Quando há dias me foi oferecida a oportunidade de publicar um artigo no Relações Públicas sobre a presença de entidades e marcas nos motores de busca, o Holmes Place surgiu como o exemplo perfeito de uma empresa que não estando em sintonia com parte dos seus clientes consegue superar as críticas nos resultados de busca graças à sua forte presença nos mesmos.Porém, uma inspecção à página de resultados relevou esta página de um site de queixas. Como uma imagem vale por mil palavras, a cache do Google (com o nome da entidade destacado a cores) ilustra na perfeição o mal estar de muitos clientes:
A página lista todas as queixas colocadas na secção de Desporto entre Junho 07 e Janeiro do corrente. Perante este cenário várias hipóteses poderão ser formuladas: a) os clientes do Holmes usam mais a internet que os clientes de outros ginásios b) os outros ginásios não têm muitos clientes c) os clientes da empresa encontram na internet o eco e atenção que lhes é negado nos locais e mecanismos para as reclamações d) os serviços da empresa estão abaixo das expectativas dos clientes e)...
Mais do que especular sobre causas e razões o importante seria que a empresa percebesse a mensagem de que a prazo o descontentamento só poderá crescer e que se nada for feito nem advogados, relações públicas ou seo servirão de muito ao Holmes.
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There are 8 comments on Holmes Place: Elementar, meu caro Watson.
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