As PPP, os maiores erros do Estado e a impraticabilidade da “solução” atual

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Recomendamos vivamente a leitura do artigo “PPP em Portugal. “Havia crédito, havia megalomania e a factura era para pagar depois”” no I online onde se entrevista Mariana Abrantes de Sousa, controller do Ministério das Obras Públicas no 1º governo de Sócrates.

A cerne do artigo não se resume ao título e contem várias passagens que nos deviam fazer pensar seriamente no funcionamento do Estado. Nomeadamente no que se define como prioridade, no que se põe em causa de forma quase impercetível quando reformamos de forma cega o Estado, nos custos em que se incorre quando não há uma análise de custo benefício integrada e enraizada na tomada de decisão política.

Além de expor de forma verosímil o que falhou de forma mais dramática no último governo, o artigo oferece-nos pistas importantes para não repetirmos os erros no futuro e comenta de forma esclarecida a impraticabilidade da “solução” atual no que concerne à gestão da dívida e à indispensável e natural co-responsabilização dos credores enquanto partes no risco de negócio.

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Um comentário;

  1. Roque said:

    É por essas razões que o Pais está como está, os da Troika viram que fomos OTÁRIOS em fazer esses contratos, das PPP e outros, e sendo assim também nos aplicaram a mesma ‘Taxa’ a exorbitante taxa de juros que nos aplicaram… Se somos, (eles governo anterior e actual) otários para pagar taxas de valor superior ao Crescimento do Pais aos chicos espertos das empresas intervenientes, então também nos terão de pagar a Nós…
    Assim para beneficio de meia dúzia de espertos, os restantes 9 999 994 contribuintes ficam sem nada, alguns nem mesmo sem dinheiro para comer… Enfim isto precisava era de uma Nova Revolução, desta vez sem Cravos e sem abertura das prisões, aliás, estas deveriam estar de portas abertas para receber a cambada de Trafulhas que nos governos, (desgovernou) e que nos governa (desgoverna).
    Vejam lá se mexem nos benefícios dos Deputados, dos seus gabinetes, das suas ‘reles’ viaturas, Audi A5, será que vão entrar em alguma prova automobilística???
    Nos países Nórdicos, os Deputados ficam alojados em casas com 30 ou 40 m² e por vezes partilhadas, em alguns casos o seu meio de transporte é a bicicleta ou os seus próprios sapatos ou sapatilhas, não necessitam de Audi’s…
    Se se vir as contratações dos colaboradores dos governantes, é raro, se não inexistente, o colaborador que não tenha direito a Subsidio de Ferias e de Natal.
    Quando é necessário pedir ajuda aos Pais, para poder sobreviver, quando a sua media salarial dos últimos 11 ANOS foi de 8.000€, logo diz tudo…

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