Taxas de Juro de Depósitos a Prazo: ligações actualizadas

Economia & FinançasA página com as ligações fundamentais para pesquisar as características e condições das várias instituições financeiras a operarem em Portugal foi actualizada contendo já muitas das novidades preparadas pelos bancos para o mês de Fevereiro de 2009.

Além de se manter a natural descidas da remenuneração dos depósitos a prazo, acompanhando a descida da Euribor, destaca-se desta vez uma outra característica que começa a ser transversal: a remuneração surge cada vez mais associada ao montante da poupança.

Até há pouco era comum que as tabelas de taxas de juro não fossem significativamente distintas de acordo com o montante envolvido. Por estes dias surgem novos depósitos alguns deles só disponíveis a grandes aforradores, para montantes mínimos de 5.000, 20.000, 50.000 e 250.000. Sendo certo que a prática era e é corrente e tão antiga quanto as próprias instituições financeiras, parece agora mais evidente que se reforçou publicamente este outro tipo de competição. Talvez haja mais clientes a informarem-se da oferta disponível via internet e menos via gestor de conta. Enfim, especulo. o que é certo é que as diferenças aumentaram e vêm na tabela. Alguns dos bancos que não discriminavam tão abertamente, passaram-no a fazer.

Elevado montante voltou a ser claramente sinónimo de melhor retorno, contudo, há várias excepções e é ainda possível encontrar para aplicações de apenas 500€ taxas comparáveis às oferecidas por outros bancos apenas a “grandes” clientes. É espreitar as ligações de Depósitos a Prazo aqui deixadas.

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Um comentário sobre “Taxas de Juro de Depósitos a Prazo: ligações actualizadas

  1. Os bancos continuam a ser autênticos saqueadores da economia…
    Em apenas poucos dias “sacaram” da minha conta sem dar “cavaco a ninguém” mais de 2000 euros(BCP)… E os Supervisores continuam ignorando, depois de infinitas persuasões…
    Continuam a serem criminosos… Devemos continuar a demonizar os bancos, porque matam o cliente aos bocados…
    É muito complicado… Foram os “maiorais bancários que assaltaram os seus próprios bancos” e não aceitam devolver o que tiraram (confiança)… E depois não aceitam ser mandados por ninguém…