Níveis de confiança voltam a bater máximos históricos em fevereiro 2017

O melhor registo dos últimos 17 anos para o indicador de confiança dos consumidores em janeiro de 2017 foi superado em fevereiro, com o indicador apurado pelo INE a completar seis meses consecutivos de melhoria. Para a evolução de fevereiro de 2017 contribuiram todas as componentes do indicador, sublinhando-se pela magnitude a variável que inquire sobre as expectativas relativas à evolução do desemprego.

As boas notícias não terminam do lado dos consumidores, os empresários dos quatro setores inquiridos em inquéritos específicos revelam também um aumento (em três deles) ou estabilização o que conduziu a uma nova melhoria do indicador de clima, um indicador compósitos calculado pelo INE que procura dar uma ideia global de como está o ambiente de negóciso em Portugal.

Destacamos o seguinte resumo do INE que não prejudica a leitura integral do destaque ao país preparado pela instituição.

Níveis de confiança voltam a bater máximos
Níveis de confiança voltam a bater máximos
Fonte: INE

O indicador de confiança da Indústria Transformadora estabilizou em fevereiro, interrompendo a expressiva trajetória positiva iniciada em junho, refletindo no mês de referência o contributo positivo das opiniões sobre a procura global, enquanto as perspetivas de produção e as apreciações sobre a evolução dos stocks de produtos acabados contribuíram negativamente. Sem a utilização de médias móveis de três meses, o indicador de confiança da Indústria Transformadora diminuiu em fevereiro.

O indicador de confiança da Construção e Obras Públicas aumentou em janeiro e fevereiro, de forma expressiva no mês de referência, atingindo o máximo desde setembro de 2008, em resultado da evolução positiva das duas componentes, perspetivas de emprego e opiniões sobre a carteira de encomendas.

O indicador de confiança do Comércio aumentou nos últimos dois meses, após ter diminuído nos três meses anteriores. A recuperação do indicador resultou do contributo positivo das opiniões sobre o volume de vendas e do saldo das perspetivas de atividade, tendo as apreciações sobre o volume de stocks contribuído negativamente.

O indicador de confiança dos Serviços também aumentou nos últimos três meses, verificando-se uma evolução positiva nos últimos dois meses das opiniões sobre a atividade da empresa e das perspetivas sobre a evolução da carteira de encomendas.

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