“Linkar” ainda mete medo a alguns jornais?
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Uma das muitas características que distingue um blogue comum de alguns órgãos de comunicação é que o primeiro, mesmo tendo que fazer pela vida de modo a não ser fonte de custos para os seus autores, e, portanto, podendo ter algumas preocupações comerciais, geralmente atribui um valor informativo intrínseco à disponibilização aos leitores da ligação via hiperlink à fonte primária da informação ou ao fenómeno alvo de notícia, suficientemente elevado (para fidelizar os seus leitores e para a qualidade daquilo que oferece) que supera o valor comercial que se pode atribuir à compra de um link, elo ou ligação. Linkar uma instituição, serviço ou afim não é estar a embaretecera indústria dos links comprados, deve ser estar a enriquecer o conteúdo noticiado. Fala-vos um leigo, naturalmente.
Ninguém por aqui teme linkar, e felizmente, já lá vai o tempo em que transformar um endereço da internet num pedaço de texto que, se clicado, reencaminharia o leitor para a correspondente morada. Aos poucos esta característica distintiva dos blogues foi-se diluindo, certamente à medida que o online foi ganhando peso relativo na própria estrutura do media tradicionais profissionais, mas é ainda comum ver endereços web no meio de notícias de jornais nacionais nas suas versões online que não permitem o simples clique e redireccionamento.
O artigo seguinte que abordará o serviço de vendas de bens penhorados do Estado português deparou precisamente com um caso desses. Aparentmente, no Diário Económico há ainda obstáculos que dificultam que um endereço como http://www.e-financas.gov.pt/vendas/ possa ser incorporado na notícia como http://www.e-financas.gov.pt/vendas/ .
Economia & Finanças: objetivo 1000
Muito se tem falado do Facebook ultimamente na imprensa. Hoje mesmo se garantia que é já a rede social com mais membros em Portugal. No Economia & Finanças podemos confirmar tal crescimento, em tudo o que uma única observação tem de arricado. Iniciámos a nossa página de fãs no Facebook há pouco mais de 3 meses e hoje contamos caminhamos a passos largos para os 1000 leitores que têm interagido de forma crescente tanto na página como contactando directamente connosco.
Sendo certo que as referências dos motores de busca representam a fatia de leão do tráfego diário que recebemos, os mais de 1250 seguidores que nos recebem diariamente por e-mail juntamente com quase outros tantos que nos seguem por feed, mais os que são fãs via facebook ou networkedblogs ou twitter (e descontando algumas redundâncias) representarão uma comunidade de mais de 2500 leitores que nos acompanham e nos visitam de forma alheia aos motores de busca, com regularidade. O Economia & Finanças é só um blogue, feito por leigos, sem pretenciosismos. É um de muitos exemplos de como é possível fazer-se algo interessante com dedicação, algum estudo, acompanhamento noticioso, muito gozo e sempre com permanente sentido crítico e respeito pelo leitor.
Continuamos dentro de momentos e desde esta semana com mais um colaborador regular: Frederico Licínio.
Onze anos de Euribor – Janeiro de 1999 a Janeiro de 2010
No início de Janeiro iniciámos uma experiência paralela a este “Economia & Finanças” a que chamámos “Onde Estão os Números“. Hoje publicamos uma peça que explica sumariamente o que é a euribor e promove a consulta da série cronológica da referida taxa que conta já com 11 anos, tantos quantos o €uro.
O objectivo do “Onde Estão os Números” é de ser de certa forma complementar este Economia & Finanças. Trata-se de um blogue de “menor intensidade” em termos de edição de artigos mas que procura identificar e promover informação estatística, de preferência em séries longas ou cronológicas, disponíveis pública e gratuitamente, que muitas vezes estão algo escondidas ou são simplesmente ignoradas pelos potenciais utilizadores.
Deixou de conseguir ver imagens no Gmail?
O Gmail alterou algumas definições de segurança depois do recente ataque e passou a usar por definição https (ligações segura) sempre que acede ao seu serviço.
Alguns utilizadores e leitores do Economia & Finanças por e-mail, queixaram-se de ter deixado de conseguir ver qualquer tipo de imagem nos seus e-mails o que, em várias situações, pode ser um grave incomodo.
Aparentemente a solução pode passar por, nas definições do Gmail, na pasta Geral, escolher a opção “Não usar sempre https” e, adicionalmente, se estiver a usar o Internet Explorer (que entretanto também lançou mais um remendo de segurança pelas mesmas razões do Google) optar por responder “Não” quando lhe é perguntado numa mensagem de sistema se “Pretende ver apenas o conteúdo da página web que foi fornecido através de https?“.
A recomendação de segurança recomenda que este procedimento de redução das exigências de segurança (mas que permite ver as imagens) apenas seja efectuado quando não se está a usar uma rede de wifi pública sem criptografia. Detalhes adicionais nesta página de ajuda do GMail.
Comentar no Economia & Finanças passou a ser mais simples
A título experimental, e confiando na qualidade do público que nos tem preferido, decidimos simplificar o procedimento que permite deixar comentários no Economia & Finanças. O primeiro comentário exigirá aprovação prévia antes de publicação, os restantes não e dispensa-se de todo o registo. Retomamos assim uma opção que já seguimos no passado e que levou, por exemplo, à formação de uma autêntica comunidade de leitores em torno de um sempre muito popular tema como o “Reembolso do IRS” (veja-se este caso do ano passado: “Reembolso do IRS começa em Abril ou Maio de 2009?“)
Fazemos esta alteração no dia em que ultrapassámos mais um valor histórico: mais de 4 milhões de páginas visitadas desde meados de 2007 (quando começámos a contabilizar). Simultaneamente, e também a título experimental, passámos a divulgar apenas excertos dos artigos divulgados junto dos subscritores que recebem a nossa newsletter por e-mail e que seguem por RSS. Procuramos dessa forma potenciar a percepção de todos os temas tratados (e por vezes são vários ao longo de um único dia e de alguma extensão) sem prejuizo de, se tiver interesse em ler algum artigo na íntegra, se poder sempre visitar a respectiva ligação.
Entretanto como antecipámos há poucos dias, a comunidade de fãs no Facebook já superou largamente o meio milhar e vai crescendo todos os dias.
Obrigado e não deixem de comentar, nomeadamente o que acha destas alterações :-)
Economia & Finanças no Twitter e afins
O primeiro texto do ano é para informar que os artigos do Economia & Finanças poderão passar a ser seguidos através do nosso novo endereço no Twitter: http://twitter.com/EcoFinT. Além dos artigos aqui publicados, sempre que algum dos editores esteja online, é possível que surjam no twitter do Economia & Finanças recomendações para artigos de outros blogues ou para notícias ou texto relevantes sobre os temas que vamos cobrindo.
Se é utilizador do Twitter oferecemos-lhe assim mais uma forma para nos seguir e também de reenviar a ligação para algum artigo que queira promover via twitter pois instalamos uma ferramenta através da qual poderá fazer o Retweet do artigo através da sua conta pessoal. É o botão que surge aqui à esquerda.
Entretanto não se esqueça que nos pode seguir através da newsletter diária que enviamos com o conteúdo integral do blogue (inscreva-se aqui), que pode ler-nos no seu leitor de RSS preferido (também com publicação dos textos integrais) ou através da nossa página de fãs no Facebook. Estamos ao dispôr para críticas comentários, sugestões ou contributos, use a nossa ferramento de contacto e procurarmeos ser breves a responder às solicitações.
Ao longo das próximas semanas teremos mais novidades ao nível de conteúdos. Tenham um bom ano!
1000 artigos sobre Economia & Finanças
Este é o milésimo artigo do Economia & Finanças, aventura iniciada há mais de 3 anos, na altura, sob patrocínio do Paulo Querido que juntou o seu desafio à minha vontade de ter um espaço onde coleccionar recortes, onde dar opinião; um pretexto para ir acompanhando a Economia e as Finanças procurando sempre confrontar o olhar do leigo com o de iniciado.
Hoje é lido diariamente por mais de 3 000 visitantes únicos que consultam cerca de 6 000 páginas distintas. Ao longo do ano de 2009 quase duplicou os vistantes únicos: mais de 1 milhão que leram mais de 2 milhões de páginas. O Economia & Finanças tem cerca de 1000 subscritores da newsletter diária. Nas últimas semanas, desde que aderimos ao Facebook, juntámos um grupo que se aproxima a passos largos de 400 fãs.
Se tudo correr bem surgirão por aqui novos coloboradores, novas abordagens e temas. Manter-me-ei cada vez mais como leitor do que como escrevinhador, ainda que não me demita de fazer o gostinho ao dedo de quando em vez. A tocha e a responsabilidade de gerir este espaço ficará a cargo de outros como vem acontecendo na sombra há algum tempo.
Se detectarem alguma mudança, conto que seja para melhor. O Economia & Finanças segue dentro de momentos.
Novinho em folha eis o endereço do Economia & Finanças no Twitter: http://twitter.com/EcoFinT
Bom ano 2010!
Novo visual da Agência Financeira
A Agência Financeira, sítio noticioso do grupo Media Capital/Prisa, mudou de visual de acrescentou algumas funcionalidades. Uma delas passa por seguir e dar destaque a alguns blogues/sítios especializados. Entre eles está o Economia & Finanças. Pela nossa parte obrigado pela preferência e votos de muitas e boas notícias.
Novo Sítio do Banco de Portugal
O Banco de Portugal acaba de reformular o seu sítio na internet. Numa brevíssima primeira análise parecem existir melhorias evidentes no desenho do sítio, tornando mais claras as diferentes áreas de interesse, canalizando-se de forma expedita os diferentes utilizadores para os respectivos sub-sítios destacados no menu da direita: estatísticas, portal do cliente bancário (também, ele próprio, fortemente renovado), museu, media.
Na prática o sítio apresenta quatro menus que emolduram o sítio e duas áreas de destaque: um topo e o centro da página. O serviço de registo gratuito (não se esqueça de ler as condições de acesso para que o seu registo entre no sistema) permite aceder a quadros estatísticas pre-definidos e/ou feitos à medida, bem como a alertas informativos. Ainda não parecem ter criado um serviço de acompanhamento via Facebook mas vão no bom caminho
A explorar.
PNETeconomia
Agregadores de notícias há muitos e hoje cada um pode construir os seus, mas essa facilidade não invalida que tenha passado a ser inútil ter espaços mediados onde alguém de forma mais sistematizada procurou simplificar-nos a tarefa de encontrar aquilo que nos interessa ler e, quem sabe, andar sempre em busca de novos espaços que venham surgindo. Terá sido esse um dos objectivos do PNETeconomia que aqui se recomenda.


