Agência Europeia do Medicamento – informação útil sobre medicamentos
Continuando na nossa série de divulgação de sítios na internet de serviço público de âmbito europeu, hoje destacamos a EMA acrónimo inglês para a Agência Europeia do Medicamento que acaba de lançar um novo sítio. Segundo informação do Portal da Saúde, este sítio vinha sendo visitado por cerca de meio milhão de visitantes por mês, servindo a comunidade dedicada aos cuidados de saúde em toda a Europa. No comunicado recentemente divulgado destacam que:
” (…) Entre as principais novidades nas funcionalidades do site da EMA destacam-se as pesquisas rápidas sobre medicina [sic - medicamentos], o acesso à biblioteca online, uma navegação aperfeiçoada através de uma taxionomia mais intuitiva e organizada, páginas direccionadas para públicos-alvo e um calendário online. (…)”
Neste sítio poderá encontrar as últimas notícias sobre alertas médicos (nomeadamente sobre medicamentos) cobrindo, quer a saúde humana, quer veterinária. Poderá seguir um dos canais de difusão do seu interesse subscrevendo via RSS. Entre eles pode encontrar novidades sobre ofertas de emprego na áreas da medicina em Agência Europeias, segurança médica, medicina hervanária, etc. Infelizmente não está disponível uma versão em português deste sítio.
Quem toma mais comprimidos lá em casa?
Arquivado em: Dinheiros, Política Económica, Segurança Social, Sociedade
O estudo Adesão à Terapêutica em Portugal de que esta pequena peça do Diário Económico dá nota, procurou conhecer os hábitos dos portuguesas em relação aos medicamentos e parece ter revelado alguns factos interessantes. Desde logo que 9 em cada 10 portugueses tomou algum medicamento no período de 12 meses considerado no inquérito feito. Outra nota curiosa é a de 1 em cada 5 admitir ter-se automedicado pelo menos uma vez nos últimos 5 anos. (Será que tomar um analgésico sem ir ao médico conta? Ups!) Finalmente, o número mais assustador, aquele que quantifica os nossos concidadãos que pura e simplesmente não têm dinheiro para adquirir os medicamentos que lhes são prescritos pelo médico: um em cada três doentes que sofrem de uma doença crónica não toma os seus medicamentos porque não os pode pagar.
A ler também “Doentes sem dinheiro para remédios, dentista e óculos” de onde retivemos este parágrafo:
“(…) Relativamente ao papel da relação de confiança entre médico e paciente, 31,7% dos inquiridos consideram que o receio dos pacientes em fazer perguntas e pedir esclarecimentos aos médicos pode contribuir para o insucesso da terapêutica. (…)”.
Medo do senhor doutor ou de parecer ridículo… 31,7%… Às vezes há coisas aparentemente tão prosaicas e tão distantes das avançadas e geralmente dispendiosas elucubrações do político economista, ávido por melhorar o desempenho, que até metem dó.
No dia em que o paciente encarar o doutor como um prestador de serviços especial, mas ainda assim ao seu serviço, a eficácia do trabalho do médico melhorará substancialmente. A uns e outros a moral da história: não tenha medo de perguntar nem tenham medo que perguntem.
Quem pode vender legalmente medicamentos pela internet em Portugal?
Arquivado em: Consumo e Produtos, Empresas, Mercados, Regulação Económica
O Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento) disponibilizou recentemente uma aplicação acessível neste endereço que permite identificar quais são as farmácias e estabelecimentos autorizados a comercializar online, ou seja, pela internet, Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica (MNSRM).
Nesta aplicação é possível pesquisar filtrando por Distrito e Concelho, quais as farmácias e estabelecimentos que efectuam entregas ao domicílio e que têm serviço de comércio electrónico, sendo possível ficar a conhecer nome, endereço e a ligação dedicada ao comércio electrónico.
