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Qual o aumento máximo no IMI em cada ano à conta da nova avaliação de património?

O IMI de um imóvel poderá aumentar após a avaliação patrimonial do imóvel contudo esse aumento poderá ser limitado e faseada durante até 3 anos.

O aumento máximo anual será correspondente ao maior dos seguintes valores (aplica-se a imóveis adquiridos até dezembro de 2011):

  • 75 €
  • Um terço da diferença entre o novo valor de IMI a pagar e o IMI que se pagava em 2011.

Exemplo 1:

Se o IMI aumentar de 10€ para 450€ atendendo à reavaliação patrimonial, no primeiro ano o valor a pagar será mitigado. Neste caso, sendo a diferença entre o novo e o antigo IMI de 440€ e como um terço deste valor corresponde a 146,66€ (que é superior a 75€) o aumento será precisamente de 146,67€ sendo a fatura de 156,67€.

No segundo ano terá de pagar 303,34€ e, finalmente, a partir do terceiro ano passará a pagar os 450€ por ano.

Exemplo 2:

Se o IMI aumentar de 250€ para 350€, o maior valor entre os dois acima indicados para o caso geral é mesmo o de 75€ e, como tal, no primeiro ano após a reavaliação terá de pagar 250€+75€ ou seja 325€. No segundo ano já pagará a totalidade: os 350€.

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9 comentários

  1. water said:

    Um verdadeiro assalto é só gatunagem e o ZE POVINHO que se Cala , espero que nas proximas eleções se lembrem deste Roubo Começado pelo PS do Socrates TRAFULHA e Continuado pelo PSD do CELHINHO MALANDRO

  2. Carlos Vieira said:

    Pagamos o que compramos e depois, o Estado no esplendor da sua omnipotência tirana, obriga-nos a pagar uma renda fixada por seu livre arbítrio, fazendo de juiz em causa própria.
    Este mesmo Estado deveria ser obrigado a comprar os prédios pelo valor que agora lhes atribui. Porque não é dada essa opção aos Contribuintes?

  3. Saraiva said:

    Vem aí mais miséria, mais pobreza, mais degradação do património urbano.
    Os nossos avós, investiram suas economias em edificios para que estes garantissem rendimentos e casas para os seus descendentes.
    Com o congelamento das rendas os redimentos ficaram defasados da realidade, contribuindo assim para que cada vez houvessem mais casas desabitadas por falta de obras, por sua vez ainda houve sucessivos agravamentos de impostos sobre o IMI, IRS,das respectivas licenças camarárias e da sucessivas papeladas burocráticas que exigem para a recuperação de um património histórico, sendo estas juntamente com as assinaturas de arquitectos e engenheiros, que só fotocopiam documentos, mais caras que as obras de um edificio.
    Um senhorio com família que vive dos rendimentos de um edifício, não têm retorno de IRS e os seus rendimentos pagam ao estado cerca de 39,5% de impostos. Para se fazer um contracto, muitas vezes o advogado fica com uma renda, da renda no contracto as finanças levam 10%, tudo isso faz com que haja abandono dos edificios, pois ser proprietário neste país é sinónimo de impostos faceis de cobrar e de património degradado.
    Esta avaliação devia ser vista caso a caso e as rendas baixas deviam serem aumentadas para que houvesse mais justiça social e não para lixar a vida de quem sempre trabalhou para manter o seu património.

    Pagamos durante a vida toda o que compramos e depois, o Estado tirano, obriga-nos a pagar uma renda fixada por seu livre arbítrio.

    Portugal assim não irá crescer, mas sim envelhecer sem qualidade de vida para o país e para os seus habitantes.
    Se obrigassem os nossos políticos a devolverem o que “desviaram” ao longo destes últimos 12 anos de governo, Portugal estaria numa situação tranquila perante esta críse.

    É curioso, que ninguém fala dos fundos europeus para o desenvolvimento do comércio e da indústria, os milhões de euros que desapareceram sem se fazer nada pelo país e pelo emprego. Os gulosos que mamaram na teta desta UE, puseram todos os seus dividendos em bancos estrangeiros e em casas e empresas no Brasil e Angola e agora paga o Zé.

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  7. Mario Carmo said:

    Meus caros
    Para quem é comerciante ou industrial e tem que pagar salarios,impostos,rendas, maquinas, mercadorias etc etc e tem dificuldades financeiras, tem que puxar pela cabeça e arranjar soluções recorrendo á Banca aos amigos ou seja lá de quem fôr para resolver o assunto.O Governo não precisa pensar nem recorrer a quem quer que seja.Joga com o IMI que é o maior escandalo de imposto jamais visto pois as casas são compradas com tremendos sacrifícios e há quem leve 20 ou 30 anos a pagar pensando que tem um teto assegurado para a velhice e afinal paga toda a vida uma renda.E se não tiver dinheiro para pagar?A casa é penhorada e lá se vai.
    Fui sempre um homem das direitas mas vou votar nas proximas eleições esquerda pois aí já se sabe como as coisas funcionam.É tudo Estado e tudo pertence ao Partido

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