em contratos já existentes (act. II)

Na sequência do artigo “CGD está a aumentar spreads a clientes com crédito à habitação há vários anos (act.III)”  e do artigo “A CGD não lhe subiu o spread nos últimos tempos?” aqui publicados nos últimos dias, damos agora destaque ao comentário de um leitor do Economia & Finanças (devidamente identificado) que, acreditando ser verídico, transmite a interpretação … Ler mais

A CGD não lhe subiu o spread nos últimos tempos?

Os comentários e emails recebidos após o que escrevemos no artigo, “CGD está a aumentar spreads a clientes com crédito à habitação há vários anos (act.III)“, acrescentam e reconfirmam as indicações que tinhamos recolhido: a CGD está a aumentar os spreads dos créditos à habitação dos seus clientes invocando quebra das condições contratuais por parte destes, situação que … Ler mais

CGD está a aumentar spreads a clientes com crédito à habitação há vários anos (act.III)

[wp_ad_camp_1] Entre o grupo de amigos e conhecidos que são clientes da Caixa Geral de Depósitos (CGD) vão-se sucedendo as reclamações e a indignação pois estão a receber notificações em casa informando que os spreads dos respectivos créditos à habitação serão aumentados em  alguns casos em 1,6 pontos percentuais, chegando assim a quintuplicar. A justificação avançada … Ler mais

Dicas para vendar a sua casa (mais) depressa

Já conhece a iniciativa Salvo Positivo da Caixa Geral de Depósitos? Trata-se de um sítio informativo e formativo alojado num subdomínio do sítio da CGD que procura responder a algumas necessidades de informação e de formação dos consumidores e clientes bancários. Em certa medida, combina um glossário mais… fashion com alguns conteúdos estimulantes como boas … Ler mais

Quanto custa o dinheiro para o Estado? 4,823%

Há 8 anos que o Estado não pagava tão caro pelo dinheiro que pede emprestado. A notícia é de quarta-feira e refere-se à emissão de 3 mil milhões de euros em obrigações do tesouro que o Estado português levou ao mercado. A taxa de juro final para remunerar os obrigacionistas que se mantenham titulares das respectivas obrigações durante os 10 anos de duração do empréstimo é de 4,823% ao ano.

A CGD hoje admite como referencial de taxa fixa a 10 anos para um crédito à habitação um valor na ordem dos 3,65% aos quais adiciona um spread que poderá começar, na melhor das hipóteses, nos 0,8% não devendo o valor médio fugir muito das redondezas do ponto percentual. Ainda assim uma taxa final cobrada inferior à que o Estado ontem aceitou pagar aos financiadores institucionais. Se a CGD se financiar a taxas próximas das obtidas ontem pelo Estado português, dificilmente poderá manter esta oferta, pois se ofizesse ou não teria qualquer proveito ou teria mesmo prejuízo.

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Qual a forma mais barata de pagar uma viagem de avião?

O Sérgio Bastos do Low Cost Portugal – uma referência incontornável para quem procura saber novidades sobre Low Cost, respectivo mercado e operadores e também boas dicas de viagem – avançou com um artigo em atualização permanente onde procura responder à pergunta do título. Na sua peça “Como não pagar taxa na Ryanair? MasterCard pré-pago e … Ler mais

Taxa fixa ou taxa variável? A escolha não depende só da TAER

Se contrair um crédito à habitação indexado a uma taxa variável, terá de contar para determinar o custo, não só com a evolução esperada do respectivo indexante mas também o spread e demais custos de processamento iniciais e contínuos como taxas mensais de envio, etc. Até aqui nada de novo, espreita-se a TAER e faz-se a comparação, certo? Sim, mas… Eu acrescentaria um cuidado adicional que é ter atenção que caso pretenda amortizar a dívida terá de pagar uma penalização correspondente a 0,5% do capital amortizado. Nada de muito assustador se tivermos memória do que poderia acontecer antes da alteração legislativa que impôs este limite máximo.

Mas que relevo tem esta prosa para a escolha entre taxa fixa ou variável? No caso de negociarmos junto da instituição financeira uma taxa fixa a penalização máxima por amostrizações antecipadas sobre para os 2%. Não nos cabe agora justificar esta diferença mas o facto permanece: olhe para a TAER do empréstimo, faça contas à sua expetativa de evolução dos juros mas também aos seus planos de amortização da dívida. Se conta fazer um esforço para ir amortizando o crédito não se esqueça que terá muito provavelmente de pagar os tais 2% sobre o capital amortizado. Ora este facto complica substancialmente as contas em desfavor de uma opção pela taxa fixa.

Tomando como referência a oferta da instituição financeira com uma das maiores quotas de mercado em crédito a habitação (CGD) verifica-se que na opção mais corrente, em que o pedido de crédito é superior a 20 anos, as taxas fixas oferecidas oscilam entre os 4,1% e os 4,2% (oferta em vigor durante esta semana), valor ao qual acresce o spread. Assumindo que as condições de determinação do spread são alheias ao tipo de taxa contratada (será assim?) resta o diferencial entre a taxa fixa e a variável para apurar a diferença e, no caso de admitir ir aliviando o crédito com amortizações regulares, o diferencial ao nível da penalização.

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O mau exemplo da Caixa Geral de Depósitos (CGD)

Desconfio que será ilegal, atendendo aos avisos mais recentes do Banco de Portugal, mas mesmo que não fosse a prática que a seguir relato é mais uma que faz do banco público uma mau exemplo para os demais concorrentes do secotr. Falemos do Caixazul Netpr@zo, um depósito a prazo de subscrição on-line acessível a alguns … Ler mais