O papel de embrulho dos Bancos Centrais: too little, too late
Desde o último artigo escrito em meados da semana, surgiu uma “Novidade” na acção dos Bancos Centrais. Reconhecendo que a gripe financeira demora a passar e temendo ainda uma potencial pneumonia, tentaram algo de novo: anunciar uma acção concertada entre cinco deles com o sentido de assegurar que não faltará dinheiro aos bancos que o desejarem.
Mexer concertadamente nas taxas de juro num cenário de subida da inflação e com economia locais em pontos ligeiramente diferentes do ciclo económico afigura-se complicado. Restou esta acção do lado das disponibilidades, uma acção que segundo de pode “ler” pela reacção dos mercados monetário e de acções não terá sido encarada como um auxílio determinante.
Aparentemente o que terá passado é uma medida quase insignificante, anunciada com pompa e circunstância. A eficácia, para já, desta concertação parece ter falhado. Estarão os Bancos Centrais de pés e mãos atadas para tratar esta gripe? Good bless you!
Artigos relacionados:
- Barclays posiciona-se para aproveitar fraqueza dos bancos locais Share Na sequência do artigo anterior (“Quer spreads baixos? Então não vá...
- Quer spreads baixos? Então não vá a bancos portugueses Share Há poucos dias o presidente da CGD repetia mais uma vez...
- Bancos:”dinheiro da droga era a única liquidez disponível” Share O Jornal I publica hoje uma peça onde cita o responsável máximo da...
Então faça-se fã da nossa página no
Comentários
Subscreva a nossa newsletter diária com um resumo de todos os artigos publicados nesse dia.

